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Atenção aos alimentos que parecem saudáveis mas não são

setembro 23, 2018

Parece, mas não é

Muitas pessoas preferem consumir peito de peru em vez de outros embutidos, como presunto ou mortadela, por achar que é uma opção mais saudável.

De fato, é comum que produtos ultra processados como o peito de peru e a bolacha integral sejam classificados como saudáveis pela população.

Contudo, isso é resultado de um forte trabalho da mídia que nem sempre passa mensagens verdadeiras ou completas.

No geral, produtos com acréscimo de conservantes, estabilizantes, corantes, edulcorantes e aromatizantes, e também com excesso de gordura vegetal hidrogenada, açúcar e sódio, não são saudáveis, podendo trazer consequências negativas para a saúde.

Este alerta consta do manual Alimentação Cardio protetora, do Ministério da Saúde e do Hospital do Coração (HCor), mas o fato é que o consumo de alimentos ultra processados deve ser evitado tanto por indivíduos em risco cardiovascular quanto por indivíduos saudáveis.

Atenção aos alimentos que parecem saudáveis mas não são
O glutamato monossódico é outro alvo de alertas seguidos dos especialistas. 
[Imagem: Divulgação]

Alimentos que parecem saudáveis mas não são

No caso específico do peito de peru, dos 13 ingredientes descritos na embalagem apenas cinco não são artificiais - e mesmo assim estes cinco já passaram por muitos processamentos e estão longe de estar em sua forma in natura ou mais nutritiva.

Já a bolacha, mesma aquela nomeada como integral, contém aditivos químicos, açúcares e gordura. O fato de o ingrediente farinha de trigo aparecer em primeiro lugar, antes mesmo da farinha de trigo integral, lança dúvidas sobre se a iguaria deveria ser nomeada como integral.

E estes não são os únicos casos. Confira abaixo 9 alimentos que parecem saudáveis, mas não são:

  • Barra de cereal
  • Biscoitos e/ou bolachas integrais
  • Chocolate diet
  • Embutidos (como presunto e peito de peru)
  • Farinha láctea
  • Pão de forma light
  • Pipoca para micro-ondas
  • Sopa instantânea
  • Suco de caixinha

Como esta lista não é exaustiva, lembre-se sempre de ler a lista de ingredientes no rótulo do produto para saber se o alimento é ultra  processado ou não.


 

Adoçantes Artificiais

junho 5, 2018

O consumo de adoçantes com baixas calorias pode causar síndrome metabólica e predispor as pessoas a pré-diabetes ou ao diabetes, particularmente em indivíduos com obesidade.

Quem garante é o professor Sabyasachi Sen, da Universidade George Washington (EUA), cuja equipe descobriu isso em experimentos de laboratório usando células-troncoderivadas da gordura humana e de amostras de gordura humana.

síndrome metabólica é um grupo de fatores de risco - pressão arterial alta, alto nível de açúcar no sangue, níveis de colesterol não saudáveis e gordura abdominal - que duplica o risco de doenças do coração e dos vasos sanguíneos (doenças cardiovasculares), podendo levar a ataques cardíacos e derrames. Esses fatores de risco também aumentam o risco de diabetes de três a cinco vezes.

"Nossos experimentos com células-tronco indicam que os adoçantes de baixas calorias promovem o acúmulo adicional de gordura nas células em comparação com células não expostas a essas substâncias, de forma dependente da dose - o que significa que, à medida que a dose de sucralose aumenta, mais células apresentam aumento na acumulação de gotículas de gordura. Isso provavelmente ocorre pelo aumento da entrada de glicose nas células pelo aumento da atividade de genes chamados transportadores de glicose," detalhou Shen.

Sucralose

Além das células-tronco, os pesquisadores estudaram amostras de gordura humana coletadas de indivíduos com obesidade que consomem adoçantes à base de sucralose. Eles constataram mudanças similares na expressão gênica dos mesmos genes transportadores de glicose que as verificadas nas células-tronco.

A equipe destaca que estes resultados são da maior preocupação para pessoas que têm obesidade e pré-diabetes ou diabetes, uma vez que elas já estão com um risco mais elevado de ataques cardíacos e AVC.

"Acreditamos que o efeito seja mais pronunciado em pessoas com excesso de peso e obesidade, em vez das pessoas de peso normal, porque elas têm mais resistência à insulina e podem ter mais glicose no sangue," disse Shen.

Os resultados da pesquisa foram divulgados durante a reunião anual da Sociedade de Endocrinologia dos EUA. O próximo passo consistirá na confirmação dos efeitos in vivo - em animais de laboratório.

