Fica a dica!

janeiro 16, 2017

 

Fica a dica!

janeiro 16, 2017

 

Menos sal......

janeiro 16, 2017
A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a redução do consumo de sal para até 5 g/dia por pessoa. A ingestão excessiva deste tempero pode causar algumas doenças como pressão alta, doença renal, celulite, má circulação..
 

Gengibre

janeiro 16, 2017
Esse é um alimento super versátil! Você pode consumir na forma de chá, com sucos ou como tempero no preparo das refeições!

O gengibre alivia náuseas e enjoos, além de ser anti-inflamatório, podendo ajudar em diversas doenças de caráter inflamatório, como a artrite! Além disso esse alimento é termogênico, ou seja, ele acelera o metabolismo, facilitando a queima de gordura!

Porém, não basta comer o gengibre para emagrecer! É preciso aliar uma boa alimentação com a prática de exercícios.





 

OS CUIDADOS COM OS ÓLEOS EM NOSSA COZINHA

outubro 22, 2016

Há anos a indústria tenta nos passar a ideia de que os óleos vegetais poli-insaturados, como girassol, milho, soja e canola, são mais saudáveis. Puro marketing. Hoje, o consumo destes óleos está ligado ao aumento de alguns tipos de câncer e das doenças cardíacas. Os únicos óleos que você deve usar são os de babaçu ou de coco [inclui-se o palmiste]. A manteiga também é segura para refogados e o azeite de oliva fica melhor se adicionado aos pratos depois de prontos. Já o óleo de linhaça nunca pode ser aquecido.


Também deve evitar as gorduras hidrogenadas. Elas formam depósitos sólidos dentro de seu corpo. A maior parte dos alimentos processados – e dos fast foods – contém gordura hidrogenada ou parcialmente hidrogenada. Gordura hidrogenada não existe na natureza. Ela é uma maneira pela qual a indústria alimentícia encontrou para aumentar a vida útil dos óleos e não deixá-los rançosos (oxidados) rapidamente. É a mesma desculpa para justificar o uso de conservantes. Por isso, fuja das margarinas e outras “manteigas light”. A margarina foi criada para engordar os perus antes do abate. Ela não é um alimento verdadeiramente, mas uma substância análoga ao plástico que tem que ser adicionada de corantes e realçadores de sabor para poder ser “comível”. Se você deixar um pote de margarina ao ar livre, 50 anos depois ela estará da mesma maneira. Como diz um amigo meu: em margarina não pousa nem mosca! 


Entretanto, mesmo que você cuide do tipo de óleo que compra para o uso cotidiano, vários fatores podem afetar sua qualidade. O que queremos preservar são suas características físico-químicas, ou seja, queremos impedir que eles se deteriorem, que fiquem oxidados, que é o nome científico para rançado. Vamos começar pelo mais comum, o azeite de oliva.

E o que pode rançar o azeite de oliva? O primeiro é a exposição excessiva ao ar. A primeira providência é mantê-lo em garrafas bem fechadas, pois desta maneira, evitamos a exposição ao oxigênio ao ar atmosférico.


Além disso, o calor e a luz são fatores que aceleram o processo de oxidação. Escolha azeites que venham em garrafas escuras (geralmente vidro marrom ou verde escuro). Também é importante que a garrafa fique guardada num armário fechado e que não fique exposto à luz.

Quanto à temperatura, mesmo que o azeite seja mais estável e necessite de temperaturas mais elevadas para começar a se deteriorar é prudente não deixá-lo exposto a fontes de calor. Isso significa que não há a necessidade de guardá-lo em geladeira, mas em cima do fogão ou ao lado do forno não são os locais mais adequados.


Hoje ninguém mais duvida que os azeites de oliva são saudáveis. Os classificados como extravirgem possuem um teor mais de clorofila, por isso, quando colocados num recipiente branco percebe-se uma coloração esverdeada. E é por conta desta clorofila que digo que o azeite não é adequado para cozinhar/refogar, uma vez que o calor destrói suas principais propriedades e produz uma quantidade maior de radicais livres.

Se você quer cozinhar em temperaturas mais altas o ideal usar um tipo de gordura que seja saturada. Molécula saturada é aquela molécula cujos locais de ligação com outras moléculas estão ocupados. Por isso, são mais estáveis à decomposição, seja ao calor, ar ou luz. A banha de fonte animal (porco, pato, carneiro etc.) está nesta classificação. As gorduras de palmeiras, coco e babaçu são exemplos de óleos adequados para cozinhar. A manteiga também se enquadra nesta classificação, mas rança com muito mais facilidade (por isso guardamos em geladeira). 


Os óleos comuns são ruins por terem exatamente propriedades contrárias. São insaturados, na verdade, poli-insaturados, o que significa terem vários sítios de ligação com outras moléculas, ou seja, inúmeras possibilidades de produzir compostos inadequados. E o pior, o processo de fabricação desses óleos já os destrói na fábrica. Não salva um: milho, soja, girassol, canola… livre-se deles. 

 

Outro tipo de gordura que procuramos hoje em dia é a que contém grandes fontes de ômega 3, como na semente de linhaça e chia. Este possui um tipo específico, o ácido alfa linolênico (ALA) que não é encontrado com muita facilidade nos alimentos e que o corpo usa na fabricação de coisas tão importantes como as membranas que revestem todas as nossas células. Outras formas de ômega 3 são encontradas, principalmente, nos peixes e nos óleos de peixe, mas este é um tópico que iremos abordar em outro momento.

O que precisamos saber no momento é que o ALA se oxida (rança) com muita facilidade. A forma mais simples de ingeri-lo é pelo óleo de linhaça. E por tudo que apontamos aqui, com ele as recomendações devem ser seguidas à risca: garrafa escura e guardado em geladeira após aberto. Também, é importante não aquecê-lo, portanto, nada de usar para cozinhar em hipótese alguma.


Fonte: DR CARLOS BRAGHINI

 

Alimentos para memória

outubro 2, 2016

Podemos utilizar nutrientes inteligentes, estes nutrientes visam aumentar a capacidade de concentração, melhorar a memorização e tornar as pessoas mais animadas. Para potencializar essa ação, é necessário que os neurônios estejam saudáveis, recebendo 
suprimento adequado de oxigênio, glicose e os nutrientes abaixo:



MELHORES ALIMENTOS PARA O CÉREBRO

 

MAGNÉSIO
o magnésio é um nutriente fundamental para o funcionamento da memória
Fontes: folhas verdes, granola, aveia, farelo de trigo, arroz integral, brócolis, amêndoas, castanhas de caju, banana.

 

COUVE
Um estudo da publicação Neurology mostrou que comer duas ou mais porções de hortaliças — especialmente as de folhas verde-escuras — diminui o declínio cognitivo em 40%.

 

OMEGA 3

Melhora as funções cerebrais e auxiliar no controle do stress. Essa gordura previne doenças degenerativas e regulariza neurotransmissores do bem-estar.

Óleo de Peixe – rico em ácidos graxos poliinsaturados do tipo ômega-3. A carência no organismo dessas substâncias desfavorece a neutralização dos radicais livres provenientes da gordura trans dos alimentos, auxilia a hiperlipidemia e 
a síndrome plurimetabólica. Uma dieta pobre em ômega-3 favorece o desenvolvimento de doenças crônicas cardiovasculares. O ômega 3 auxilia a regularizar a fluidez do sangue e também na proteção contra doenças cardíacas, redução do colesterol, 
triglicérides e hipertensão arterial.

 

FISETINA
Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Salk, na Califórnia (EUA), a fisetina uma substância que se encontra no morango, pêssego, uva, kiwi, tomate, maçã e também na cebola e espinafre vem sendo considerada fundamental para manter a memória 
jovem.
A função da fisetina é estimular a formação de novas conexões entre os neurônios (ramificações) e fortalecê-las. Os alimentos deste grupo contêm substâncias que facilitam a comunicação entre os neurônios, aumentando também a capacidade de pensar, se concentrar, aprender e memorizar.

 

FERRO
Um estudo conduzido pela Universidade da Pensilvânia, nos EUA, verificou que mesmo uma pequena deficiência de ferro talvez prejudique a memória. Mas quando os níveis são restabelecidos o desempenho nos testes melhora. Fontes de ferro: carnes, 
folhas verde escuras, grãos integrais, ervilha torta, lentilha, feijão, etc.

 

ACIDO FÓLICO

A publicação Neuroepidemiology, por sua vez, mostrou uma relação entre baixos índices de ácido fólico e queda no desempenho cognitivo. O ácido fólico reduz o aminoácido homocisteína, que em excesso prejudica a atividade cerebral. Fontes de ácido fólico: vegetais folhosos verde escuros (espinafre, brócolis, couve, rúcula), tomate, cogumelos shimeji e shitake, etc.

 

SALVIA
Previne a quebra da acetilcolina, neurotransmissor envolvido na memória e no aprendizado. Pesquisadores ingleses da Universidade Northumbria mostraram que jovens que ingeriam óleo extraído da sálvia tinham um melhor repertório de palavras.

 

O cérebro

O cérebro é um sistema ultra-organizado e supercomplexo. Existem milhares de interconexões entre as diferentes regiões, a maioria ainda desconhecida pelos cientistas. Este esquema a seguir, ilustra uma versão simplificada dessas conexões:



1- Córtex pré-frontal


Comanda a capacidade da raciocinar, de resolver problemas e determina as respostas do comportamento do indivíduo ao estímulo recebido. Esta área é uma das últimas a amadurecer na adolescência. Talvez seja a razão por que o jovem toma decisões rapidamente, sem pensar nas consequências. É aqui também que os neurônios envolvidos em algumas atividades que exigem concentração, como fazer palavras cruzadas, são estimulados.

2- Lóbulo frontal

Região onde estão armazenadas informações que permitem o discernimento social e a capacidade de prever as consequências de uma atitude. Quando a pessoa toma um drinque, o álcool atinge o lóbulo frontal, levando-a a sentir-se mais alegre e relaxada

 

3- Córtex motor primário

Principal região do cérebro, responsável por movimentos como andar, correr. Os neurônios dessa área estão diretamente conectados com o cerebelo, que auxilia no "ajuste fino" do exercício. Durante qualquer atividade, diversos hormônios e substâncias são produzidos e liberados na corrente sanguínea, atingindo outras regiões do cérebro

 

4- Lóbulo parietal

É a região do cérebro que processa as reações somato-sensoriais. É ativado quando o indivíduo ouve uma música (audição) ou lê um livro (memorização).

 

5- Sistema límbico

Regula a sede, o impulso sexual, a fome. Este sistema emocional é ativado quando, por exemplo, um executivo tem de decidir onde aplicar o dinheiro de sua empresa. É aquilo que se convencionou chamar de "ouvir as emoções". Esta área é acionada
 quando se faz algo que dê prazer - tanto comer como ingerir drogas

 

6- Lóbulo occipital

Onde se processam basicamente os estímulos visuais captados pelos olhos, que interpretam informações por meio de comparações, seleção e integração. Está ligado também à memória visual, quando se lê um livro

 

7- Lóbulo temporal

Agrega principalmente os estímulos auditivos - como quando se ouvem as sonatas de Mozart, por exemplo.

 

8- Amígdala

É a área da expressão das emoções, como a tristeza e o medo. Aciona-se a amígdala quando se treme de medo ao ver um assalto. É como se tivesse sido disparado um alarme dentro do cérebro. Todo o organismo fica em estado de alerta.

 

9- Hipocampo

É a conhecida "região da memória", de curto e médio prazo - torna o indivíduo capaz de se lembrar, por exemplo, do que vestiu ontem. O sono REM, fase em que acontecem os sonhos, estimula o hipocampo. Quando a pessoa dorme, surgem fragmentos dessa memória. A memória de trabalho está ligada a esta região, onde também ocorre o aprendizado de novas informações         

 

10- Cerebelo

É aqui que acontece o aprendizado da música, das operações matemáticas e a coordenação motora fina. O cerebelo comanda o equilíbrio e a musculatura de todo o corpo. Um distúrbio aqui pode gerar paralisia das cordas vocais, de 
braços e pernas. Fazer tricô, por exemplo, envolve o córtex motor, mas é uma tarefa impossível sem o precioso auxílio do cerebelo - de onde saem os "comandos" para digitar ou tocar violão.

 

Deficiência de vitamina B12: Uma epidemia silenciosa, com graves consequências

outubro 2, 2016

O que todas estas doenças têm em comum?

  •  A doença de Alzheimer, demência, declínio cognitivo e perda de memória (coletivamente referidos como “envelhecimento”)
  •  A esclerose múltipla (EM) e outras desordens neurológicas
  •  Doença mental (depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose)
  •  Doença cardiovascular
  • Transtornos do aprendizado ou do desenvolvimento em crianças
  • Desordem do espectro autista
  • Doença auto-imune e desregulação imune
  • Infertilidade masculina e feminina
Resposta: elas podem imitar todos os sinais e sintomas de uma deficiência de vitamina B12.

A deficiência de vitamina B12 não é uma doença estranha, misteriosa. Pode-se ler sobre ela em cada livro de medicina e as suas causas e efeitos são bem estabelecidos na literatura científica.

No entanto, a deficiência de B12 é muito mais comum do que a maioria dos profissionais de saúde e o público em geral percebem. Dados do Tufts University Framingham Offspring Study sugerem que 40 por cento das pessoas com idades entre 26 e 83 anos possuem níveis plasmáticos de vitamina B12 na faixa normal baixa – uma faixa em que muitas pessoas experimentam sintomas neurológicos. Nove por cento tinham uma deficiência clara, e 16 por cento estava “perto da deficiência“.

