Constipação Intestinal x Jejum Intermitente

novembro 22, 2020
É comum as pesoas se queixarem de constipação intestinal quando começam a praticar o jejum intermitente.
Se você está comendo menos, deveria realmente esperar fazer cocô como antes?  
A maioria de nós está acostumado a ter uma ou mais evacuações por dia e, às vezes, parece estranho ou errado não evacuar. Mas se você não está se sentindo desconfortável, não se preocupe.
Constipação é quando a pessoa tem vontade de evacuar e não consegue se aliviar, mesmo quando evacua, ainda sentindo a sensação que teria que fazer mais cocô mas não consegue.
Se você estiver se sentindo desconfortável, deve tentar solucionar  esse problema seguindo as seguintes recomendações:
1o) tomar água, muita água ao longo do dia, inclusive durante o periodo de jejum.
2o) fazer exercícios físicos, mexer  o corpo; quanto mais parado você ficar mais lento fica seu peristaltismo
3o) comer saladas nas refeições
4o) comer frutas com bagaço e casca
5o) incluir alimentos com gorduras boas como abacate, castanhas, linhaças, semente de abóbora, peixes

Algumas pessoas possuem o trato digestivo que se move muito mais devagar do que outras e comer constantemente ajuda o que chamamos de peristaltismo (movimento do sistema digestivo que é estimulado pela mastigação).  
Quando começamos o jejum, não consumimos nada que ajude a mover as refeições anteriores pelo seu sistema e por isso, seguir as recomendações citadas é fundamental.
 

Como melhorar a Insônia

novembro 13, 2020

Higiene do sono é um tratamento comportamental desenvolvido no final da década de 70 para insônia leve ou moderada.

 

Recomendações:

As recomendações de higiene do sono incluem:

 

  • Estabelecer o mesmo horário para dormir e levantar todos os dias, inclusive domingo e feriados;

  • Evitar dormir à tarde;

  • Não fazer exercícios físicos a noite (fazer preferencialmente pela manhã ou começo da tarde);

  • Usar a cama apenas para dormir e ter relações;

  • Evitar álcool, nicotina e cafeína e/ou outros estimulantes após as 18h;

  • Ler antes de dormir;

  • Evitar televisão e celular 1h antes de dormir;

  • Reduzir a exposição à luz 1h antes de dormir;

  • Evitar comer muito antes de dormir;

  • Tomar um banho quente e relaxante antes de dormir;

  • Tomar um chá calmante como maracujá e camomila antes de dormir;

  • Preparar um ambiente de sono tranquilo, confortável, silencioso e escuro;

  • Adotar alguma técnica de relaxamento: yoga, meditação ...

 

Suplementação:

Existem suplementos naturais que ajudam o corpo a produzir Melatonina (hormônio responsável pelo sono). Esse suplemento chama-se L-triptofano que quando combinado a algumas vitaminas e minerais e tomado na hora certa, ajuda o paciente a melhorar essa condição. Um Nutricionista especializado em ortomolecular é capaz de prescrever uma fórmula.

 

Existe também a própria Melatonina em forma de suplementos: no Brasil a melatonina pode ser comercializada como insumo, ou seja, como matéria-prima para a manipulação em farmácias magistrais. No comércio em geral a venda não está liberada,  na forma de melatonina industrializada, pois a venda nesse formato não é permitida no Brasil por falta de registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e não porque a substância seja proibida no país tanto é que ela pode ser trazida do exterior nas bagagens de mão ou mesmo importada via internet, desde que com receituário médico.

 

Atividade Física diária é FUNDAMENTAL / ESSENCIAL para uma boa noite de sono pois além de gastar energia, libera hormônios que ajudam a pessoa a relaxar.

 

Não é só impressão: dormir mal aumenta o apetite no dia seguinte e dificulta o controle do peso pois o metabolismo fica lendo e o corpo e mente cansados precisam de mais energia (energia = calorias).


Texto by Nutricionista Paula de Mendonça Fernandes
13/Nov/2020


 

Quando você finalmente entende que emagrecer também acontece internamente

outubro 4, 2020

 

Você sabe escolher limões?

outubro 4, 2020

 

O peso é o mesmo mas o volume é totalmente diferente

agosto 26, 2020

 

O que torna covid-19 mais grave em diabéticos?

junho 4, 2020

Glicose e vírus

Pesquisadores brasileiros desvendaram uma das causas da maior gravidade da covid-19 em pacientes diabéticos.

O teor mais alto de glicose no sangue do paciente diabético é captado por um tipo de célula de defesa conhecido como monócito e serve como uma fonte de energia extra, que permite ao novo corona vírus se replicar mais do que em um organismo saudável. Em resposta à crescente carga viral, os monócitos passam a liberar uma grande quantidade de citocinas [proteínas com ação inflamatória], que causam uma série de efeitos, como a morte de células pulmonares.