 

Epidemia de obesidade é resultado de alteração do padrão alimentar

maio 8, 2018

Obesidade: doença e epidemia

A Organização Mundial da Saúde estima que 1,9 bilhão de adultos tenham sobrepeso, sendo 600 milhões com obesidade. Ainda assim, um estudo publicado na revista médica Lancet revelou que, nos últimos 30 anos, nenhum país conseguiu elaborar estratégias para reverter a epidemia de obesidade de forma consistente.

No Brasil não é diferente. Nos últimos 35 anos a prevalência de obesidade subiu de 5,4% para 21% da população. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a cada ano surge 1 milhão de novos casos de obesidade no país e, a cada 15 anos, dobra a taxa de casos de obesidade.

Se a taxa de crescimento da obesidade se mantiver, o Brasil atingirá, em menos de 10 anos, o mesmo índice dos Estados Unidos, onde mais de 36% da população vive com sobrepeso ou obesidade.

"No Brasil, há um aumento maior da obesidade na população mais pobre, em comparação com a mais rica. É um problema que acomete todas as classes sociais, portanto sua prevenção interessa à população inteira," disse Carlos Augusto Monteiro, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP e coordenador da edição mais recente do Guia alimentar para a População Brasileira, durante evento de divulgação científica realizado em São Paulo.

"Há um grande debate se a obesidade em si já seria uma doença, além de ser um fator de risco para a hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares, por exemplo. O fato é que, para a Organização Mundial da Saúde, doença é toda condição com algum tipo de alteração funcional, estrutural ou mesmo comportamental que leva sofrimento ao indivíduo e a obesidade se encaixa em todos esses critérios", disse Licio Velloso, do Departamento de Clínica Médica da Unicamp.

Mudanças nos hábitos alimentares

Os especialistas atribuem essa epidemia a mudanças no padrão alimentar da população em geral, que, nas últimas quatro décadas, trocou a alimentação tradicional de cada país - composta principalmente por cereais, verduras e carnes - por alimentos ultraprocessados, ricos em gorduras saturadas que fazem o alimento durar mais.

Estudo realizado pela equipe do professor Velloso mostrou que essa alteração no padrão alimentar tem consequências na região cerebral que regula a fome: "Mostramos que a ingestão de gordura saturada gera uma inflamação no hipotálamo, a região do cérebro que controla a saciedade, e os neurônios começam a não regular tanto a fome."

A boa notícia é que essa inflamação pode ser revertida. "Da mesma forma que o ácido graxo saturado inflama, o insaturado reverte", disse Velloso.

Os especialistas destacaram que o fato de aumentar o consumo de gorduras saturadas e de açúcar e a redução na ingestão de fibras explica essa epidemia de obesidade.

"Na obesidade, individualmente, a genética é importante, mas fica difícil explicar essa epidemia global com uma causa genética. A epidemia é atribuída a um fator ambiental, essa abundância de alimentos. A atividade física se modificou [reduziu] nos anos 1960 e a epidemia começou nos anos 1980," disse Monteiro.

 

Receitas de 3 saladas e 5 molhos

abril 12, 2018
É sempre bom variar as saladas e molhos né? 
Então, segue os links com 3 saladas e 5 molhos fáceis de fazer e bem gostosos. 

 

Abacate e seus benefícios a saúde

abril 12, 2018

Luteína

O consumo diário de um pequeno abacate melhorou a função cognitiva de idosos saudáveis.

Mas o potencial de melhoria provavelmente se estenda a outras faixas etárias, já que os benefícios advêm de uma substância presente no abacate, chamada luteína.

A luteína é um carotenoide, ou pigmento, comumente encontrado em frutas e vegetais, e que se acumula no sangue, nos olhos e no cérebro, atuando como agente anti-inflamatório e antioxidante.

Neste experimento, realizado com pessoas com mais de 50 anos de idade, constatou-se um aumento dos níveis de luteína no cérebro e nos olhos, com efeitos positivos sobre as funções mentais - o estudo não envolveu aferições da qualidade visual.

Saúde ocular e saúde cerebral

A equipe da professora Elizabeth Johnson, na Universidade Tufts (EUA), rastreou 40 adultos saudáveis que comeram um abacate fresco por dia durante seis meses.

Os abacates usados no experimento, do tipo Haas, possuíam em média 369 microgramas de luteína. Os abacates Hass são a variedade menor, de casca mais escura e irregular - já se sabia que essa variedade de abacate reduz o colesterol mais que a dieta.

Ao final dos seis meses, os voluntários apresentaram um aumento de 25% nos níveis de luteína em seus olhos e cérebro e melhoraram significativamente a memória de trabalho e as habilidades de resolução de problemas. A luteína acumulada foi mais do que o dobro do verificado em voluntários que consumiram suplementos desse composto, em lugar dos abacates.