Dito isto, estimou-se que a deficiência de B12 afete cerca de 40% das pessoas com mais de 60 anos de idade. É inteiramente possível que pelo menos alguns dos sintomas que atribuem ao envelhecimento “normal” – tais como perda de memória, declínio cognitivo, diminuição da mobilidade, etc. – sejam, pelo menos, em parte causados pela deficiência de B12.

Porque a deficiência de vitamina B12 é tão sub-diagnosticada?

A deficiência de vitamina B12 é muitas vezes perdida por duas razões. Em primeiro lugar, não é rotineiramente testada pela maioria dos médicos. Em segundo lugar, a extremidade inferior da faixa de referência de laboratório é demasiadamente baixa. É por isso que a maioria dos estudos subestimam os verdadeiros níveis de deficiência. Muitas pessoas com deficiência de vitamina B12 têm os chamados níveis “normais” de B12.

No entanto, é bem estabelecido na literatura científica que as pessoas com níveis de B12 entre 200 pg/ml e 350 pg/mL – níveis considerados “normais” – têm claros sintomas de deficiência de B12. Alguns especialistas em diagnóstico e tratamento da deficiência de B12, sugerem o tratamento de todos os pacientes que sejam sintomáticos e apresentem níveis de vitamina B12 inferior a 450 pg/mL. Eles também recomendam o tratamento de pacientes com B12 normal, mas com nível elevado de ácido metilmalonico urinário (MMA), homocisteína e / ou holotranscobalamina (outros marcadores de deficiência de B12).

No Japão e na Europa, o limite inferior para B12 é entre 500-550 pg/mL, o nível associado com manifestações psicológicas e comportamentais, tais como declínio cognitivo, demência e perda de memória. Alguns especialistas têm especulado que, no Japão, a aceitação de níveis normais mais elevados e a disposição de tratar os níveis que são considerados “normais” nos EUA, explicam as baixas taxas de doença de Alzheimer e demência naquele país.

O que é a vitamina B12 e por que você precisa dela?

A vitamina B12 trabalha em conjunto com o folato na síntese de DNA e das células vermelhas do sangue. Também está envolvida na produção da bainha de mielina em torno dos nervos, e na condução de impulsos nervosos. Você pode pensar no cérebro e no sistema nervoso como um grande emaranhado de fios. A mielina é o isolamento que protege os fios e os ajuda a conduzir as mensagens.

A deficiência grave de B12 em condições como anemia perniciosa (uma condição auto-imune em que o corpo destrói o fator intrínseco, uma proteína necessária para a absorção de B12) costumava ser fatal até que os cientistas descobriram que a morte poderia ser evitada pela alimentação de pacientes com fígado cru (que contém quantidades elevadas de vitamina B12). Mas anemia é a fase final da deficiência de B12. Muito antes da anemia surgir, a deficiência de vitamina B12 provoca vários outros problemas, incluindo fadiga, letargia, fraqueza, perda de memória e problemas neurológicos e psiquiátricos.

A deficiência de vitamina B12 ocorre em quatro fases, começando com a diminuição dos níveis sanguíneos de vitamina (fase I), progredindo para baixas concentrações celulares da vitamina (fase II), um aumento do nível de homocisteína no sangue e uma diminuição da taxa de síntese de DNA (fase III) e, finalmente, a anemia macrocítica (fase IV).

Porque a deficiência de vitamina B12 é tão comum?

A absorção de vitamina B12 é complexa e envolve várias etapas – cada uma das quais pode dar errado. Causas de má absorção de B12 incluem:

  • disbiose intestinal
  • intestino permeável e / ou inflamação do intestino
  • gastrites atróficas ou hipocloridria (baixa acidez estomacal)
  • anemia perniciosa (condição auto-imune)
  • medicamentos (especialmente IBP [inibidores da bomba de prótons]e outras drogas de supressão de ácido)
  • álcool
  • exposição a óxido nitroso (durante uma cirurgia ou a utilização recreativa)

Isso explica por que a deficiência de B12 pode ocorrer mesmo em pessoas que comem grandes quantidades de B12 contendo produtos de origem animal. Na verdade, muitos dos meus pacientes que são deficientes em vitamina B12 estão seguindo uma dieta low-carb / paleo onde comem carne com frequência.

Em geral, os seguintes grupos estão em maior risco para a deficiência de vitamina B12:

  • vegetarianos e veganos
  • pessoas com 60 anos ou mais
  • pessoas que usam regularmente IBP ou drogas supressoras de ácido
  • pessoas em uso de medicamentos para diabetes, como a metformina
  • pessoas com doença de Crohn, colite ulcerativa, doença celíaca ou SII
  • mulheres com história de infertilidade e aborto 

Nota para os vegetarianos e veganos: a vitamina B12 é encontrada somente em produtos de origem animal.

A vitamina B12 é a única vitamina que contém um elemento-traço, o cobalto, razão pela qual ela é chamada de cobalamina. A cobalamina é produzida no intestino de animais. É a única vitamina que não podemos obter a partir de plantas ou luz solar. As plantas não precisam de B12 e, portanto não possuem estoque dela.

Um mito comum entre os vegetarianos e veganos é que é possível obter vitamina B12 a partir de fontes vegetais, como algas, soja fermentada, spirulina e levedura de cerveja. Mas, na realidade, os alimentos vegetais, que se diz conterem B12, contêm na verdade substâncias análogas à B12, chamados cobamidas, que bloqueiam a ingestão e aumentam a necessidade da verdadeira vitamina B12.

ISTO EXPLICA POR QUE OS ESTUDOS DEMONSTRARAM CONSISTENTEMENTE QUE ATÉ 50% DE VEGETARIANOS DE LONGO PRAZO E 80% DOS VEGANOS SÃO DEFICIENTES EM VITAMINA B12.

Os efeitos da deficiência de B12 em crianças são especialmente alarmantes. Estudos têm demonstrado que as crianças iniciadas em um dieta vegana até os 6 anos de idade ainda são deficientes em vitamina B12 até mesmo anos depois que comecem a comer, pelo menos, alguns produtos de origem animal.

Em um estudo, os pesquisadores descobriram:

  • Uma associação significativa entre o status da cobalamina [b12] e o desempenho em testes que medem a inteligência fluida, habilidade espacial e memória de curto prazo (com as crianças anteriormente veganas marcando mais baixo do que as crianças onívoras em cada caso).

O déficit na inteligência fluida é particularmente preocupante, segundo os pesquisadores, por que:

  • Ele envolve o raciocínio, a capacidade para resolver problemas complexos, capacidade de pensamento abstrato e a capacidade de aprender. Qualquer defeito nesta área pode ter consequências de longo alcance para o funcionamento individual.

É por isso que é absolutamente crucial para aqueles que abstêm-se de produtos de origem animal compreenderem que não existem fontes vegetais de vitamina B12 e que todos os veganos e vegetarianos devem suplementar a vitamina B12. Isto é especialmente importante para as crianças vegetarianas ou veganas ou mulheres grávidas, cuja necessidade de B12 é ainda maior do que os adultos.

O tratamento da deficiência de vitamina B12

Uma das coisas mais tristes sobre a epidemia de deficiência de vitamina B12 é que o diagnóstico e o tratamento são relativamente fáceis e baratos – especialmente quando comparado com o tratamento das doenças que a deficiência de vitamina B12 pode causar. Um teste de B12 pode ser realizado por qualquer laboratório, e deve ser coberto pelo seguro. Mesmo para quem não tenha um plano de assistência, o custo deste exame é muito barato.

Como sempre, o tratamento adequado depende do mecanismo subjacente que está causando o problema. Pessoas com anemia perniciosa ou doença intestinal inflamatória como a doença de Crohn são suscetíveis de terem prejudicado a absorção por suas vidas inteiras, e isso, provavelmente, vai exigir injeções de vitamina B12 por tempo indeterminado. Isso também pode ser verdadeiro para aqueles com deficiência de vitamina B12 grave causando sintomas neurológicos.

Alguns estudos recentes têm sugerido que a dose elevada de administração oral ou nasal pode ser tão eficaz quanto as injeções para as pessoas com problemas de má absorção de vitamina B12. No entanto, a maioria dos especialistas ainda recomenda injeções de vitamina B12 para as pessoas com anemia perniciosa e deficiência de B12 avançada envolvendo os sintomas neurológicos.

A cianocobalamina é uma das formas de suplementação de B12 mais frequentemente utilizadas. Mas, provas recentes sugerem que a hidroxicobalamina (frequentemente utilizada na Europa) é superior à cianocobalamina, metilcobalamina e pode ser superior a ambas – especialmente para a doença neurológica.

Estudos japoneses indicam que a metilcobalamina é ainda mais eficaz no tratamento de sequelas neurológicas a deficiência de vitamina B12, e que pode ser melhor absorvido porque evita problemas potenciais em vários ciclos de absorção da vitamina B12. Em cima disso, a metilcobalamina fornece o corpo com grupos metil que desempenham um papel em vários processos biológicos importantes para a saúde global.

SE SUSPEITAR QUE VOCÊ TEM DEFICIÊNCIA DE B12, O PRIMEIRO PASSO É FAZER O TESTE.

Você precisa de uma linha de base precisa para trabalhar. Se você é deficiente B12, o próximo passo é identificar o mecanismo que causa a deficiência. Isso é algo que você provavelmente vai precisar de ajuda com de um médico. Uma vez que o mecanismo é identificado, a forma adequada (injeção, oral, sublingual ou nasal) de suplementação, a dose e a duração do tratamento poderá ser selecionada.

 

Fonte:http://verdademundial.com.br/2016/01/deficiencia-de-vitamina-b12-uma-epidemia-silenciosa-com-graves-consequencias/

 

Feijão

outubro 2, 2016

Onipresente na mesa dos brasileiros, o feijão é um alimento rico em nutrientes tais como potássio, cálcio, zinco, ferro, magnésio, proteínas, vitaminas do complexo B e fibras.

Isso vocês já devem saber não é mesmo?

A dúvida é qual o melhor feijão para consumir.

Na verdade, existem pouquíssimas diferenças nutricionais entre eles; o que difere é o sabor.

O feijão branco possui melhor qualidade proteica e uma glicoproteína, a faseolamina, que diminui a absorção de carboidratos além disso, possui baixo índice glicêmico e é rico em antioxidantes.

O feijão Azuki, é de grande riqueza nutricional, pois apresenta boas quantidades de fibras, ferro (maior que todos os outros), maior quantidade de zinco além de apresentar boa digestibilidade, pois fermenta menos. 

 

Aliás, falando então em fermentação, prestem atenção na dica:

 

TODOS eles possuem um composto antinutricional chamado ácido fítico que inibe a absorção dos nutrientes como cálcio, ferro, manganês e zinco. Para que essa absorção ocorra em nosso organismo, DEVEMOS SIM, DEIXAR O FEIJÃO DE MOLHO POR NO MÍNIMO 8 HORAS, COM SUCO ESPREMIDO DE 1 LIMÃO. Deixar o feijão de molho não só retira o fator antinutricional como favorece o cozimento. O cozimento, deve ser feito em fogo baixo, lentamente para não perder os nutrientes do feijão. 

 

Interessante? Gostaram? O importante é: COMAM FEIJÃO, todos são super nutritivos, com arroz fica o casamento perfeito.

 By nutricionista Anna Paula Adegas

 

Alimentação emocional, a comida que “preenche o vazio”

setembro 22, 2016

Comer doces depois de um término amoroso, devorar a comida em momentos de estresse e exceder as quantidades do que é suficiente para o nosso corpo são exemplos claros da alimentação emocional.

Acreditamos que “ser uma pessoa normal” é estar sempre alerta a respeito da alimentação, que devemos temer o chocolate, convencidos de que se pudéssemos controlar “essa feroz fome interior”, alcançaríamos a harmonia. Chegamos então à conclusão de que em muitas ocasiões comer se torna uma metáfora sobre a maneira como vivemos e a forma como gerimos as nossas emoções.

Em muitos casos a compulsão alimentar funciona como uma cortina de fumaça que nos impede de ver o verdadeiro problema: a perda do controle emocional pela necessidade de preencher o vazio em outras áreas da nossa vida.

 

A relação entre a carência emocional e a comida

O alimento pode se transformar em um substituto para o equilíbrio emocional. Quando vezes nós suprimos as nossas frustrações com a compulsão alimentar ou tomando um sorvete de chocolate? Essa compulsão na hora de se alimentar é, muitas vezes, um desespero a nível emocional.

As dietas não funcionam porque a comida e o peso são os sintomas, não o problema. Digamos que o fato de se concentrar no peso é uma maneira de não prestar atenção nas razões pelas quais as pessoas comem compulsivamente. Isto, naturalmente, é reforçado pela nossa sociedade, que foca a atenção sobre os quilos extras e as calorias consumidas.

Temos a impressão de que perder peso e ter uma figura esbelta provocará a liberação emocional dos fatos dolorosos que nos atormentam hoje. Geneen Roth, autora especializada, enfatiza que o excesso de peso é um sintoma, e mesmo que consigamos emagrecer, se não abordarmos as razões subjacentes, continuaremos infelizes. Mostraremos aqui um trecho do seu livro que ilustra muito bem essa questão.

Uma pessoa participou certa vez de um dos meus seminários depois de perder trinta e quatro quilos com uma dieta. Ela ficou na frente de cento e cinquenta pessoas e disse com a voz trêmula:

– Eu me sinto como se tivesse sido roubada: levaram o melhor dos meus sonhos. Eu acreditava realmente que quando perdesse peso a minha vida mudaria. Mas o que mudou foi a aparência externa, o interior continua o mesmo. Minha mãe continua morta e meu pai me batia quando eu era pequena. Eu estou com raiva, me sinto sozinha e agora já não tenho mais a ilusão de emagrecer.