"O trabalho mostra uma relação causal entre níveis aumentados de glicose com o que tem sido visto na clínica: maior gravidade da covid-19 em pacientes com diabetes," reforça o professor Pedro Moraes Vieira, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

"Quanto maior a concentração de glicose no monócito, mais o vírus se replicava e mais as células de defesa produziam moléculas como as interleucinas 6 [IL-6] e 1 beta [IL-1β] e o fator de necrose tumoral alfa, que estão associadas ao fenômeno conhecido como tempestade de citocinas, em que não só o pulmão, como todo o organismo, é exposto a essa resposta imunológica descontrolada, desencadeando várias alterações sistêmicas observadas em pacientes graves e que pode levar à morte," explicou Pedro.


 

Jejum Intermitente: entenda o que acontece com o passar das horas

abril 6, 2020

 

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março 29, 2020

 

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março 29, 2020

 

Covid19 x Vitamina D

março 29, 2020

Marcelo Oliveira

Do UOL, em São Paulo

28/03/2020 16h08

RESUMO DA NOTÍCIA

  • Estudo italiano aponta que tomar sol ajuda, mesmo na janela, durante quarentena
  • O documento mostra que a vitamina demonstrou ser um apoio no tratamento, mas não é cura
  • A vitamina D diminui as chances de infecção seja mais grave nos pulmões
  • A vitamina pode ser de grande ajuda na prevenção da doença

Cientistas da Universidade de Turim (Itália) recomendam tomar vitamina D para combater a pandemia de coronavírus. O estudo, de autoria dos professores de geriatria Giancarlo Isaia e de histologia Enzo Medico foi submetido aos membros da Academia de Medicina de Turim, que consideraram os primeiros resultados "muito interessantes", afirma reportagem do jornal italiano "La Repubblica".

O estudo analisa as possíveis causas do contágio da covid-19 e propõe a vitamina D não como uma cura, mas como uma ferramenta para reduzir o risco de a infecção se agravar.

Os primeiros dados preliminares coletados atualmente em Turim indicam que muitos pacientes hospitalizados por covid-19 apresentam falta de vitamina D.

Banho de sol

"A compensação por essa ampla deficiência de vitamina pode ser alcançada principalmente pela exposição à luz solar, tanto quanto possível, mesmo em varandas e terraços, alimentando-se de alimentos ricos em vitamina D e, sob supervisão médica, tomando suplementos específicos", afirmam os pesquisadores.

A análise, também realizada seguindo as recomendações recentes da Associação Dietética Britânica, investigou o papel que a falta de vitamina D poderia desempenhar, o que na Itália afeta grande parte da população, especialmente os idosos, nessa pandemia.

Ajuda na prevenção

No documento, os autores sugerem aos médicos, em associação com as conhecidas medidas gerais de prevenção, garantir níveis adequados de vitamina D na população, "mas, sobretudo, naqueles já infectados, em seus familiares, nos profissionais de saúde, em idosos frágeis, nos moradores de asilos, nas pessoas que estão em quarentena e em todos aqueles que, por várias razões, não se expõem adequadamente à luz solar".

Além disso, a administração da forma ativa de vitamina D, calcitriol, por via intravenosa, em pacientes com coronavírus e com função respiratória particularmente comprometida também pode ser considerada.

"Essas indicações derivam de inúmeras evidências científicas - escrevem os professores - que demonstraram um papel ativo da vitamina D na modulação do sistema imunológico, a associação frequente da carência de vitamina D com inúmeras patologias crônicas que podem reduzir a expectativa de vida em idosos", ainda mais no caso da infecção por covid-19.

A vitamina D também contribui para reduzir o risco de infecções respiratórias de origem viral, incluindo as infecções causadas pelo coronavírus. A vitamina também tem a capacidade de neutralizar os danos pulmonares causados pela infecção do vírus nos pulmões.

 

Vitamina D

fevereiro 25, 2020
A vitamina D é muito importante para o nosso corpo pois além de fortalecer ossos e dentes através da facilitação de absorção do cálcio, também regula humor, ansiedade e evita depressão.

Também reduz o risco de certos tipos de câncer, como o de próstata, de mama e de cólon.

E ajuda a regenerar e a estimular o nosso sistema imunológico.

Devido ao fato de a vitamina D influenciar a produção de hormônios no corpo, também pode melhorar determinadas condições de pele, como psoríase, vitiligo e esclerodermia.

Várias pesquisas monstram que a vitamina D muito importantante para a prevenção de esclerose múltipla, doenças cardiovasculares, infecções bacterianas e ataques virais.

A principal fonte da vitamina D é o sol.

Por isso, os banhos de sol, sem protetor/bloqueador e sem vidros entre o sol e você, devem fazer parte de uma vida saudável. 

Você produz vitamina D qdo a pele fica quente: pronto! já pode sair do sol; mais do que isso vc queima e ai que vem o perigo da câncer de pele.