 

O círculo vicioso da alimentação emocional

De alguma forma, a preocupação com o nosso corpo esconde preocupações mais profundas. Elas alimentam um círculo vicioso de preocupações que não são resolvidas e impedem a nossa capacidade de crescer e se desenvolver.

Para alguns autores, o verdadeiro problema do excesso de peso e da compulsão alimentar é que a comida se torna um substituto para o amor. Como diz Geneen Roth, “Se deixarmos de alimentar essa criança magoada que existe dentro do adulto solitário, podemos nutrir o amor e dar origem à intimidade.

Dessa forma, liberamos a dor do passado e nos fixamos no presente. Somente se nos concedermos um espaço para a intimidade e o amor aprenderemos a aproveitar comida e deixaremos de usá-la como um substituto”.

Em certos momentos acreditamos que comer nos salvará de nós mesmos, do ódio que sentimos e da angústia de sermos quem somos. Este é um tipo de pensamento mágico que reforça o círculo vicioso que nos assombra.

Quando comemos de forma desequilibrada estamos descuidando de nós mesmos e do nosso presente. Como já dissemos anteriormente, desabafar através da comida e engordar é somente um sintoma. Cada vez que comemos compulsivamente estamos reforçando a crença de que a única forma de ter o que queremos é através da alimentação emocional.

Então, cada vez que comemos excessivamente como resultado de um desequilíbrio emocional reforçamos o nosso problema e provocamos um descontrole ainda maior. A necessidade de comer grita cada vez mais alto, escondendo assim a verdadeira causa.

A alimentação emocional, comer excessivamente ou o desequilíbrio nutricional, na maioria das vezes, serve como um suporte imaginário para manter em pé as quatro paredes da nossa casa emocional.

Ganhar e perder peso o peso ou estar sempre de dieta é como estar em uma montanha-russa emocional de forma constante. Uma pessoa que utiliza a comida para se apoiar se embriaga através do caos, da intensidade emocional e da dramaticidade. Como já dissemos anteriormente, comer compulsivamente reflete o nosso sofrimento emocional.

 
 

Vitamina D: Sintomas e consequências da sua deficiência

setembro 22, 2016

A vitamina D é muito importante para o nosso corpo.

Ela fortalece os dentes e os ossos, pois promove uma maior absorção de cálcio no sangue.

Também reduz o risco de certos tipos de câncer, como o de próstata, de mama e de cólon.

E ajuda a regenerar e a estimular o nosso sistema imunológico.

Devido ao fato de a vitamina D influenciar a produção de hormônios no corpo, também pode melhorar determinadas condições de pele, como psoríase, vitiligo e esclerodermia, além de controlar o humor.

Recentemente, algumas pesquisas estão considerando a vitamina D muito importantante para a prevenção de esclerose múltipla, doenças cardiovasculares, infecções bacterianas e ataques virais.

A principal fonte da vitamina D é o sol.

Por isso, os banhos de sol, sem protetor/bloqueador e sem vidros entre o sol e você, devem fazer parte de uma vida saudável. 

Você produz vitamina D qdo a pele fica quente: pronto! já pode sair do sol; mais do que isso vc queima e ai que vem o perigo da câncer de pele.

Em países que têm condições de luz solar baixa durante alguns meses do ano, o organismo é incapaz de obter a sua quota adequada de vitamina D através da síntese natural.

Nesse período, suplementos de vitamina D3 podem ajudar para evitar a carência desta vitamina.

Como saber se você está com deficiência de vitamina D?

Existem 12 sinais que são fortes indicativos dessa carência.

Na ocorrência de um ou mais deles de forma simultânea, fique atento: seu corpo pode estar carente de vitamina D.

Converse com seu médico e peça-lhe exames que comprovem este deficit.

Estes são os 12 sinais de carência de vitamina D:

1. Fragilidade dos músculos e ossos

Se começar a sentir menos força, fraqueza nos dentes e ossos, você pode estar com deficit de vitamina D.

2. Angústia constante e depressão

Estudos têm mostrado que as mulheres com baixos níveis de vitamina D tendem a ficar deprimidas ou a enfrentar estados de profunda tristeza.

3. Sensibilidade corporal crônica

As pessoas que sofrem de dor crônica sem causa aparente podem estar com carência de vitaminsa D.

4. Queda da saúde bucal

A ocorrência frequente de gengivite, sangramento, acúmulo de placa e enfraquecimentos dos dentes pode indicar níveis baixos de vitamina D.

5. Aumento da pressão arterial

A vitamina ajuda a saúde do coração, estimulando a circulação sanguínea.

Quando há uma deficiência dela, a pressão arterial tende a aumentar.

6. Sonolência

Quando não tem níveis adequados de vitamina D, o corpo pode ter pouca energia, apresentando fadiga e sonolência.

7. Mudança de humor repentina

A vitamina D influencia na produção de serotonina.

A serotonina é um neurotransmissor encarregado de manter equilibrado nosso estado de ânimo.

8. Diminuição da resistência em atletas

Todas as alterações aqui citadas têm um impacto muito forte na vida dos atletas, que sentem uma perda intensa de sua disposição.

Isso ocorre porque a carência de vitamina D não só reduz os níveis de energia, mas também enfraquece os músculos.

9. Obesidade

Se você está com excesso de peso, você precisa de mais vitamina D.

Ocorre que esta vitamina é solúvel em gordura.

Ou seja, as células de gordura armazenam vitamina D.

Logo, quem está com quilos extras precisa de um reforço deste nutriente.

10. Doenças intestinais

Pesquisas mostraram que as pessoas que têm distúrbios intestinais, como doença de Crohn, colite, alergia ao glúten ou intestino irritável, têm níveis mais baixos de vitamina D.

11. Sudorese na cabeça

Um dos sintomas mais comuns de deficiência de vitamina D é a transpiração excessiva na cabeça.

12. Intensificação das alergias

Pessoas alérgicas têm o quadro agravado quando estão carentes de vitamina D.

 

Alimentação alcalinizante para uma vida mais saudável e um peso estável

setembro 18, 2016

A acidez no organismo pode levar a várias condições médicas, tais como úlceras, problemas de pele, artrite, osteoporose e até mesmo fadiga e depressão, de acordo com a Universidade de Indiana. 

O nosso organismo foi projetado para ser alcalino. O pH da maioria das nossas células e fluidos como, por exemplo, o sangue tem um valor ligeiramente alcalino de 7,3. 

Assim como o nosso corpo tem mecanismos para regular a temperatura, de forma que se mantenha num valor determinado, ele faz o mesmo para tentar manter o valor de alcalinidade do sangue em torno do pH 7,3. 

PH é a medida que define se um elemento ou composto é ácido ou básico (alcalino).

A tabela varia de zero a 14, onde:

pH = 0,0 => máximo de acidez;
pH = 7,0 => neutro;
pH = 14,0 => máximo de alcalinidade.

Um dos fatores que determinam o pH do sangue é, o alimento ingerido. Muitos médicos do passado já diziam que a alimentação correta é a maior prevenção contra doenças. O importante disso tudo é ter em mente que o sangue, que leva os nutrientes por todo o organismo, deve ter em média o pH entre 7,36 a 7,42. Ou seja, levemente alcalino. Em algumas situações, como estresse, envelhecimento, poluição e alimentação incorreta, é possível que a produção de ácidos aumente e coloque em risco o equilíbrio do pH sanguíneo. Nesses casos, o organismo ativa alguns mecanismos regulatórios, como por exemplo, o “sequestro” do cálcio dos ossos. Estas reservas de minerais alcalinos são facilmente consumidas devido ao nosso estilo de vida ocidental, ou seja, a maioria de nós ingere alimentos e bebidas que contém ácidos fortíssimos. Estes ácidos manifestam-se na nossa dieta através das colas e das bebidas gaseificadas, pizza, batatas fritas, bolos, biscoitos, refeições feitas no microondas, pão, cafeína, queijo, alimentos com gordura, tabaco, bebidas alcoólicas, lácteas, natas, etc…

Por exemplo, a Coca-Cola tem um pH entre o 2,0 e 3,0. Por isso, os efeitos de uma dieta constituída por carne, produtos lácteos, bebidas gaseificadas, álcool, etc., são os de provocar uma rápida utilização das nossas reservas alcalinas. Se o organismo está constantemente utilizando o cálcio para eliminar os ácidos que consumimos, então futuramente surgirão os sintomas da osteoporose (estudos científicos comprovam e associam o consumo de bebidas gaseificadas à ocorrência da osteoporose).

Estudos recentes reforçam a ideia de que uma dieta com pH equilibrado, otimiza o metabolismo aumentando a capacidade do organismo na eliminação de toxinas, além de diminuir a retenção de líquidos, consequentemente contribuindo com o processo de emagrecimento. É necessário que haja equilíbrio na ingestão de alimentos ácidos e alcalinos, mas também na quantidade de alimento consumido. A dieta alcalina, baseia-se em pesquisas realizadas pelo Dr. Robert Young e que levaram a nutricionista Vicki Edgson e a chef Natasha Corrett a publicar o livro “Honestly Healthy”, que virou mania entre as celebridades internacionais.

A proposta do programa é aumentar o consumo de alimentos ricos em minerais alcalinos (magnésio, potássio, cálcio e sódio) como: óleo de peixe, chá verde, grãos integrais, vegetais e amêndoas, inhame, lentilha, melão, brócolis, repolho, maçã, mamão, frutas cítricas e secas, folhas verdes, legumes, raízes, azeite de oliva, milho verde, abobrinha, quiabo e chuchu cru e de bebidas saudáveis com pouca ou nenhuma sacarose, frutose ou adoçantes como sucralose, sacarina, aspartame ou acessulfame, pouca cafeína ou açúcar, como suco de vegetal fresco, água de limão, chá de ervas, caldo de legumes, entre outros e evitar os alimentos ricos em ácidos como refrigerantes(incluindo água com gás e água tônica), café, chá-preto, açúcar, adoçantes, amendoim, grãos e vegetais ricos em amido (trigo, massas e feijão), farinhas brancas, todos os produtos processados, lácteos e chocolate.

De acordo com uma das autoras do livro, para que o programa seja incorporado em seu estilo de vida, e não somente como uma dieta temporária, você precisa segui-lo à risca apenas 70% do tempo. Nos outros 30%, você pode comer de tudo, incluindo pizza e vinho.

Nesta dieta todos os alimentos são permitidos, porém os alcalinos devem estar presentes numa proporção maior. Esta proporção entre os alimentos pode variar entre as diferentes pessoas, mas geralmente ela deve ter pelo menos 60% alcalinos e 40% ácidos”. É importante ressaltar que a acidez dos alimentos deve ser medida sobre seu efeito no organismo após a digestão e não em seu teor de acidez e alcalinidade intrínseca.

Enfatizo aqui que o ideal para o bom funcionamento orgânico é que o paciente não faça a dieta por um período curto de tempo, mas que seja um estilo de alimentação a ser adotada para a vida. A dieta não tem contraindicações e qualquer pessoa pode aderir. Porém é necessário evitar dietas muito restritivas, para que o organismo não seja prejudicado pela falta de outros nutrientes, além de respeitar a individualidade bioquímica e adequar as necessidades nutricionais de cada um, para evitarmos qualquer deficiência, por isso é fundamental ter um acompanhamento de um nutricionista.

 

Outras forma da alcalinização:

  • Meditação; a respiração lentificada evita a acidose
  • Boa condição cardiovascular: frequência cardíaca baixa em repouso favorece a alcalose
  • Evitar o estresse: a rápida respiração em momentos de nervosismo favorece e acidose
  • Uso de anti oxidantes


Forma de avaliação : pH da urina ou saliva

 

Referências:

The Alkaline Diet: Is There Evidence That an Alkaline pH Diet Benefits Health?
http://www.hindawi.com/journals/jeph/2012/727630/
Examining the relationship between diet-induced acidosis and cancer.
http://www.nutritionandmetabolism.com/content/9/1/72

Diet, evolution and aging—the pathophysiologic effects of the post-agricultural inversion of the potassium-to-sodium and base-to-chloride ratios in the human diet.
http://link.springer.com/article/10.1007/s394-001-8347-4

A Dieta Alcalina.
http://adietaalcalina.blogspot.com/2011/06/o-que-e-dieta-alcalina.html

Influence of diet on acid-base balance.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=T.+Remer%2C+%E2%80%9CInfluence+of+diet+on+acid-base+balance %2C%E2%8 0%9D+Seminars+in+Dialysis%2C+vol.+13%2C+no.+4%2C+pp.+221%E2%80%93226%2C+2000.

Dieta Alcalina.

Human skin condition and its associations with nutrient concentrations in serum and diet.
http://ajcn.nutrition.org/content/77/2/348.long

O que é a Dieta Alcalina ?
http://alimentacaoviva.blogspot.com.br/2011/06/o-que-e-dieta-alcalina.html

A ACIDOSE INDUZIDA PELA DIETA: É UM FENÔMENO REAL E CLINICAMENTE RELEVANTE? British Journal of Nutrition (2010), 103, 1185–1194 Joseph Pizzorno1*, Lynda A. Frassetto2 and Joseph Katzinger3 1PO Box 25801, Bastyr University, Seattle, WA 98165, USA 2Division of Nephrology, 12 Moffitt CTSI Clinical Research Center, University of California, San Francisco

The Effects of Diet and Stool Composition on the Net External Acid Balance of Normal Subjects EDWARD J. LENNON, JACOB LEMANN, JR.,t AND JOHN R. LITZOW :

Diet Acids and Alkalis Influence Calcium Retention in Bone Division of Clinical Pharmacology, University Hospital (CHUV), Lausanne, Switzerland. Osteoporosis International (Impact Factor: 4.17). 02/2001; 12(6):493-9. DOI: 10.1007/s001980170095

Água alcalina: questão fundamental Vanessa De Alcântara www.grupouninter.com.br/web/revistasaude/index.php/saudequantica/article/view/329

Effects of the metabolic alkalosis induced by the diet in the high intensity anaerobic performanceEffects of the metabolic alkalosis induced by the diet in the high intensity anaerobic performance O. Ríos Enríquez1, E. Guerra-Hernández1 y B. Feriche Fernández-Castanys2Departamento de Nutrición y Bromatología; Facultad de Farmacia, Universidad de Granada. Departamento de Educación Física y Deportiva; Facultad de Ciencias de la Actividad Física y el Deporte, Universidad de Granada. España

Clinical Effect and Mechanism of Alkaline Reduced Water ROSA MISTICA C. IGNACIO1 , KYUNG-BOK JOO3 AND KYU-JAE LEE1

Dieta alcalina diminui ácido úrico: Urine alkalization facilitates uric acid excretion Aya Kanbara, Masayuki Hakoda and Issei Seyam

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A Conexão Intestino – Cérebro: A Íntima Relação entre Intestino, Comportamento, Mente e Cérebro

setembro 18, 2016

O intestino determina, em grande parte, nossas emoções, estado mental e até preferências alimentares. Da saúde do intestino depende a saúde do cérebro.

À primeira vista essas afirmações podem parecer irreais – mas não são. Considere os seguintes fatos:

O intestino tem mais neurônios que a medula espinhal – cerca de 100 milhões – perdendo apenas para o cérebro em número de neurônios.

O intestino fabrica muito mais serotonina que o cérebro. Mais exatamente, 95% da serotonina é fabricada e armazenada no intestino. Serotonina é um neurotransmissor – substância química fabricada pelos neurônios e que possui papel vital na transmissão e processamento das informações e estímulos sensoriais através dos neurônios.

O equilíbrio da serotonina determina, em última análise, o “fundo musical” dos nossos pensamentos. Dependendo do fundo musical, uma mesma cena (pensamento) pode ser interpretada como alegre, triste, pavorosa, engraçada, neutra, relaxante ou aterrorizante.

Além da serotonina, o intestino fabrica e utiliza mais de 30 neurotransmissores – substâncias envolvidas na transmissão e processamento das informações pelos neurônios, tanto do intestino quanto do cérebro. Todos esses neurônios e neurotransmissores são necessários para a complexa função que é a passagem dos alimentos pelo intestino – a chamada digestão.

O processo de digestão envolve, entre outras coisas, o monitoramento da pressão exercida pelo alimento na parede do intestino a cada momento; o movimento coordenado desse alimento ao longo do intestino; o progresso do processo digestivo; a concentração de sal, nutrientes, acidez, alcalinidade – tudo isso sem ajuda do cérebro.

Ao mesmo tempo, esses mesmos neurônios e neurotransmissores, em conjunto com os do cérebro, fazem parte da rede neural responsável pela conexão entre o bem-estar emocional e o bem-estar físico.

E também, é claro, o mal-estar.

Neurotransmissores como a serotonina conectam o que acontece no cérebro com o que acontece no intestino e vice-versa.

A quase totalidade de quem sofre de doenças crônicas envolvendo o cérebro, como por exemplo depressão, pânico, ansiedade, enxaqueca, autismo, esquizofrenia etc, sofre também de problemas no sistema digestivo em maior ou menor grau, como constipação intestinal (intestino preso), síndrome do intestino irritável (alternância entre períodos com intestino muito solto e períodos com intestino preso), cinetose (enjôo fácil quando em movimento, por exemplo, numa simples viagem de carro ou ônibus), colite, doença de Crohn (tipo especial e potencialmente grave de inflamação no intestino), e todo tipo de má digestão e intolerâncias alimentares.

Emoções extremamente fortes podem causar desde “frio no estômago” até diarreia e/ou vômitos. Quantos de nós não lembramos de pelo menos um dia muito importante, na infância ou adolescência – pode ter sido uma viagem muito esperada, um prêmio muito antecipado, um final decisivo de torneio ou competição, ou até uma prova escolar – onde, justamente naquele dia, aconteceu uma diarreia e/ou vômito “inexplicável”?

Situações de stress podem também provocar um aumento da permeabilidade do intestino, resultando na absorção de “pedaços” maiores, incompletamente digeridos, de material digestivo, os quais, uma vez na circulação sanguínea, não são reconhecidos pelo organismo como nutrientes a serem aproveitados, mas sim como corpos estranhos a serem atacados pelo sistema imunológico, provocando reação com produção de anticorpos – uma reação inútil que apenas serve para criar todo um estado inflamatório no nosso corpo e cérebro, o que predispõe a uma série de doenças. Isso além de diminuir o “gás” de nosso sistema imunológico para combater os vírus e bactérias causadores de doenças que realmente importam, e predispondo, em consequência, a toda sorte de infecções.

Alimentos ásperos de impossível digestão – inclusive muitas das tão festejadas “fibras” – podem causar irritação e dano às delicadíssimas células epiteliais que recobrem o intestino, resultando em aumento da permeabilidade do intestino com as mesmas consequências do parágrafo anterior.

Você já se perguntou como os “chás emagrecedores” funcionam? Eles agem provocando irritação no intestino, o que resulta em digestão incompleta, absorção incompleta, aumento da velocidade do “trânsito intestinal” e eliminação mais rápida de alimentos que poderiam ter sido muito melhor digeridos – não sem que alguns desses “pedaços” tenham sido indevidamente absorvidos, provocando – mais uma vez – um estado inflamatório em todo nosso organismo.

A essa altura você já deve ter compreendido que o mesmo processo vale para quem faz uso muito frequente de laxantes – naturais ou não.

E inflamação inútil é exatamente o que não precisamos. As mais variadas doenças são causadas e/ou “turbinadas” por processos inflamatórios. Não apenas doenças acompanhadas de dor – como enxaqueca, cólicas menstruais, tendinites, fibromialgia e muitas outras “ias”, “ites” e dores que existem no universo – mas também doenças que não envolvem dor física porém envolvem processos inflamatórios, como esclerose múltipla, esquizofrenia, autismo, entre uma série de problemas de ordem cerebral, mental e comportamental.

Cada vez mais, a ciência vem percebendo que por trás de todas as doenças existe um componente inflamatório.

Tais reações de anticorpos contra “pedaços” mal digeridos de nutrientes pode ter consequências ainda mais desastrosas, na eventualidade de um desses “pedaços” ser confundido, pelo sistema imunológico, como sendo uma parte do corpo. Nesse caso, anticorpos começam a atacar estruturas do próprio corpo (por exemplo da glândula tireoide, cérebro, articulações ou qualquer outro órgão ou tecido), simplesmente por confundirem essas estruturas pertencentes ao nosso organismo com a estrutura química tridimensional de algum desses “pedaços” de material digestivo presentes, indevidamente, na circulação.

Essa confusão e ataque a estruturas do nosso próprio corpo por parte dos anticorpos recebe o nome de autoimunidade.

Doenças autoimunes são aquelas que resultam do ataque a órgãos e tecidos do corpo pelos nossos próprios anticorpos. Alguns exemplos de doenças autoimunes são doença celíaca, diabetes do tipo I, tireoidite de Hashimoto, artrite reumatóide e doenças cerebrais como esclerose múltipla.

Até mesmo doença de Parkinson (Nature Communications 5, artigo número: 3633, publicado em 16 de abril de 2014), autismo (Molecular Psychiatry 18:1171-1177, Nov 2013), e transtorno obsessivo-compulsivo (http://www.health.harvard.edu/blog/can-an-infection-suddenly-cause-ocd-201202274417) passaram a fazer parte da lista de suspeitos de possível fundo autoimune.

Podemos também olhar a conexão intestino-cérebro por outro ângulo: uma criança (ou adolescente, ou adulto) não come bem, vive à base de “produtos alimentícios” industrializados, refinados, desvitalizados, pobres em nutrientes e que até prejudicam, de uma forma ou de outra, a integridade do intestino e absorção de nutrientes necessários para o bom funcionamento do cérebro. Com o tempo, isso causa prejuízo das funções mentais mais sofisticadas, como memória, atenção, concentração e humor. Isso, por sua vez, leva a um aumento do stress, que como vimos acima, resulta num prejuízo ainda maior da função de absorção de nutrientes pelo intestino, criando um ciclo vicioso que inevitavelmente resulta em doenças e piora do estado mental e comportamental.

Qual a doença, ou qual a manifestação indesejável do estado mental e/ou comportamento que uma pessoa poderá ou não apresentar, dependerá das predisposições genéticas que essa pessoa possui.

Esse ciclo vicioso somente pode ser quebrado através do conhecimento que você começa a adquirir ao ler este artigo. Afinal, somente o conhecimento pode levar a mudanças-chave no estilo de vida.

Você ou suas crianças têm “alimentação rica em fibras”? À luz do que foi discutido, isso pode não ser tão bom quanto se imagina. Tudo depende das fibras utilizadas. O termo “fibras” pode incluir elementos que, mesmo moídos, esfarelados, cozidos e mastigados, continuam “duros”, “pontudos”, “cortantes” e agressivos para a delicada camada celular que compõe as vilosidades e criptas microscópicas do nosso intestino, causando má absorção, aumento da permeabilidade, e todas as possíveis consequências.

Você cozinha seus alimentos o quanto mais depressa, na panela de pressão, para economizar tempo e conta de luz/gás? Lembre-se que o cozimento lento (por mais tempo, no fogo baixo) ajuda a pré digerir os alimentos, de modo a tornar o processo digestivo menos agressivo e menos oneroso para nosso intestino, otimizando a absorção de nutrientes e preservando a integridade do tecido epitelial intestinal.

Deixar grãos de molho por 24 horas (feijão, arroz integral, lentilhas, grão-de-bico, etc) antes de cozinhá-los lentamente é uma maneira excelente de aumentar a digestibilidade desses grãos, e minimizar a agressividade deles para com nosso intestino. Nossos antepassados da era pré-alimentos-industrializados sempre faziam isso. Ah, e também deixavam o pão fermentar naturalmente por muitas horas, o que melhora a digestibilidade do trigo.

Hoje vivemos num mundo com cada vez menos tempo para cozinhar, porém cada vez mais doente. Colite, enxaqueca, depressão, pânico, intestino irritável, comportamento agressivo, autismo, distúrbio bipolar e doenças autoimunes estão cada vez mais frequentes, segundo as estatísticas.

Conclusão: para existir saúde plena, o intestino tem que funcionar bem.

Claro que não pude falar tudo, neste único artigo, sobre a conexão entre o intestino e o cérebro. Foi apenas uma pincelada.

E de tudo que ainda não falei (mas que abordo ou abordarei em outros artigos), faltou mencionar as bactérias que povoam nosso intestino. Elas determinam nossa saúde – não apenas a saúde do próprio intestino, a boa absorção de nutrientes e a formação ideal de fezes (portanto não me pergunte, nos comentários, “como eu faço com meu intestino preso se eu não comer fibras”, pois isso dependerá das bactérias sobre as quais ainda não conversamos), mas também a imunidade (a ponto que não conseguiríamos viver sem essas bactérias!) e, mais uma vez, o cérebro, a mente e o comportamento.

 

Receita para desintoxicar fígado e rins

setembro 18, 2016

Esta receita, com apenas dois ingredientes, é maravilhosa para a saúde como um todo.

Mas os seu principais efeitos são o emagrecimento, eliminação do inchaço e a limpeza do fígado e rins em poucos dias.

O excesso de peso pode ser descrito como o armazenamento excessivo de gordura no corpo.

Depósitos de gordura podem ameaçar seriamente a sua saúde, especialmente o coração, fígado e rins.

As articulações, os joelhos e a coluna também sofrem.

Pessoas que sofrem de obesidade geralmente têm maiores riscos de desenvolver diabetes, pressão alta, doenças cardíacas, distúrbios da função biliar, ácido úrico...

Se você tiver problemas com o excesso de peso, pode ter certeza: esta receita vai ajudá-lo(a) e muito!

Por que estamos afirmando isso?

Porque confiamos nos seus ingredientes e porque ela tem sido usada a elogiada por muitas pessoas.

Como dissemos, são dois ingredientes, limão e salsa.

O limão é poderoso, e bote poderoso nisso.

Apesar do sabor ácido, quando entra o organismo, ele alcaliniza o sangue, ou seja, melhora a qualidade do fluido que percorre veias, artérias e vasos capilares.

Essa capacidade de melhorar a qualidade do sangue faz com que o limão seja um dos mais poderosos agentes terapêuticos da natureza, combatendo e prevenindo doenças.

Esta espetacular fruta desintoxica o fígado e elimina toxinas e gorduras das células.

A salsa também é maravilhosa.

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Ela é muito rica em nutrientes, em especial as vitaminas A e C a pele, além dos minerais cálcio, enxofre, ferro, fósforo, magnésio e potássio.  

E é excelente para limpeza dos rins e de todo o aparelho urinário.

Além disso, tem forte ação diurética, combatendo o inchaço em todo o corpo.

É, por isso, ótima para ajudar na redução de peso.

Como é que se faz esta poderosa bebida com limão e salsa?

É muito simples:

INGREDIENTES

1 limão

Algumas folhinhas de salsa (60 gramas é a quantidade precisa)

300 mL de água (na temperatura ambiente)

MODO DE PREPARO

Esprema o suco do limão e pique a salsa em pedaços bem pequenos.

Coloque-os em um copo, despeje a água sobre eles e mexa.

Beba em seguida.