Em periodos do ano e tbm em países que têm condições de luz solar baixa, o organismo é incapaz de obter a sua quota adequada de vitamina D através da síntese natural.

Nesse período e tbm qdo constatado a falta de vitamina D nos exames de sangue, suplementos de D3 podem ajudar para evitar a carência e/ou recuperar as taxas.

Como saber se você está com deficiência de vitamina D, além dos exames de sangue?

Existem 12 sinais corporais que são fortes indicativos dessa carência:

1. Fragilidade dos músculos e ossos

Se começar a sentir menos força, fraqueza nos dentes e ossos, você pode estar com deficit de vitamina D.

2. Angústia constante e depressão

Estudos têm mostrado que as mulheres com baixos níveis de vitamina D tendem a ficar deprimidas ou a enfrentar estados de profunda tristeza.

3. Sensibilidade corporal crônica

As pessoas que sofrem de dor crônica sem causa aparente podem estar com carência de vitaminsa D.

4. Queda da saúde bucal

A ocorrência frequente de gengivite, sangramento, acúmulo de placa e enfraquecimentos dos dentes pode indicar níveis baixos de vitamina D.

5. Aumento da pressão arterial

A vitamina ajuda a saúde do coração, estimulando a circulação sanguínea.

Quando há uma deficiência dela, a pressão arterial tende a aumentar.

6. Sonolência

Quando não tem níveis adequados de vitamina D, o corpo pode ter pouca energia, apresentando fadiga e sonolência.

7. Mudança de humor repentina

A vitamina D influencia na produção de serotonina.

A serotonina é um neurotransmissor encarregado de manter equilibrado nosso estado de ânimo.

8. Diminuição da resistência em atletas

Todas as alterações aqui citadas têm um impacto muito forte na vida dos atletas, que sentem uma perda intensa de sua disposição.

Isso ocorre porque a carência de vitamina D não só reduz os níveis de energia, mas também enfraquece os músculos.

9. Obesidade

Se você está com excesso de peso, você precisa de mais vitamina D.

Ocorre que esta vitamina é solúvel em gordura.

Ou seja, as células de gordura armazenam vitamina D.

Logo, quem está com quilos extras precisa de um reforço deste nutriente.

10. Doenças intestinais

Pesquisas mostraram que as pessoas que têm distúrbios intestinais, como doença de Crohn, colite, alergia ao glúten ou intestino irritável, têm níveis mais baixos de vitamina D.

11. Sudorese na cabeça

Um dos sintomas mais comuns de deficiência de vitamina D é a transpiração excessiva na cabeça.

12. Intensificação das alergias

Pessoas alérgicas têm o quadro agravado quando estão carentes de vitamina D.

 

Tudo o que você precisa saber sobre novo coronavírus

fevereiro 5, 2020

Resumo mostra tudo o que você precisa saber sobre novo coronavírus

Com informações da PAHO

Resumo sobre o 2019-nCoV

Com a multiplicação de notícias sobre o novo coronavírus surgido na China, pode ser difícil identificar o que realmente é novidade e o que é importante. Este resumo foi feito para ajudá-lo nessa tarefa, listando tudo o que é importante saber até o momento.

Vírus de Wuhan, ou coronavírus 2019-nCoV

  • Em 30 de janeiro de 2020, a OMS declarou que o surto do novo coronavírus (2019-nCoV) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII).
  • Os coronavírus são a segunda principal causa do resfriado comum (após rinovírus) e, até as últimas décadas, raramente causavam doenças mais graves em humanos do que o resfriado comum.
  • Além do recém-descoberto 2019-nCoV, há sete coronavírus humanos (HCoVs) conhecidos, entre eles o SARS-COV (que causa síndrome respiratória aguda grave) e o MERS-COV (síndrome respiratória do Oriente Médio).
  • Casos de doenças causadas pelo novo coronavírus foram notificados pela primeira vez em 31 de dezembro de 2019, na China. Atualmente, 24 países já confirmaram casos - a maioria deles na China. No Brasil ainda não há casos confirmados.
  • As medidas de proteção são as mesmas utilizadas para prevenir doenças respiratórias, como: se uma pessoa tiver febre, tosse e dificuldade de respirar, deve procurar atendimento médico assim que possível e compartilhar o histórico de viagens com o profissional de saúde; lavar as mãos com água e sabão ou com desinfetantes para mãos à base de álcool; ao tossir ou espirrar, cobrir a boca e o nariz com o cotovelo flexionado ou com um tecido - em seguida, jogar fora o tecido e higienize as mãos.

Surgimento do vírus

A Organização Mundial da Saúde (OMS) foi alertada sobre vários casos de pneumonia na cidade de Wuhan, província de Hubei, na China, em 31 de dezembro de 2019. Tratava-se de uma nova cepa (tipo) de coronavírus que não havia sido identificada antes em seres humanos. O vírus foi caracterizado em 7 de janeiro de 2020.