Não é para coar - os pedaços de salsa precisam ser ingeridos.

Tome esta bebida de manhã, em jejum, por 5 dias.

Após o quinto dia, faça uma pausa de 10 dias.

Em seguida, repita o tratamento mais uma vez.

Você vai notar uma redução no peso do seu corpo.

Mas, se você quiser perder ainda mais peso, fique repetindo as etapas descritas até que esteja satisfeito com o seu peso corporal.

O tratamento, além de simples, e não tem contraindicações.

Ou seja, pode ser feito por todos e só faz bem.



Fonte: Cura pela Natureza

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu Nutricionista

 

Como desviciar do açúcar?

agosto 27, 2016

O açúcar refinado é extremamente viciante.

As pessoas ficam viciadas nele e nem percebem.

Só para você entender melhor o que estamos afirmando, o professor Bart Hoebel, da Universidade de Princeton, descobriu que o açúcar age no cérebro de forma semelhante a drogas como heroína ou cocaína.

Em resumo, o consumo de açúcar é um hábito difícil de ser eliminado, pois é uma substância que vicia e causa dependência.

O quadro piora quando nosso corpo está invadido por fungos como a cândida e por parasitas que se alimentam de açúcar, aumentando ainda mais o desejo pelo "veneno branco".

Se você é um dos viciados por açúcar, não pode se acomodar.

É preciso reagir, lutar, como qualquer dependente químico.

E a boa notícia é que existe uma ótima receita para combater a vontade de consumir doces. E não só isso, esta receita também é ótima para eliminar os quilinhos extras.

O que ela tem de tão especial? Dois ingredientes que diminuem o desejo por açúcar e ajudam a acelerar o metabolismo, favorecendo a perda de peso: a canela e a hortelã.

 

A canela é muito especial; além de diminuir a compulsão por doces, ela diminui a absorção de açúcar, baixando as taxas de glicose no sangue.

A canela, portanto, é ótima para diabéticos.

Como a canela atua para reduzir o desejo por doces?

Seu sabor levemente adocicado engana o cérebro, fazendo-o se sentir saciado em relação ao consumo de doces.

A hortelã, o outro ingrediente da receita, também é muito poderosa para nos ajudar a superar a compulsão por açúcar.

O óleo presente nas suas folhas afeta, segundo pesquisas, diretamente a região do cérebro responsável pela sensação de saciedade, reduzindo o desejo por comidas doces.

É por isso que a receita a seguir é muito poderosa para eliminar o desejo por doces.

Mas não só isso: a canela e a hortelã também são ótimos emagrecedores naturais.

E, dessa forma, além de combate a vontade de consumir açúcar, a receita vai ajudar você a ficar de bem com a balança devido às propriedades emagrecedoras dos seus ingredientes.

 

INGREDIENTES

*1 colher (sopa) de canela em pó ou 2 pedaços de canela em pau (mais ou menos do tamanho de um dedo indicador)

*1 litro de água

*8 folhas de hortelã frescas

MODO DE PREPARO

À noite, perto de dormir, coloque os ingredientes em 1 litro de água.

Se usar canela em pó, fique atento, pois algumas marcas são misturadas com açúcar (leia o rótulo para saber se há açúcar ou se é canela pura).

Haverá a necessidade de misturar bem os ingredientes (com o auxílio de uma colher de pau) se você usar canela em pó.

Ponha a água na geladeira e, no outro dia, tome-a ao longo do dia.

Se usou canela em pó, antes de consumir a água, agite sempre a jarra ou a garrafa onde ela está armazenada.

Tome por 30 dias seguidos.

Se quiser tomar por mais tempo, sempre dê uma pausa de 7 dias antes de fazer mais um ciclo de 30.

Renove sempre os ingredientes, ou seja, não reaproveite nada de um dia para outro.

 

Por segurança, se você é hipertenso, evite consumir canela ou converse com seu médico sobre o assunto ou quando você usar monitore sua pressão para ver se ouve alteração.

Fonte: site cura pela natureza

 

25 alimentos alcalinos que regulam o pH sanguíneo e sua saúde

agosto 27, 2016

Quem não sabe que produtos processados, açucarados e com ingredientes químicos são péssimos para a saúde?

Pois é, a maioria está ciente disso, mas os fast-foods, por exemplo, não deixam de estar cheios.

Esse tipo de alimento altera o pH do nosso corpo, causando consequências terríveis.

O correto é que o nosso organismo seja alcalino, mas o ser humano insiste na má alimentação, acidificando o sangue.

Se você não sabe, o pH ácido afeta o sistema imunológico, abrindo espaço para muitas doenças graves.

Por isso, é muito importante que você faça de tudo para que seu corpo atinja o pH ideal.

Para ajudar você a manter sua saúde e bem-estar, nós apresentaremos uma lista de alimentos alcalinos que devem ser consumidos regularmente:

1. Acelga: este é um dos alimentos mais alcalinos. Nos protege contra vírus, bactérias e radicais livres.

2. Melão: esta fruta ajuda a eliminar toxinas e a alcalinizar o pH.
 
Melancia também é muito benéfica.

3. Trigo sarraceno: substitua o trigo tradicional pelo sarraceno: além de não ter glúten e aumentar nossa energia, este trigo, se consumido regularmente, melhora a função cardiovascular.

Onde se compra trigo sarraceno? Em boas lojas de produtos naturais.

Se não o encontrar em sua cidade, certamente poderá comprá-lo pela internet em alguma loja virtual.

4. Semente de linho: Esta semente é altamente alcalina, com fibras e muita vitamina E. O que isso significa? Que ela pode combater inflamações e reduz sintomas da menopausa.

- Abacate: composto por gorduras monoinsaturadas saudáveis que fortalecem o coração.

- Banana: é riquíssima e nutritiva.

- Amora: é rica em antioxidantes.

- Cenoura: contém betacaroteno e é conhecida pela capacidade de melhorar a visão.

- Alho: regula a pressão arterial.

- Brócolis: diminui o colesterol.

- Uvas: contém muitas vitaminas e antioxidantes, além de ser ótimas para hipertensos.

- Abacaxi: proporciona perda de peso saudável.

- Brotos: são de fácil digestão e cheios de enzimas e proporcionam equilíbrio hormonal.

- Limão: fruta alcalina, apesar de ter o sabor ácido; previne resfriados, tosse e gripe.

- Couve-de-bruxelas: ótimo anticancerígeno.

- Couve-flor: rica em antioxidantes.

- Laranja: rica em vitamina C, fortalecendo a imunidade.

- Algas marinhas: abundantes em iodo e ferro e diminuem bastante a acidez do organismo.

- Quinoa: regula o açúcar no sangue.

- Pepino: formado por 90% de água, o que deixa a pele saudável e mais jovem.

- Salsa: desintoxica intestinos.

-Manga: limpa o cólon.

- Mamão-Papaia: é um laxante natural e libera toxinas do cólon.

- Painço: cereal alcalino; bem melhor que o arroz.

- Rúcula: possui uma grande quantidade de cálcio e vitamina A excelentes para o corpo.


Fonte: site Cura pela Natureza

 

Gengibre

agosto 21, 2016

A raiz de gengibre, além de ser deliciosa, é bastante eficaz, composta de propriedades anti-inflamatórias, antiparasitárias, antivirais e antibacterianas.

Ela age de forma intensa no sistema imunológico, digestivo e no cardiovascular.
 
O gengibre contém vitaminas como a C e minerais como magnésio.
 
É muito comum encontrá-lo na culinária, dando um gostinho especial nas comidas e bebidas.
 
Neste texto vou ensinar a fazer a melhor água de gengibre.
 
Por que é a melhor? Porque ela vem reforçada com outros ingredientes anti-inflamatórios e depurativos.
 
Além de desinchar e emagrecer, ela trata gripe e outras viroses.
 
E também proporciona outros benefícios, como:
 
- Melhora a circulação
 
- Alivia as dores no corpo (inclusive enxaquecas e dores de cabeça)
 
- Reduz o risco de pedras nos rins
 
- Oferece nutrientes necessários para manter o funcionamento adequado do fígado
 
- Estimula o metabolismo.

Aprenda como fazer a mais poderosa água de gengibre:

INGREDIENTES
 
1 pedaço de 5cm de gengibre cortado em fatias
 
1 limão cortado em rodelas (não precisa descascar)
 
1 colher (café) de açafrão em pó
 
1 colher (sobremesa) de óleo de coco
 
1 litro de água
 
MODO DE PREPARO
 
Ferva a água com o gengibre.
 
Quando levantar fervura, adicione o limão, o açafrão, mexa, desligue o fogo e tampe a panela.
 
Espere dez minutos e acrescente o óleo de coco.
 
Tome três xícaras por dia.
 
Consuma por no máximo duas semanas.
 
Se quiser continuar tomando, dê uma pausa de uma semana e retome por mais duas.

Se for hipertenso(a), converse antes com seu médico para saber se pode ou não consumir gengibre.

Fonte: site Cura pela Natureza
 

Saiba mais sobre pH sanguíneo e doenças

agosto 21, 2016

Otto Heinrich Warburg foi um dos maiores nomes da medicina no século 20.

Ele ganhou o Prêmio Nobel em 1931, mas teve no total 47 indicações para receber essa premiação ao longo de sua vida.
Com o estudo "A causa principal e a prevenção do câncer", de 1923, o médico alemão prova de forma consistente que a causa do câncer é a deficiência de oxigênio e que as células cancerosas alimentam-se de açúcar.
Ele disse: "Para o câncer, há apenas uma causa nobre. Resumida em poucas palavras, a principal causa do câncer é a substituição da respiração de oxigênio nas células normais do corpo por uma fermentação do açúcar".
A deficiência de oxigênio leva o corpo humano a um estado de acidez.
Dr. Warburg também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e não podem sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio, como é em um estado alcalino.
Segundo o prêmio Nobel de Medicina, "Todas as células normais têm uma exigência absoluta de oxigênio, mas as células cancerosas podem viver sem oxigênio - uma regra sem exceção".
Ele também destacou: "Prive uma célula de 35% do seu oxigênio durante 48 horas e ela pode tornar-se cancerosa".

A nossa dieta desempenha um papel fundamental na manutenção de níveis adequados do pH do corpo.
Um pH equilibrado significa o equilíbrio de ácido e alcalino em todos os fluidos e células do organismo.
Para ser saudável e imune a doenças, nosso corpo deve equilibrar o pH do sangue em um nível ligeiramente alcalino de 7,3.
Infelizmente, a dieta do homem moderno consiste principalmente de alimentos tóxicos e formadores de ácido, como carnes e açúcares processados, grãos refinados e organismos geneticamente modificados.
Isso leva a um pH ácido, ou seja, a um sangue intoxicado.
A acidez do pH pode interromper as funções e atividades celulares.
Se ficar excessivamente ácido, o pH pode levar a queda na imunidade e a muitos problemas graves de saúde, como câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e osteoporose.

Se você mantiver seu corpo em um estado de acidez por um longo período de tempo, ele vai acelerar fortemente o envelhecimento.

Robert O. Young no livro "O pH Miracle" (O Milagre do pH) diz que a maioria dos problemas de saúde surge devido à acidez do sangue.

E parasitas, más bactérias, vírus e fungos como a cândida prosperam em ambientes ácidos.
Por outro lado, um ambiente alcalino neutraliza bactérias e outros agentes patogênicos.
A melhor forma de alcalinizar o corpo é, em resumo, pela alimentação saudável.
As folhas ricas em clorofila, algas, o limão, o pepino, a cebola e o alho (todos crus e orgânicos) são poderosos alcalinizantes.
Se você quiser dar um impulso na alcalinização, aí vão duas ótimas receitas:
 
RECEITA 1
INGREDIENTES
1/3 colher (chá) de bicarbonato de sódio (use o vendido em farmácias)
2 colheres (sopa) de suco de limão espremido na hora
Como preparar: coloque o suco de limão no copo e vá adicionando o bicarbonato de sódio aos poucos.
A combinação de ácido/base começará imediatamente e fará um "fizz", aquela reação típica de efervescentes.
Continue adicionando bicarbonato de sódio até que o fizz pare.
Em seguida, encha o copo com 200 mL de água.
Hipertensos, por causa do bicarbonato, não devem consumir esta bebida alcalina.
Para eles, o melhor é a receita seguinte.
 
RECEITA 2

INGREDIENTES
 2 litros de água
 1 limão
 Como preparar: ponha 2 litros de água numa jarra.
Corte 1 limão em 8 partes, sem espremer e sem tirar a casca.
Deixe descansar durante 8 horas.
Depois, basta consumir a água alcalina ao longo do dia.

 
Fonte: site Cura pela Natureza
Referências:
 Artigo "The Alkaline Diet: Is There Evidence That an Alkaline pH Diet Benefits Health?"
 Livro "The pH Miracle: Balance Your Diet, Reclaim Your Health"
 Palestra "A principal causa e a prevenção do câncer", por dr. Otto Warburg

 

Abacate

julho 11, 2016

O abacate é rico em gordura boa do tipo monoinsaturada como o omega 3. Rico tbm em fibras, antioxidantes, magnésio e ácido fólico.


Por ser rico em fibras, o abacate ajuda a dar a sensação de estômago cheio e diminuir o apetite, controlando a fome e o consumo excessivo de alimentos.


O principal benefício do abacate para o cérebro é melhorar a capacidade de memória, pois o omega 3 melhora o funcionamento do cérebro por estimular a circulação sanguínea e aumentar a capacidade de concentração.


Os benefícios do abacate para a saúde incluem ajudar a hidratar a pele e os cabelos e melhorar a circulação sanguínea por conter o ômega 3, que atua como antioxidante e melhora o controle do colesterol.

Além disso, o abacate também ajuda a melhorar o rendimento do treino por ser rico em energia e a prevenir doenças cardíacas e câncer, por ser rico em vitaminas e antioxidantes que fortalecem o sistema imunológico e previnem a formação de aterosclerose.

De tanto falarem que o nosso querido ‪#‎Abacate‬ era ‪#‎calórico‬ ele ficou complexado....kkk

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Brócolis e seus benefícios para a saúde

abril 10, 2016

Comer brócolis três a cinco vezes por semana pode reduzir o risco de muitos tipos de cânceres.

O efeito anticâncer do brócolis é conhecido há bastante tempo e pode até ser ampliado, por exemplo, com a ingestão de brócolis picante

Neste novo estudo, a equipe mostrou que a inclusão de brócolis na dieta pode proteger contra câncer do fígado, bem como ajudar na luta contra o desenvolvimento da chamada doença hepática gordurosa não-alcoólica (Esteatose) 

Uma dieta com alto teor de gordura, rica em açúcar, além do excesso de gordura corporal, está relacionada com o desenvolvimento da doença hepática gordurosa não-alcoólica, que pode levar a doenças como a cirrose e o câncer do fígado

Saúde do fígado

"A história normal acerca do brócolis e da saúde é que ele pode proteger contra uma variedade de diferentes tipos de câncer. Mas ninguém tinha olhado para o câncer de fígado," justificou a pesquisadora Elizabeth Jeffery, da Universidade de Illinois (EUA).

"Decidimos que o câncer de fígado precisava ser estudado especialmente por causa da epidemia de obesidade. Já está na literatura [médica] que a obesidade aumenta o risco de câncer de fígado e isto é particularmente verdadeiro para os homens. Eles têm um risco quase cinco vezes maior de ter câncer de fígado se forem obesos," completou.

Apesar do foco no impacto do brócolis sobre a formação e progressão de tumores cancerosos no órgão, a equipe também queria observar a saúde do fígado como um todo e como ele estava metabolizando os lípidos em decorrência da dieta rica em gordura.

Vegetais brássicos

Durante a doença hepática gordurosa não-alcoólica, formam-se glóbulos de gordura sobre o fígado.

Os experimentos em animais de laboratório revelaram que, no desenvolvimento da doença, tanto o número de nódulos de câncer quanto o tamanho dos nódulos aumenta no fígado.

Mas quando se adiciona brócolis à dieta o número de nódulos diminui. O tamanho dos nódulos que ainda ocorrem não foi afetado.

Embora os pesquisadores tenham usado apenas brócolis no estudo, Jeffery acrescenta que outros vegetais brássicos, como a couve-flor ou a couve-de-bruxelas, podem ter o mesmo efeito.

 

Os riscos de não tomar sol

abril 10, 2016

Não será fácil reverter a tendência de as pessoas fugirem do Sol depois de décadas de discurso científico amedrontando a população sobre o risco do câncer de pele.

Hoje já se sabe que os benefícios de tomar Sol superam o risco do câncer de pele, além do que os próprios protetores solares podem causar câncer de pele.

Agora, um novo estudo feito na Suécia, onde a população tem pele muito clara, o que torna o risco de câncer de pele mais elevado, mostrou que as pessoas que tomam banho de sol regularmente vivem mais do que aquelas que evitam o Sol.

Paradoxo do Sol

Foram analisadas informações de 29.518 mulheres suecas, que foram acompanhadas por 20 anos.

Os dados mostraram que a expectativa de vida mais longa entre as mulheres com hábitos de exposição ativa ao Sol - tomar banho de Sol intencionalmente - está relacionada a uma diminuição das doenças cardíacas e das mortes por doenças não relacionadas a problemas cardíacos ou a qualquer tipo de câncer.

Assim, quando os cientistas analisam apenas a contribuição do câncer de pele para as mortes, o número desponta, parecendo grande frente às outras causas justamente porque as outras causas diminuíram, dizem os pesquisadores.

Evitar o sol equivale a fumar

Mas o resultado mais impressionante do estudo surgiu quando os pesquisadores compararam o risco de morte pelo câncer de pele entre as pessoas que tomavam banho de Sol, que fugiam do Sol e as fumantes.

"Nós verificamos que os fumantes no grupo de maior exposição solar têm um risco semelhante ao dos não-fumantes que evitam a exposição ao Sol, indicando que evitar a exposição ao Sol pode ser um fator de risco [para o câncer] da mesma magnitude que o tabagismo," disse Pelle Lindqvist, da Universidade de Lund, primeira autora do artigo publicado na revista médica Journal of Internal Medicine.

"Orientações demasiadamente restritivas no que diz respeito à exposição ao Sol podem fazer mais mal do que bem para a saúde," concluiu Lindqvist.

Veja outros estudos que concordam com essa conclusão:

 

Receitas para usar todos os dias nas refeições e que ajudam na manutenção da saúde e do peso:

março 20, 2016


Limão: nas saladas e refeições, todos os dias ou em jejum pela manhã.

Farinha de uva: 1 colher de sobremesa 2x/dia em iogurtes, sucos ou kefir

Cacau em pó: 1 colher de sobremesa 2x/dia em iogurtes, sucos ou kefir

Gergelim Claro + Escuro: 1 colher de sopa 2x/dia sobre as principais refeições

Gengibre em pó: 1 colher de café, 2-3x/dia sobre as principais refeições

Cenela em pó: 1 colher de café, antes de dormir, em frutas, iogurtes, sucos ou kefir

 

Tempero Baiano (100g no total):

Pimenta-vermelha: 7g

Coentro em pó: 13g

Cúrcuma: 13g

Pimenta-do-reino: 13g

Orégano: 27g

Cominho: 27g

Usar 1 colher de sopa, na preparação das refeições salgadas, diariamente.

 

 

Tempero Curry (antiinflamatório/antioxidante):

Curcuma longa: 85g

Pimenta-do-reino: 15g

Usar a gosto, na preparação das refeições salgadas, diariamente.

 

Como identificar gordura ruim no rótulo dos alimentos?

março 14, 2016

Gordura vegetal hidrogenada, também atende por nomes como "gordura de palma fracionada", "gordura de palma", ou "gordura vegetal" ou "óleo de palma fracionado". Não confundir com "óleo de palma"= óleo VIRGEM de palma que é RIQUÍSSIMA fonte de TOCOTRIENÓIS!!

 

Tipos de Sal que existem

março 14, 2016

Reduzir o consumo de sal de 5g para 3g diárias poderia salvar milhões de vidas. Essa foi a conclusão de um estudo recente conduzido pela Organização Mundial da Saúde, nos Estados Unidos. Mas, afinal, quando foi que o sal se tornou vilão da saúde? Quem melhor responde essa pergunta são os últimos números sobre hipertensão divulgados por grandes instituições. De um lado, o Ministério da Saúde estima que 22,7% da população brasileira sofra da doença. De outro, a OMS calcula que o problema seja responsável por 9,4 milhões de mortes no mundo todos os anos.


Embora esteja relacionada ao histórico familiar, ao sedentarismo, entre outras particularidades, é evidente que a hipertensão ainda tem forte relação com um fator facilmente controlável: a ingestão de sal. Enquanto o consumo diário do alimento deve ser limitado até 2400 mg de sódio por adultos saudáveis, ele deve cair para algo entre 800 e 1.600 mg de sódio por quem tem a doença. Assim, listamos os diferentes tipos de sal e a quantidade de sódio encontrada em cada um deles. 

Limite a ingestão e melhore sua qualidade de vida.

1 DE 10

Sal refinado - Foto Getty Images

Sal refinado

Especialistas defendem que o sal refinado ou de cozinha deveria ser usado com moderação na preparação dos alimentos e retirado da mesa para evitar a adição a refeições já prontas. "Ele é uma mistura de 60% de cloreto e 40% de sódio, substâncias que, juntas, formam o sal", explica a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo.

1 g de sal refinado = 400 mg de sódio

Sal light - Foto Getty Images

Sal light

O sal light pode ser uma boa alternativa para controlar melhor a hipertensão. Embora 50% de sua composição seja de cloreto de sódio, 50% são de cloreto de potássio, aponta a nutricionista Sandra da Silva Maria, da clínica Gastro Obeso Center. O que isso significa? O corpo depende de um equilíbrio hídrico regulado por sódio e potássio, sendo o primeiro retentor de líquidos e o segundo diurético. Ingerindo os dois, portanto, o organismo não retém tanta água e, assim, não leva ao aumento da pressão arterial. Ele só não é recomendado a indivíduos com doenças renais, uma vez que o problema leva ao acúmulo de potássio nos rins, o que pode favorecer doenças cardíacas.

1 g de sal light = 197 mg de sódio

Sal grosso - Foto Getty Images

Sal grosso

Tradicionalmente usado para temperar carnes, o sal grosso evita o ressecamento dos alimentos justamente por não ter passado pelo processo de refinamento. Ele apresenta a mesma quantidade de sódio do sal de cozinha, portanto.

1 g de sal grosso = 400 mg de sódio

Flor de sal - Foto Getty Images

Flor de sal

"Considerado um sal gourmet, a flor de sal costuma estar presente apenas em restaurantes mais requintados", aponta a nutricionista Sandra. O tempero é obtido na camada superior das salinas antes de serem depositadas no fundo, quando, então, se transformam no sal marinho. A coloração acinzentada se dá devido à presença de areia, mas também é comum o uso de outros elementos para alterar a cor do produto.

1 g de flor de sal = 450 mg de sódio

Sal marinho - Foto Getty Images

Sal marinho

De acordo com a nutricionista Roseli, o sal refinado e o marinho são praticamente iguais, contendo mais de 99% de sódio em sua composição. A principal diferença está no formato dos grãos: enquanto o primeiro é refinado para passar pelo buraco do saleiro, o segundo passa por um refinamento mais rústico, resultando em grãos irregulares, mas não tanto quanto os do sal grosso. "Essa particularidade faz com que o sal marinho gere uma 'explosão de sabor salgado' na língua", afirma a nutricionista Roseli. Assim como o sal de mesa, ele pode temperar carnes, aves, peixes, verduras e legumes, realçando o sabor desses alimentos.

1 g de sal marinho = 420 mg de sódio

Sal negro - Foto Getty Images

Sal negro

O sal negro é um sal não refinado procedente da Índia. "Por conta de compostos de enxofre presentes em sua composição, ele tem um forte sabor sulfuroso", diz a nutricionista Roseli. Outro fator que chama a atenção é a cor cinza rosada, que evidencia sua origem vulcânica. Além de compostos sulfurosos, o sal negro é formado por cloreto de sódio, cloreto de potássio e ferro. Pode temperar receitas com carne, aves e peixes e também ser utilizado na finalização de pratos.

1 g de sal negro = 380 mg de sódio

Sal rosa do Himalaia - Foto Getty Images

Sal rosa do Himalaia

Encontrado aos pés do Himalaia, região que há milhões de anos foi banhada pelo mar, o sal do Himalaia é considerado o mais antigo e puro dos sais marinhos. "Ele tem quase metade do sódio encontrado no sal comum e possui mais de 80 minerais, tais como cálcio, magnésio, potássio, cobre e ferro", afirma a nutricionista Roseli. Por conta disso, os cristais ganham tom rosado e sabor agradável e suave. De acordo com a especialista, ele pode ser usado em carnes, aves, peixes, saladas e legumes, além de cair muito bem na finalização e decoração de alguns pratos.

1 g de sal rosa do Himalaia = 230 mg de sódio

Sal líquido - Foto Getty Images

Sal líquido

"O sal líquido é obtido pela dissolução de sal de altíssima pureza e sem aditivos em água mineral", explica a nutricionista Roseli. Com embalagem contendo 250 ml, trata-se do primeiro e único sal iodado do Brasil apresentado na forma líquida. Com sabor suave, o sal líquido pode ser usado em todos os alimentos, sem alterar suas características. Além disso, sua aplicação em spray permite a distribuição uniforme do sal na medida de seu paladar. Tal característica também permite controlar melhor as quantidades ingeridas.

0,1ml de sal líquido em spray = 11mg de sódio

Sal do Havaí - Foto Getty Images

Sal do Havaí

Essa variedade de sal não é refinada e tem coloração avermelhada, devido a presença de uma argila havaiana chamada Alaea, rica em dióxido de ferro. De sabor suave, pode ser acrescentada a várias receitas, como saladas, massas, grelhados e aves. "Tem quase a mesma quantidade de sódio encontrada no sal comum, portanto, nada de mão pesada no saleiro", afirma a nutricionista Roseli.

1 g de sal havaiano = 390 mg de sódio 

Sal defumado - Foto Getty Images

Sal defumado

Existem diferentes tipos de sais defumados, usado principalmente na culinária requintada tem um preço bastante salgado. No entanto, os mais tradicionais e cobiçados são o francês - também chamado de fumée de sel - e o dinamarquês. "O sal defumado francês é feito com cristais de flor de sal defumados lentamente, em fumaça fria resultante da queima de ripas de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho chardonnay", explica a nutricionista Roseli. Já o sal defumado dinamarquês é feito segundo a tradição viking: após a evaporação da água do mar, o sal é secado em recipiente aberto sobre uma fogueira fumacenta, feita com galhos de madeiras aromáticas, como carvalho e cerejeira.

1g de sal defumado = 395 mg de sódio

 

Alguns alimentos específicos e a alimentação do seu filho

novembro 2, 2015

As indústrias alimentares geralmente recomendam uma faixa etária para começar a ofertar certos alimentos às crianças. Alimentos que geralmente já fazem parte da alimentação infantil desde bebezinhos. Conheçam alguns:

→ Farinha Láctea: a partir de 4 anos;

→ Ades: a partir de 3 anos;

→ Iogurtes Petit Suisse (Danoninho, Chambinho): a partir de 4 anos;

→ Neston: a partir de 4 anos;

→ Ninho Solei: a partir de 4 anos;

→ Actimel: a partir de 4 anos;

→ Activia: a partir de 4 anos.