Os coronavírus estão por toda parte, sendo a segunda principal causa de resfriado comum (após os rinovírus) e, até as últimas décadas, raramente causavam doenças mais graves em humanos do que o resfriado comum.

Ao todo, sete coronavírus humanos (HCoVs) já foram identificados: HCoV-229E, HCoV-OC43, HCoV-NL63, HCoV-HKU1, SARS-COV (que causa síndrome respiratória aguda grave), MERS-COV (síndrome respiratória do Oriente Médio) e o, mais recente, novo coronavírus (que foi temporariamente nomeado 2019-nCoV).

Em 30 de janeiro de 2020, a OMS declarou que o surto do novo coronavírus (2019-nCoV) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII). A ESPII é definida como "um evento extraordinário que pode constituir um risco de saúde pública para outros países devido a disseminação internacional de doenças; e potencialmente requer uma resposta internacional coordenada e imediata". Essa decisão aprimora a coordenação, a cooperação e a solidariedade global para interromper a propagação do vírus.

É a sexta vez na história que uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional é declarada. As outras foram:

  • 25 de abril de 2009 - pandemia de H1N1
  • 5 de maio de 2014 - disseminação internacional de poliovírus
  • 8 agosto de 2014 - surto de Ebola na África Ocidental
  • 1 de fevereiro de 2016 - vírus zika e aumento de casos de microcefalia e outras malformações congênitas
  • 18 maio de 2018 - surto de ebola na República Democrática do Congo

Perguntas e respostas sobre o coronavírus

Quais são os sintomas de alguém infectado com o coronavírus?
Depende do vírus, mas há sintomas comuns como febre, tosse e dificuldade de respirar. Em casos mais graves, a infecção pode causar pneumonia, síndrome respiratória aguda grave, insuficiência renal e até morte.

Os coronavírus podem ser transmitidos de pessoa para pessoa?
Sim, alguns coronavírus podem ser transmitidos de pessoa para pessoa, geralmente após contato próximo com um paciente infectado, por exemplo, em casa, no local de trabalho ou em um centro de saúde.

Existe uma vacina para um novo coronavírus?

Existe uma vacina para um novo coronavírus?Quando uma doença é nova, não há vacina até que uma seja desenvolvida. Pode levar alguns anos para que uma nova vacina seja desenvolvida.

Existe um tratamento para um novo coronavírus?
Não existe tratamento específico para a doença causada por um novo coronavírus, mas muitos dos sintomas podem ser tratados. As opções terapêuticas dependem do estado clínico de cada paciente. O tratamento dos sintomas nas pessoas infectadas pode ser muito eficaz.

O que posso fazer para me proteger?
As recomendações para reduzir a exposição a uma série de infecções e para não transmiti-las são:

  • Lave as mãos com água e sabão ou com desinfetantes para mãos à base de álcool;
  • Ao tossir ou espirrar, cubra a boca e o nariz com o cotovelo flexionado ou com um tecido - jogue fora o tecido imediatamente e higienize as mãos;
  • Se tiver febre, tosse e dificuldade de respirar, procure atendimento médico assim que possível e compartilhe seu histórico de viagens com o profissional de saúde;
  • Evite contato próximo sem proteção adequada com qualquer pessoa com sintomas semelhantes aos da gripe ou resfriado.
  • Cozinhe bem a comida, especialmente carne e ovos.
  • Se visitar mercados de animais vivos em áreas onde foram notificados casos do novo coronavírus, evite o contato direto sem proteção adequada com animais vivos e com superfícies em contato com esses animais;
  • Evite o consumo de produtos de origem animal crus ou mal cozidos. Carne crua, leite ou órgãos de animais devem ser manuseados com cuidado, para evitar a contaminação cruzada com alimentos não cozidos, conforme as boas práticas de segurança alimentar.

Os seres humanos podem ser infectados por outros coronavírus de origem animal?
Uma série de investigações descobriram que o SARS-CoV foi transmitido de civetas para humanos na China em 2002 e o MERS-CoV de camelos dromedários para humanos na Arábia Saudita em 2012. Embora o 2019-nCoV pareça ter evoluído em cobras, ainda não se sabe a partir de qual animal ele atingiu os humanos. Na verdade, vários coronavírus conhecidos que ainda não infectaram humanos estão circulando em animais. À medida que a vigilância melhora no mundo, é provável que mais coronavíru sejam identificados.

 

Suplementos e dietas: Vale a pena?

janeiro 13, 2020

Será que os suplementos nutricionais que as pessoas tomam, ou as dietas a que aderem, realmente as protegem contra problemas cardiovasculares e morte prematura?