Lembrando que as faixas etárias recomendadas são informadas pela INDÚSTRIA, a parte do processo que, além de outras coisas, visa lucrar com estas vendas....se a própria indústria indica, mais a orientação do pediatra e principalmente a indicação da nutricionista, você se sente segura de ofertar estes alimentos pro seu bebê, ou seu pequenino de 2 anos?
Às vezes o que eu ouço como justificativa: meu bebê come isso desde os 4 meses e é uma criança super saudável. O que eu digo é: as consequências, às vezes, não vem agora. E sempre aumenta a probabilidade do seu filho ter uma doença associada a alimentação, comendo inadequadamente ele está mais perto de ficar doente do que a criança que come corretamente. Você quer isso pro seu pequeno? Eu não gostaria.
Se a criança não escovar os dentes, vai aparecer cárie amanhã? Ou o processo também demora um pouco? Pois é! Assim é com a alimentação (nem sempre, a consequência também pode vir na hora como uma imunidade baixa, colesterol alto, um problema intestinal e outras cositas más!).
Lembrando que alimentação saudável é um conjunto de coisas: frutas, legumes, arroz e feijão quentinho, carninha saborosa, um espetinho de peixe, uma espiga de milho, um bolo caseiro, um pão delicioso com um recheio, um iogurte, leitinho, uma refeição em família, se sujar comendo, enfim, prazer! Dá pra manter a criança sem comer alguns industrializados que não são indicados para a idade dela.
Pense nisso 


Elaborado pela Nutricionista Infantil Karine N. C. Durães - Nutricionista especializada em Pediatria pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP

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*Editando/Retificando: existem pediatras e "pediatras", como existem nutricionistas e "nutricionistas". Pensei que já estivesse subentendido aqui... Creio que toda mãe que exerce a maternidade consciente busca referências confiáveis dos profissionais que podem ajudá-la nesse processo Emoticon smile

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Carnes industrializadas são cancerígenas, diz OMS

novembro 2, 2015

Carnes industrializadas são cancerígenas, diz OMS


Carne cancerígena

Um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que o consumo de carne processada - como bacon, salsichas e presunto - causa câncer.

Segundo o documento, 50 gramas de carne processada por dia, o equivalente a duas fatias de bacon, aumentam a chance de desenvolver câncer colorretal em 18%.

De forma mais branda, pela falta de provas mais contundentes, a OMS também reforçou o alerta em relação à carne vermelha, dizendo que ela seria "provavelmente cancerígena".

No tocante à carne vermelha, os dados não são estatisticamente tão significativos quanto os das carnes industrializadas, com indícios de que comer carne bovina, carne de porco ou cordeiro "podem causar câncer".

A OMS destaca que um consumo baixo de carne traz benefícios à saúde, mas os consumidores precisam saber que também existem riscos e, assim, comer carne com moderação. A carne vermelha é uma grande fonte de ferro, zinco e vitamina B12.

Há também indícios de que carnes preparadas em altas temperaturas, ou grelhadas como churrasco, podem trazer riscos à saúde, incluindo o risco de demência.

Aditivos da carne industrializada

Carne processada é a carne que foi modificada para aumentar seu prazo de validade ou manipular o gosto. São as carnes defumadas, curadas ou que recebem aditivos como sal ou conservantes.

Essa categoria inclui bacon, salsichas, linguiças, salame, carnes curadas ou salgadas e presunto, além de carnes enlatadas e molhos à base de carne.

Segundo a OMS, são os aditivos colocados nesses produtos que podem aumentar o risco de desenvolver câncer.

A OMS chegou a essas conclusões baseada em estudos da Agência Internacional para Pesquisa do Câncer, que avalia os melhores dados científicos disponíveis. Com a decisão, a carne processada passa a estar na mesma categoria - o chamado Grupo 1 - que o cigarro e as bebidas alcoólicas, substâncias que comprovadamente causam câncer.

No entanto, isso não significa que consumir bacon, por exemplo, seja tão ruim quanto fumar. "Para um indivíduo, o risco de desenvolver câncer colorretal (no intestino) por causa do consumo de carne processada continua pequeno, mas este risco aumenta com a quantidade de carne consumida", disse Kurt Straif, da OMS.

Moderação

Para o professor da Universidade de Oxford Tim Key, que também é membro da organização beneficente britânica voltada para pesquisa do câncer Cancer Research UK, é uma questão de moderação.

"Esta decisão não significa que você precisa parar de comer qualquer tipo de carne vermelha ou processada, mas se você come muito, há boas razões para pensar em diminuir. Comer bacon de vez em quando não vai causar muito dano - uma dieta saudável é baseada na moderação," afirmou.


 

Curcuma x Câncer

outubro 24, 2015

A doutora Carolyn Anderson é a autora da receita que ensinaremos a seguir.


Para a médica, é impossível garantir que uma pessoa nunca vai ter câncer, especialmente nos dias atuais, em que estamos cada vez mais expostos a agentes causadores da doença.


Apesar disso, a doutora entende que não devemos ficar de braços cruzados e temos que fazer o possível para prevenir a doença.


E uma das prevenções mais poderosas contra o câncer, segundo a médica, é a cúrcuma, também conhecida como açafrão-da-terra.

A doutora se baseia num dado muito revelador: os indianos, grandes consumidores de cúrcuma, tem taxas significativamente baixas de câncer.

A médica descobriu que as mulheres indianas, por exemplo, têm cinco vezes menos câncer de mama que as americanas; que os indianos têm oito vezes menos câncer de pulmão que os americanos; nove vezes menos câncer de cólon que os americanos; e cinco vezez menos câncer de próstata que os americanos.


E o mais interessantes: mesmo tendo menos câncer, os indianos, segundo a doutora, estão mais expostos a agentes cancerígenos no seu ambiente do que os americanos.


Os indianos, por exemplo, fumam muito mais que os americanos e, apesar disso, têm, como vimos, oito vezes menos casos de câncer de pulmão do que os habitantes dos Estados Unidos.

Obra do acaso?


A dra acredita que não e relaciona o fato ao grande consumo de cúrcuma na Índia.


A cúrcuma tem fortíssima ação anti-inflamatória.


Na verdade, nenhum outro alimento é mais eficaz na redução de inflamações no corpo do que ela.


E a substância da cúrcuma responsável por todos os seus efeitos benéficos é a curcumina.


Estudos revelam que a curcumina inibe o crescimento de muitos tipos de câncer, tais como cólon, próstata, ovário, mama e cérebro. 


Também inibe a angiognese (a formação de novos vasos sanguíneos para alimentar o tumor). 


E, numa experiência feita com ratos expostos a uma variedade de agentes cancerígenos químicos, a curcumina impediu o desenvolvimento de tumores.


A cúrcuma tem sido utilizado na Índia, China e no Oriente Médio há mais de 2.000 anos. 


O professor Bharat Aggarwal, PhD do centro de pesquisas sobre o câncer MD Anderson, em Houston, Texas, foi o primeiro a mostrar que a curcumina é muito ativa contra o câncer em culturas de células. 


Mais tarde, em 2005, ele foi capaz de provar os incríveis efeitos deste composto em tumores de câncer de mama enxertados em ratos, mesmo quando esses tumores já não estavam respondendo à quimioterapia.


Nesses ratinhos, a administração de apenas uma dose da dieta regular de curcumina reduziu a disseminação de metástases significativamente.


Estudos em humanos estão em andamento e os resultados ainda não são conhecidos, embora já exista um enorme conjunto de evidências que apoiam os incríveis poderes da curcumina.

O resumo da história é que a cúrcuma é um poderoso anti-inflamatório que parece ajudar a eliminar células cancerosas e inibe o crescimento de vasos sanguíneos que alimentam tumores, além de melhorar o efeito de quimioterapia e reduzir o crescimento do tumor.

Então, para minimizarmos o risco de câncer, devemos todos comer cúrcuma, certo?


Certíssimo.

Mas como e com que frequência?


A cúrcuma consumida sozinha ou na forma de cápsulas é muito pouco efetiv porque quase nada dela é absorvido no intestino.

O segredo, para que a cúrcuma passe pela barreira intestinal, é consumi-la com gengibre ou pimenta, revela a dra. Carolyn Anderson.


Especialmente a pimenta,  que aumenta a absorção de cúrcuma no corpo em 2.000 por cento. 


E também deve ser dissolvida em azeite. 


A melhor forma de usar a cúrcuma a fim de conseguir benefícios para a saúde e minimizar as chances de um câncer é, de acordo com a dra, esta receita:




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INGREDIENTES:
*1 quarto de colher (chá) de cúrcuma/açafrão-da-terra em pó

*Meia colher (chá) de azeite de oliva

*Uma pitada generosa de pimenta-do-reino moída na hora

MODO DE PREPARO:

* Misture bem os três ingredientes.


MODO DE CONSUMO:

Você pode adicionar a mistura a diferentes pratos, como sopas e saladas.

No entanto, deve tomar cuidado para não superaquecê-la, ou seja, adicione-a sempre no final do cozimento.

Outra forma de consumo é misturá-la com um pouco de água e beber logo em seguida.

O consumo deve ser diário e constante.


Referências:

1)      Ferlay et al eds, WHO International Agency for Research on cancer, IARC Cancer Edidemiology database 2000. Cancer Incidence, Mortality and Prevalence Worldwide (IARC Press,2000)

2)      Carter,A, “Curry Compound Fights Cancer in the Clinic”  Journal of the National Cancer Institute (2008).p.141

3)      Aggarwal et al “From Traditional Ayurvedic Medicine to Modern Medicine: Identification of Therapeutic Targets for Suppression of Inflammation and Cancer” Expert opinion on Therapeutic targets 10 no.1 (2006) 87-118

4)      Mehta et al, “Antiproliferative Effect of Curcumin Against Human Breast Tumor Cell Lines” Anti- Cancer Drugs 8, no. 5 (1997) 470-81

5)      Aggarwal et al, “Curcumin Supresses the Pacilitaxel-Induced Nuclear Factor-kappaB Pathway in Breast cancer Cells and Inhibits Lung Metastasis of Human Breast Cancer in Nude Mice” Clinical Cancer research 11, no.20 (2005); 7490-98

6)      Cheng et al: Phase I Clinical Trial of Curcumin, a chemopreventative Agent, in Patients with High risk or Pre-Malignant Lesions” Anticancer research 21, no 4B (2001);2895-900


7)      Gao et al “ Curcumin Differentially Sensitizes malignant Glioma cells to TRAIL/Apo2L- mediated apoptosis through activation of Procaspases and Release of Cytochrome c from Mitochondria” Journal of Experimantal Therapeutics and Oncology 5, no.1(2005);39-48 - 

 

COLINA E GRAVIDEZ

outubro 19, 2015

Todo mundo já sabe que a uma alimentação equilibrada durante a gestação é essencial tanto para saúde da mãe quanto para a saúde do bebê. Já e
stá bem claro também que a alimentação da mãe na gravidez é influência direta para o desenvolvimento de doenças na vida adulta dos filhos – o que conhecemos como “Programação Metabólica”. Diversos nutrientes podem modular diretamente a expressão de genes e isso não é diferente durante o desenvolvimento do feto.
Pesquisadores americanos observaram que um aumento no consumo materno de colina é capaz de alterar os padrões de expressão de genes envolvidos na produção do cortisol. O cortisol é conhecido como o hormônio do estresse e níveis elevados estão associados com aumento do risco de desenvolvimento de obesidade, diabetes e hipertensão. O estudo foi publicado no FASEB J; 27:1245-1253, 2013.
O consumo de colina em quantidades acima das doses recomendadas durante o terceiro trimestre de gestação promoveu uma redução de 33% nas concentrações de cortisol nos bebês.
Esses efeitos podem ser mais benéficos principalmente naquelas gestantes que apresentam distúrbios de ansiedade e depressão ou têm risco de pré-eclâmpsia – condições que podem estar associadas a aumentos significativos dos níveis de cortisol.
Além disso, os níveis de estresse na vida atual são elevados – e as grávidas não escapam desse estresse.
Assim, é importante estimular o aumento do consumo de colina por mulheres grávidas, que pode ser facilmente encontrada em mais de 630 alimentos incluindo gema de ovo, quinoa, carne de frango, semente de gergelim e semente de linhaça, aveia e vegetais como brócolis e couve-flor.
Lembre-se: consulte um nutricionista funcional, que poderá lhe auxiliar a aumentar a ingestão de colina, respeitando sua individualidade bioquímica! 

#‎vpnutricaofuncional‬

 

As 9 combinações de alimentos mais saudáveis da culinária

outubro 9, 2015
Existem certos alimentos que interagem melhor entre si, se complementando e melhorando a absorção pelo organismo. Por exemplo, as vitaminas A, D, K e E precisam de gordura para serem melhor absorvidas – logo, o azeite da salada não serve apenas para temperar.

A revista Superinteressante elaborou essa lista que mostra quais são as melhores combinações de alimentos.

1 – Arroz + feijão
O arroz fornece um aminoácido (metionina), e o feijão outro (lisina). Combinados, ambos formam uma proteína – cadeia de aminoácidos que compõe nossos tecidos.


2 – Salmão + Alface + Agrião + Brócolis + Nozes
As vitaminas A (agrião), D (salmão), E (brócolis) e K (alface) precisam de lipídios (nozes e gordura do peixe) para serem absorvidas.