Talvez não, sugere uma nova revisão abrangente de meta-análises e ensaios clínicos randomizados realizada por uma equipe liderada pelo Dr. Safi Khan, professor da Escola de Medicina da Universidade de Virginia Ocidental (EUA).

"A razão pela qual conduzimos este estudo foi que milhões de pessoas em todo o mundo consomem suplementos ou seguem certos padrões alimentares, mas não há evidências de boa qualidade que sugiram que essas intervenções tenham algum efeito na proteção cardiovascular," disse Khan.

Foram analisados 277 ensaios clínicos randomizados - dos quais participaram quase 1 milhão de adultos - para verificar se e como vários suplementos nutricionais e dietas influenciaram as taxas de mortalidade e os desfechos cardiovasculares.

Suplementos que fazem bem e suplementos que fazem mal

Dos 16 suplementos nutricionais considerados, apenas dois parecem ser benéficos: o ácido fólico e o ômega-3, ácidos graxos de cadeia longa. Os resultados sugerem que tomar ácido fólico pode proteger contra o AVC e que tomar ômega-3 pode reduzir o risco de ataque cardíaco e doença coronariana.

Já tomar suplemento de cálcio e vitaminas pode ser de fato prejudicial: Por exemplo, a meta-análise indicou, com certeza moderada, que tomar uma combinação de suplemento de cálcio e vitamina D pode aumentar o risco de acidente vascular cerebral.

Mas tomar apenas cálcio ou apenas vitamina D parece não ter efeito sobre a mortalidade ou sobre os resultados cardiovasculares. O mesmo se verificou com todos os outros suplementos que a meta-análise abordou, tais como multivitaminas, ferro, ácido fólico, beta-caroteno e antioxidantes.

Sem dietas: coma menos sal, evite açúcar e não consuma alimentos processados

Quando os pesquisadores voltaram sua atenção para as dietas, eles constataram que comer menos sal, menos açúcar e evitar totalmente as gorduras hidrogenadas/trans (alimentos processados, não naturais)  melhora a saúde, diminui inflamação e prolonga a vida mais que restrição de calorias.

 

Como escolher o Azeite (óleo de oliva) ideal

agosto 20, 2019

Embalagem:

Embalagens de metal e de vidro transparente são ruins; o ideal é vidro escuro.

 

Acidez:

Tem que ser acidez baixa, tipo 0,2. O ideal é abaixo de 0,8.

 

Ingredientes:

Não pode ter outro tipo de óleo misturado.

 

Forma de extração:

Tem que ser extravirgem e/ou prensado a frio.

 

Produção e transporte:

Observe se o local onde foi produzido também foi envazado pois o ideal é que transporte do azeite seja feito no vidro que será comercializado e não solto em caminhões.


 

Alimentação x saúde mental

maio 11, 2019

Alimentação pouco saudável afeta saúde mental


Uma alimentação de má qualidade mostrou-se fortemente associada a problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade - independentemente de características pessoais como sexo, escolaridade, idade, estado civil e nível de renda.

Os adultos que consumiam mais alimentos não saudáveis também apresentaram maior probabilidade de relatar sintomas de sofrimento psicológico moderado ou grave do que seus pares que consumiam uma dieta mais saudável.

Um elevado consumo de açúcar mostrou-se associado com transtorno bipolar, por exemplo, enquanto o consumo de frituras, alimentos que contêm grandes quantidades de açúcar e grãos processados foram associados a uma maior incidência de depressão.

Jim Banta, professor da Escola de Saúde Pública da Universidade Loma Linda (EUA), afirmou que os resultados são semelhantes aos de estudos anteriores realizados em outros países.

"Este e outros estudos como este podem ter grandes implicações para tratamentos em medicina comportamental," disse o pesquisador. "Talvez tenha chegado o momento de olharmos mais de perto o papel da dieta na saúde mental, porque pode ser que as escolhas alimentares saudáveis contribuam para a saúde mental. Mais pesquisas são necessárias antes que possamos responder definitivamente, mas as evidências parecem estar apontando nessa direção."

Medicina comportamental

O professor Banta alerta que a ligação encontrada entre uma má alimentação e a doença mental não é uma relação causal - as duas coisas vêm juntas, mas não é possível dizer que uma causa a outra -, uma vez que o estudo usou dados epidemiológicos.

Ainda assim, ele disse que os resultados consistentes com estudos anteriores podem embasar as abordagens que os profissionais de saúde administram para tratamentos de medicina comportamental.

Os dados mostraram que quase 17% dos adultos da Califórnia são susceptíveis de sofrer de alguma doença mental - 13,2% com sofrimento psicológico moderado e 3,7% com sofrimento psicológico grave.

O estudo foi publicado no International Journal of Food Sciences and Nutrition.


 

Qual é o melhor óleo para baixar o colesterol?

novembro 6, 2018

Óleo para baixar o LDL

Se você deseja diminuir seu colesterol LDL (lipoproteína de baixa densidade), ainda rotineiramente chamado de "colesterol ruim", a pesquisa é clara sobre uma coisa: você precisa trocar as gorduras saturadas por gorduras insaturadas.