3 – Cenoura + Laranja
A vitamina C da laranja combinada com o ácido fenólico da cenoura abaixa os níveis de colesterol ruim, e as fibras da cenoura retardam a absorvição de açúcares tanto dela quanto da laranja, não disparando a produção de insulina e controlando o apetite.


4 – Feijão + Rúcula
A vitamina C presente na rúcula aumenta em 30% a absorção de ferro de vegetais como o feijão.


5 – Carne + Alecrim
Ao ser muito aquecida, a carne produz substâncias tóxicas. Já o alecrim aquecido produz substâncias benéficas – ácidos carnósico e rosmarínico, que cortam o efeito das toxinas da carne.


6 – Tomate + Azeite
Tomate cru é rico em licopeno, um antioxidante que neutraliza os radicais livres. Mas ele precisa de gordura para funcionar, e os lipídios do azeite ajudam o organismo a reter o nutriente.


7 – Ovo + Brócolis + Arroz integral
O magnésio existente na casca do arroz integral se une à vitamina D do ovo para promover a fixação do cálcio do brócolis.


8 – Atum + Frutas vermelhas
O suco das frutas contém ácido elágico, que aumenta a capacidade do corpo de reter o ômega 3 presente no atum, e reduzir o colesterol ruim.


9 – Chá verde + Limão + Castanha do Pará
O ácido ascórbico do limão estabiliza uma substância chamada catequina, presente no chá verde, atrasando o envelhecimento celular. A vitamina E da castanha do pará é melhor assimilada com a mesma catequina

 

É seguro tirar os pedaços mofados da comida e comer o resto?

outubro 9, 2015


Você está morrendo de fome. Corre para a cozinha, pega um pacote de pão e descobre que... Está mofado. O que você faz?

a) Joga tudo fora e passa fome
b) Corta as partes verdinhas e manda pra dentro

Se você escolheu a segunda alternativa, saiba que aquele belo sanduba continua sendo, por dentro, um pão bolorento.

Isso porque, apesar de a técnica de recortar a comida eliminar os esporos do fungo -- responsáveis pela cor do mofo --, suas "raízes", chamadas hifas, vão se enterrando profundamente no alimento. E é lá que as micotoxinas -- coisas que podem te fazer mal -- são produzidas.

“Quando conseguimos ver estes microrganismos a olho nu, isto significa que há uma imensa quantidade deles nos alimentos”, disse o biólogo Marco Antonio Marques em um informativo da Fiocruz

A maior parte dos fungos é inofensiva, e inclusive vários deles são usados na cozinha -- cerveja, queijo, pães de fermentação natural são algumas das delícias que dependem de leveduras e bolores.

Acontece que no dia-a-dia, não há como ter controle de qual tipo exato de fungo você está comendo. Para se ter uma ideia: existem fortes indícios de que a aflatoxina, substância produzida por fungos em amendoins e outras oleaginosas, é altamente cancerígena.

A recomendação unânime, portanto, é descartar a comida mofada para evitar possíveis reações alérgicas, diarreia e vômitos. E deixar o pacote de pão em um lugar seco, refrigerado e, de preferência, embalado com o mínimo de ar possível.

 

Doces e guloseimas: o que devo e não devo comer

agosto 22, 2015

Evitar comer doces deve ser uma ação gradativa, pois há um risco de retornar ao consumo ainda mais agressivo. Apesar desse hábito ser comum, em especial, entre as mulheres, não é nada saudável. O açúcar refinado, proporciona uma série de problemas à saúde, como obesidade; diabetes mellitus, arteriosclerose, aumento do ácido úrico sérico e incidência de cálculos biliares e outras doenças levando a chamada síndrome metabólica. O consumo exagerado de doce aumenta a produção de insulina do corpo, sobrecarregando o pâncreas e fragilizando o organismo.O açúcar é composto por sacarose e outras substâncias químicas. Dependendo da quantidade e frequência a ser consumida, pode causar muitos prejuízos à saúde. A vontade de comer doces pode estar associada à diminuição da serotonina, um neurotransmissor regulador do humor, prazer, sono, ansiedade, fome, saciedade, entre outros. Alterações na serotonina no cérebro podem alterar todos esses sentimentos e sensações. Na verdade, a queda desse neurotransmissor aumenta a vontade e a necessidade de comer doce, principalmente o chocolate. E o chocolate não é 100% vilão da saúde. Ele possui vitaminas e flavanóides, substância encontrada no cacau que age como protetor cardiovascular. O que prejudica a saúde é o seu excesso, pois o chocolate é rico em açúcar e gordura saturada. Uma alternativa é recorrer aos chocolates meio amargo, aqueles conhecidos como cacau 50% até 90%.”, ensina o médico. Não troque por chocolate diet, pois ele somente tem baixo teor de açúcar, que é compensado com maior concentração de gordura e mesmo valor calórico que o chocolate ao leite.

Dicas para driblar a vontade de ingerir guloseimas
durante o dia:
1 – Vá deixando, aos poucos

Se a vontade de comer doce é muito grande, não é recomendado à parada brusca de seu consumo. O ideal é reduzir gradativamente. A parada repentina geralmente dura alguns dias e, muitas vezes, a pessoa sofre com um efeito rebote, retornando a consumir mais ainda.

2 – Menos calorias e mais saúde
Diariamente faça três refeições principais e duas pequenas refeições nos intervalos, isso ajuda a controlar os níveis glicêmicos diminuindo a fome. E não deixe de se alimentar corretamente, pois isso ajuda a diminuir o desejo por doces depois do almoço ou jantar.

3 – Escolha as frutas
Troque os doces por frutas in natura e frutas secas. Alternativas como gelatina light com pedaços de frutas e frutas com iogurte light são boas opções. Outra ótima pedida, inclusive no período do verão são os frozen iogurtes. São refrescantes, de baixa caloria (cerca de 80 Kcal o copo e 70 Kcal na versão dieta). Frutas como maçã, pêra ou banana podem ser cozidas até em microondas com canela e cravo, sendo uma excelente opção de sobremesa mais saudável e que pode suprir a necessidade de comer doce.

4 – Controle o emocional
Procure ajuda se você não consegue se controlar emocionalmente e usa o doce como válvula de escape dos problemas. Também não o elimine totalmente da dieta enquanto não buscar um suporte emocional e, sobretudo, nutricional adequado.

5 – Quanto mais longe, melhor
Para resistir à tentação, não carregue doce na bolsa ou evite deixar quantidade em estoque no armário. Manter as guloseimas por perto só aumenta a vontade de ingeri-las. Por isso, evite deixar docinhos guardados em casa ou no escritório. Evite também passar o dia chupando balas e chicletes. Se somadas, as calorias podem aumentar muito.

6 – Aproveite para consumir os alimentos certos
Aveia, banana, maçã, canela, grãos em geral, castanha-do-pará devem ser incluídos nas refeições, pois ajudam a controlar a necessidade de consumir doces.

7 – Pratique atividade física regularmente
A prática regular de atividade física ajuda muito a resistir aos doces. Com o exercício também são liberadas substâncias no cérebro que nos dão sensação de prazer, melhoram o humor, diminuem a ansiedade e consequentemente a vontade de doces. Além disso, melhora a capacidade cardio-vascular e se ganha em qualidade de vida.

8 – Não pule refeições
Não pule refeição alguma durante o dia, também não diminua as quantidades para, mais tarde, comer uma sobremesa.

9 – Chupar um pedaço de canela em pau ou alguns cravos, também auxiliam no controlo do desejo de doces

Essas táticas geralmente não funcionam, pois acabamos comendo mais nas refeições posteriores ou ficamos “beliscando“ sem perceber. O resultado é um aumento nas calorias diárias ingeridas, que muitas vezes nem é percebida.
Evitar as guloseimas:
Chocolate ao leite e branco: O chocolate tem vários benefícios desde que seja aquele com a porcentagem maior de cacau: possui propriedades antioxidantes, melhora o fluxo arterial, ajuda a diminuir os níveis de LDL (colesterol ruim), entre outros. Porém, os chocolates com baixa porcentagem de cacau (que são os mais comumente encontrados) possuem muito açúcar e gordura, contribuindo assim para que a criança ganhe peso de maneira pouco saudável. Nesse caso é melhor evitá-los os chocolates brancos não apresentam cacau em sua composição, .

Açúcar Refinado:
Ao passar pelo processo de refinamento o açúcar perde vitaminas e sais mineirais, ficando apenas as “calorias vazias”. Nesta forma, traz prejuízos ao organismo, tornando-o propenso a varias doenças, entre elas o diabetes. Prefira o açúcar mascavo ou o demerara, que não recebem aditivos químicos, por isso conservam as vitaminas e minerais.Evite as guloseimas como balas, pirulitos e doces em geral que entre muitos outros problemas, podem causar cáries.

Gordura:
A gordura tem seu charme: ajuda a manter a temperatura corporal, protege contra impactos e ajuda a metabolizar as vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K), além de dar sabor aos alimentos. Porém ao esquentar o óleo são liberadas muitas toxinas e o excesso traz prejuízos ao organismo como colesterol alto, obesidade, baixo desempenho físico, etc.Os salgadinhos de pacote geralmente possuem muitos carboidratos, sódio (principal vilão da hipertensão) e gorduras saturadas. Para não restringir totalmente, procure os que são assados, com menos gorduras.

Refrigerantes:
Os refrigerantes não contribuem em nada para a nossa saúde. Prejudicam o organismo deixando o Ph do nosso sangue mais ácido, portanto mais propício a doenças. Vejam a explicação do Ph em relação à água. Uma água mineral de boa qualidade deve ter um pH compreendido entre 7,0 e 7,5.O sangue de um ser humano saudável tem um pH de 7,35 a 7,45 e contém cerca de 90 a 95% de água.O nosso corpo tenta a todo custo manter o pH sanguíneo dentro destes valores, extraindo minerais do organismo para manter o pH. Quando não consegue equilibrar o pH, o nosso corpo torna-se ácido e propenso à infestação por parasitas e todos os males que eles trazem.Um pH levemente alcalino do sangue aumenta a oxigenação das células e a imunidade, uma vez que, vírus e bactérias precisam de um meio ácido para sobreviver. Assim como o fogo precisa de oxigênio para existir, os vírus e bactérias necessitam de um meio ácido para se manterem vivos. Sendo assim, beber água com um pH neutro ou levemente alcalino contribui, também, para que o nosso corpo mantenha o seu pH nos níveis adequados”.Isso significa que a água é saudável, já o refrigerante faz muito mal. Para mantermos nossos filhos saudáveis e longe de doenças, o ideal é dar opções de sucos naturais e água, ficando longe dos refrigerantes.Ao optar por essas restrições na dieta do seu filho, você provavelmente irá ouvir: “coitadinho dele!”Na verdade, deveríamos “sentir pena” das crianças que desde cedo tomam refrigerante e se alimentam de muitos doces e salgadinhos fritos. Muitas calorias, poucos (ou quase zero) nutrientes. É importante encontrar um equilíbrio, claro.Mas lembre-se que ao dizer não, você está zelando pela saúde do seu filho, que é mais importante do que qualquer prazer que um doce ou refrigerante possam proporcionar.Ajude seu filho a cultivar hábitos saudáveis de alimentação e fuja da influência da mídia, que nos induz a consumir produtos que prejudicam nossa saúde, nos fazendo mais tarde, investir em medicamentos.

Doces saudáveis

Banana com canela:
Essa é uma receita clássica e super gostosa. Basta cortar uma banana ao meio e salpicar com canela. Se preferir, leve a banana ao micro-ondas por alguns segundos, alem de ficar mais gostosa ainda se transforma em amido resistente que tem difícil absorção e auxilia na formação do bolo fecal.

Gelatina:
Além de extremamente saborosa, a gelatina é composta praticamente de aminoácidos (proteínas), que ajudam na síntese e na renovação do colágeno. Se consumida regularmente, ela auxilia na redução dos níveis de colesterol no sangue, triglicérides e controla a glicemia. Por ser rica em proteína, ela fortalece os ossos e previne o organismo de doenças como a osteoporose.

Frutas secas:
Ameixa, damasco e outras frutas secas são ótimas opções para saciar a vontade de comer doce. Se a situação estiver complicada, uma boa dica é mergulhar o damasco na alfarroba líquida.

Pêra ao forno:
Corte uma pêra em quatro ou mais pedaços e os leve ao forno. Ao perceber que já estão amolecendo, retire-os do fogo e os deixe esfriar. Se quiser adoçar a fruta, pingue algumas gotinhas de mel ou açúcar mascavo.

Salada de frutas:
Uma frutinha sempre cai bem. Ainda mais as mais adocicadas, como banana, manga e caqui, por exemplo. Uma boa dica é fazer uma deliciosa salada de frutas e separar a mistura em potinhos para você não exagerar na dose.Pode ser colocado sobre a salada , iogurte natural, fica muito saboroso.

Uvas congeladas:
Essa alternativa é tão gostosa quanto um picolé de uva. Na verdade, o gostinho é quase o mesmo. Basta colocar as uvas sem semente em um pote e levar ao congelador. Depois é só comer algumas uvinhas e se deliciar com o sabor. Se preferir, amasse as uvas até formar uma pasta de “sorvete”.

Frozen de Iogurte:
O frozen yogurt é uma ótima alternativa para substituir os doces. Sem glúten, com poucas calorias e 0% de gordura, o frozen yogurt ainda tem um alto valor nutricional. Uma boa idéia é rechear com frutas da estação!

Oleaginosas:
Nozes, castanhas e amêndoas (preferencialmente com pouco ou sem sal) pode ajudar a combater a vontade incontrolável de doces. Mas não exagere na dose, pois as oleaginosas são bastante calóricas.

 
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