Mas se você quiser saber qual gordura - ou óleo, ou azeite, como queira - deve usar para refogar seu jantar ou temperar sua salada, essa já é uma pergunta mais difícil de responder.

Muitos dos estudos científicos que estabelecem que as gorduras mono e poli-insaturadas são melhores para os lipídios sanguíneos do que as gorduras saturadas avaliam uma fonte de alimento de cada vez, tornando difícil dizer qual de uma infinidade de óleos vegetais pode ser mais benéfica.

Lukas Schwingshackl, pesquisador do Instituto Alemão de Nutrição Humana, decidiu então deixar a culinária de lado e usar ferramentas estatísticas sofisticadas para reduzir a incerteza sobre o que a montanha de dados na literatura nutricional pode nos dizer.

Ele e seus colegas usaram uma técnica emergente chamada "meta-análise de rede" para extrair informações de estudos científicos já publicados sobre o efeito de vários óleos sobre os lipídios do sangue - sobretudo em relação do LDL e ao HDL.

Os resultados mostraram que os óleos extraídos de sementes são a melhor escolha para pessoas que querem melhorar seu colesterol.

Óleos de sementes

Para contornar o fato de que nunca houve um estudo comparando todos os óleos disponíveis - isso seria virtualmente impraticável e caríssimo -, a equipe de Schwingshackl usou a estatística para combinar óleos e gorduras sólidas umas contras as outras, mesmo que cada uma tenha sido analisada em um estudo diferente.

Por exemplo, suponha que um estudo tenha comparado a manteiga com o azeite de oliva, e outro tenha comparado o óleo de girassol com o azeite de oliva. As abordagens estatísticas da meta-análise permitiram inferir uma comparação quantitativa entre a manteiga e o óleo de girassol. "A beleza deste método é que você pode comparar muitas intervenções diferentes simultaneamente e, no final, você consegue um ranking. Você pode dizer: 'Este é o melhor óleo para este resultado específico'," explicou Schwingshackl.

A classificação final indicou que as gorduras sólidas, como manteiga e banha, são a pior escolha para o LDL. As melhores alternativas são os óleos extraídos de sementes.

"Óleo de girassol, óleo de linhaça, óleo de colza e óleo de cártamo tiveram o melhor desempenho," disse Schwingshackl. "Algumas pessoas dos países do Mediterrâneo provavelmente não ficarão muito contentes com este resultado, porque prefeririam ver o azeite de oliva no topo. Mas não é este o caso."

Estudo difícil

Existe ao menos uma ressalva importante para a pesquisa: Os cientistas avaliaram apenas os lipídios no sangue. "Este não é um problema clínico muito sério," reconhece Schwingshackl. "O LDL é um fator de risco causal para doença coronariana, mas ele não é uma doença coronariana."

No entanto, pode ser difícil conduzir um estudo desses comparando resultados clínicos - para começar, alguém precisaria encontrar voluntários dispostos a comer apenas um tipo de gordura por anos a fio, até que eventualmente os problemas reais de saúde surgissem.

 

Qual é o óleo mais saudável para frituras?

novembro 6, 2018

Você pode pensar que é óbvio que frituras feitas com óleo vegetal são mais saudáveis do que se fossem feitas com óleo animal, como banha ou manteiga.

Mas será mesmo?

Para descobrir isso, moradores de Leicester, na Inglaterra, receberam uma variedade de gorduras e óleos, que deveria ser usado e depois devolvido para ser analisado pela equipe do professor Martin Grootveld, da Universidade de Leicester (Reino Unido).

As gorduras e óleos usados foram: óleo de girassol, óleo vegetal, óleo de milho, óleo de canola, azeite, manteiga e banha animal.

O resultado foi surpreendente.

Óleos mais saudáveis

Quando você está fritando ou cozinhando em uma alta temperatura (próximo de 180°C), as estruturas moleculares de gorduras e óleos mudam. Acontece o que chamamos de oxidação - elas reagem com o oxigênio do ar formando aldeídos e peróxidos de lipídio. Na temperatura ambiente, algo semelhante acontece, mas de maneira muito mais lenta. Quando lipídios se decompõem, eles se tornam oxidados.

O consumo de aldeídos, mesmo que em pequenas quantidades, tem sido relacionado a um risco de doenças do coração e câncer.

Então o que a equipe descobriu? "Descobrimos que os óleos que eram ricos em poli-insaturados - o de milho e o de girassol - geravam altos níveis de aldeídos."

Isto é surpreendente porque até agora os cientistas afirmavam que o óleo de girassol era o mais "saudável". Mas vários aldeídos identificados na análise das amostras enviadas para a universidade ainda não haviam aparecido em outros experimentos com óleos.

"Óleo de girassol e de milho são bons," ressalta o professor Grootveld, "desde que você não submeta eles ao calor, como ao fritar alimentos ou ao cozinhar algo. É um fator químico simples que faz com que algo que é visto como saudável para nós se converta em algo que faz mal quando é submetido a temperaturas mais altas."

Banha e azeite

O azeite e o óleo de canola produziram muito menos aldeídos, assim como a manteiga e a banha animal. O motivo é que esses óleos são ricos em ácidos graxos monoinsaturados e saturados, que são muito mais estáveis quando submetidos ao calor. Na verdade, gorduras saturadas raramente passam pelo processo de oxidação.

A pesquisa sugere que, quando o assunto é cozinhar ou fritar, manteiga ou banha animal são mais indicadas do que óleo de girassol e de milho. "Se eu tivesse escolha entre banha e poli-insaturados, eu optaria pela banha sempre," afirma o pesquisador.

A banha animal, apesar de ter uma reputação de "não saudável", é, na verdade, rica em gorduras monoinsaturadas.

O conselho final de Grootveld é, primeiramente, evitar frituras, especialmente aquelas em temperaturas muito altas. Se você estiver fritando algo, tente usar o mínimo possível de óleo e tente remover todo o óleo do alimento após a fritura usando uma toalha de papel, por exemplo.

Para reduzir a produção de aldeídos, opte por um óleo ou gordura que sejam ricos em lipídios monoinsaturados ou saturados (preferencialmente 60% para um ou outro) e mais de 80% para os dois juntos), e que sejam pobres em polinsaturados (menos de 20%).

O professor acredita que o "óleo ideal" para cozinhar seja o azeite, porque "tem 76% de lipídios monoinsaturados, 14% saturados e apenas 10% polinsaturados". E, nesse caso, o azeite não importa se o azeite é "extra virgem" ou não. "Os níveis antioxidantes presentes em produtos extra virgem são insuficientes para proteger contra a oxidação induzida pelo calor."

Sobre as gorduras

Gorduras poli-insaturadas: contêm duas ou mais ligações carbono-carbono. Em alimentos como sementes, peixes, folhas verdes e nozes, podem trazer vários benefícios para a saúde. No entanto, os benefícios advindos do consumo de óleo de girassol e de milho, apesar de ricos em poli-insaturados, ainda não estão tão claros.

Óleos monoinsaturados: contêm apenas uma ligação dupla carbono-carbono. São encontrados em abacates, azeitonas, azeite, amêndoas e avelãs e também em banha animal. O azeite, que tem aproximadamente 76% de monoinsaturados, é um dos principais elementos da dieta mediterrânea, que tem-se mostrado muito efetiva para reduzir o risco de doenças do coração.

Gorduras saturadas: não têm ligação dupla de átomos de carbono. Apesar de especialistas indicarem o consumo desse tipo de gordura, recentemente os benefícios dela e de outras gorduras derivadas de animais têm sido questionados.

 

Estilo de vida reduz necessidade de remédio para hipertensão

novembro 6, 2018

Estilo de vida para baixar a pressão

Talvez algumas pessoas não precisem tomar remédios diariamente contra a hipertensão: Mudanças no estilo de vida são o primeiro passo para reduzir a pressão arterial.

Homens e mulheres com pressão arterial elevada reduziram a necessidade de medicamentos anti-hipertensivos em apenas 16 semanas após fazerem pequenas alterações em seu dia a dia.

"Modificações no estilo de vida, incluindo uma alimentação mais saudável e exercícios regulares, podem diminuir muito o número de pacientes que precisam de medicamentos para baixar a pressão. Isso é particularmente o caso de pessoas que têm pressão arterial sistólica entre 130 e 160 mmHg e diastólica entre 80 e 99 mmHg," conta o Dr. Alan Hinderliter, da Universidade da Carolina do Norte (EUA).

Hinderliter e seus colegas acompanharam 129 homens e mulheres com sobrepeso ou obesidade, entre 40 e 80 anos de idade e que tinham hipertensão. A pressão arterial dos voluntários estava entre 130-160/80-99 mmHg. Mais da metade eram candidatos a medicação anti-hipertensiva no início do estudo, de acordo com as diretrizes mais recentes, mas nenhum estava tomando ainda os medicamentos para baixar a pressão arterial no momento do experimento.

Dieta para reduzir pressão alta

Os pesquisadores atribuíram aleatoriamente cada paciente a uma de três intervenções de 16 semanas. Os participantes de um grupo mudaram o conteúdo de suas dietas e participaram de um programa de controle de peso que incluiu aconselhamento comportamental e exercício supervisionado três vezes por semana. Eles mudaram seus hábitos alimentares para um plano conhecido como DASH, sigla em inglês para "abordagem dietética para baixar a pressão arterial". O plano enfatiza frutas, vegetais e laticínios com baixo teor de gordura e minimiza o consumo de carne vermelha, sal e doces.

Os participantes do segundo grupo mudaram apenas a dieta e o terceiro grupo não mudou hábitos alimentares e nem acrescentou exercícios à sua rotina.

Os resultados foram os seguintes:

  • Aqueles que adotaram a dieta DASH e participaram do grupo de controle de peso perderam uma média de 19 quilos e reduziram a pressão arterial em uma média de 16 mmHg sistólica e 10 mmHg diastólica no final das 16 semanas.
  • Os que seguiram apenas o plano de alimentação DASH reduziram a pressão arterial em uma média de 11 mmHg sistólica e 8 mmHg diastólica no final das 16 semanas.
  • Aqueles que não mudaram seus hábitos alimentares ou de exercício experimentaram um declínio da pressão arterial em uma média de 3 mmHg sistólica e 4 mmHg diastólica no final das 16 semanas.

Até o final do estudo, apenas 15% daqueles que haviam mudado tanto a dieta quanto os hábitos de exercícios precisaram de medicamentos anti-hipertensivos, em comparação com 23% no grupo que apenas mudou a dieta. No entanto, não houve mudança na necessidade de medicamentos entre aqueles que não mudaram sua dieta ou hábitos de exercício - quase 50% continuou a atender aos critérios para o tratamento medicamentoso.

Hinderliter acredita que as modificações no estilo de vida podem ser igualmente úteis para pessoas com maior risco de doença cardiovascular quanto para os pacientes que tomam medicamentos para pressão alta, mas isso precisará ser confirmado em estudos futuros, disse ele.

 

Alergia à Proteína do Leite de Vaca: Como cuidar do seu bebê

novembro 6, 2018

Alergia

A alergia à proteína do leite de vaca não é incomum em bebês.

Na realidade, a Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV) é o tipo de alergia alimentar mais comum nas crianças de até dois anos, de acordo com o Ministério da Saúde.

A alergia é caracterizada pela reação do sistema imunológico às proteínas do leite, principalmente à caseína e as proteínas do soro.

Para um diagnóstico correto é preciso estar atento aos sintomas.

"A confirmação é feita pelo médico com base na história clínica e os sintomas que a criança vem apresentando. Dentre outros aspectos a serem analisados, é feita uma análise com o desaparecimento dos sintomas de 1 a 30 dias depois da exclusão da proteína do leite de vaca da alimentação da criança. O diagnóstico é fechado quando os sintomas reaparecem após o teste de provocação oral, onde é disponibilizado uma pequena quantidade de leite ou alimento que o contenha para criança e se observa se os sintomas reaparecem," explica Simone Costa Guadagnin, da Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.

Os principais sinais e sintomas relacionados à APLV são:

  • Cutâneo: coceira; urticária; inchaços na pele; manchas vermelhas pelo corpo; dermatite atópica.
  • Gastrointestinal: náuseas; vômitos; diarreia; sangue nas fezes; refluxo gastrointestinal; dor abdominal.
  • Oral: coceira e/ou inchaço dos lábios/língua e palato.
  • Respiratório: coceira e sensação de garganta fechando; inchaço de glote e laringe; tosse seca irritativa; sensação de aperto torácico; crises de espirro e intensa congestão nasal.
  • Cardiovascular: dor torácica; arritmia; hipotensão (pressão baixa) e choque.
  • Neurológico: convulsão; sonolência e perda de consciência.

Sintomas da alergia ao leite de vaca tendem a desaparecer

A boa notícia é que dificilmente será necessário conviver com os sintomas da APLV pelo resto da vida - com o tempo os sintomas da alergia tendem a desaparecer.

"Muitas crianças, com o passar do tempo, vão deixando de ser alérgicas, mas para isso é preciso seguir o tratamento corretamente. A ingestão de alimentos com leite quando a criança apresenta sintomas pode retardar o desenvolvimento da remissão da alergia. Não é possível precisar o tempo exato, pois depende muito do tipo de reação e da forma como o organismo da criança reage. Mas é importante reavaliar e realizar o teste de provocação após cerca de 6 a 12 meses de tratamento sem sintomas," disse Simone.

Alimentação para crianças com alergia ao leite de vaca

Com a confirmação da alergia, surgem as dúvidas sobre a alimentação das crianças.

Simone explica que é importante lembrar que a criança que tem alergia à proteína do leite de vaca pode manter o aleitamento materno, contudo a mãe precisa ter cuidado com a própria alimentação.

"Os bebês não devem ter a amamentação interrompida, mas deverá haver a exclusão do leite de vaca e de seus derivados da dieta materna. Se a criança já estiver em aleitamento artificial é recomendável que as fórmulas infantis utilizadas atendam às necessidades nutricionais da criança e que sejam apropriadas para o tipo de alergia," esclarece.

 
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