"Os resultados deste estudo sugerem que as gorduras monoinsaturadas, fibras, luteína e outros compostos bioativos tornam os abacates particularmente efetivos para enriquecer os níveis de luteína neural, o que pode proporcionar benefícios não só para a saúde ocular, mas para a saúde cerebral," disse a professora Elizabeth Johnson.

 

Aspargo

abril 12, 2018
vamos conhecer alguns Efeitos Detox do Aspargo e seus benefícios a nossa saúde:

"Aspargo é valorizado como iguaria gastronômica e como medicamento há, pelo menos, 200 anos a.C. Muito consumido na Europa; no Brasil seu consumo ainda é pequeno, por hábito alimentar ou pelo custo relativamente alto, começou a ser cultivado na década de 1930, adaptando-se ao clima do sul do país e as regiões mais frias do estado de São Paulo. Além de seu peculiar e saboroso paladar, o aspargo é muito citado em seu potencial no combate ao câncer e diversas propriedades medicinais e desintoxicantes.

Os benefícios dos aspargos para a saúde:

Contém uma série de substâncias antioxidantes, entre eles os carotenóides beta caroteno, luteína e zeaxantina. Este tem ação preventiva no câncer de mama, e diminuem o risco de doenças oculares como degeneração macular e catarata;

Possuem uma substância chamada fitoestrógeno, importante para atletas e para quem quer emagrecer. Para mulheres,age de maneira semelhante ao hormônio estrogênio, amenizando sintomas da menopausa;
Melhora o sistema imunológico por ser rico em vitamina C;"
 

Alimentação baseada em proteínas vegetais

abril 12, 2018

A resposta para os futuros desafios alimentares globais pode vir não de tecnologias futurísticas e revolucionárias, mas das lições do passado.

Desde a década de 1960, a alimentação na maioria dos países ocidentais passou a depender fortemente da carne.

Mas, com a demanda global de alimentos disparando - a população mundial já superou os 7 bilhões de pessoas e ainda há milhões passando fome - são necessárias outras fontes de proteínas de alta qualidade.

A resposta para esse desafio pode ser encontrada em plantas que já eram conhecidas pelas civilizações Maia e Inca, e que agora estão de volta à moda, como a quinoa, o amaranto e outras.

É o que defendem pesquisadores de 13 países envolvidos no projeto Protein2Food (proteínas convertidas em alimentos, em tradução livre), que está estudando os hábitos alimentares dessas culturas antigas e como suas dietas podem ser adaptadas à realidade atual - 11 países são da União Europeia, mais Peru e Uganda.

Proteínas de plantas

O projeto visa desenvolver proteínas alimentares de alta qualidade a partir do cultivo de vários tipos de sementes (como quinoa e amaranto) e leguminosas (tremoço, feijão e lentilhas), utilizando uma abordagem multidisciplinar envolvendo genética, agronomia e engenharia de alimentos.

Um dos objetivos de curto prazo é acelerar o processo de migração do consumo de proteínas contidas em carnes animais para proteínas contidas nas plantas.

"As proteínas da quinoa e do amaranto contêm todos os aminoácidos essenciais, portanto, mesmo que elas tenham um nível de proteína menor do que as leguminosas, elas têm uma maior qualidade nutricional," disse o professor Cataldo Pulvento, do Centro Nacional de Pesquisas da Itália.

Só benefícios

"Nós podemos comer carne, ela tem gosto bom, mas é muito cara considerando a terra que temos que usar para produzir as plantas necessárias para alimentar os animais. E então temos um enorme consumo de água por cada quilograma de carne (produzido), o que é cerca de dez vezes maior do que para as plantas," disse Sven-Erik Jacobsen, professor da Universidade de Copenhague e coordenador do projeto Protein2Food.

A equipe defende que, se o nosso consumo alimentar mudasse das proteínas animais para as proteínas vegetais, isso reduziria nossa pegada de carbono e melhoraria a biodiversidade e a saúde humana.

"Nossa dieta será muito mais diversificada, a fertilidade do solo vai melhorar. Podemos dizer: são apenas benefícios," disse o professor Jacobsen.


 

Gorduras x doenças

abril 12, 2018

Frequentemente novas pesquisas sobre os fatores de risco para as doenças cardiovasculares - e muitas outras - questionam o "saber científico" estabelecido, trazendo conclusões novas, o que tende a confundir as pessoas sobre o que está de fato comprovado em relação ao tema.

É o caso de se considerar benéfico, por exemplo, o consumo de gordura saturada.

"Há grandes trabalhos em grandes revistas [científicas] mostrando que, às vezes, o consumo de uma dieta rica em gordura não afeta substancialmente os níveis de colesterol[e não necessariamente] leva ao infarto do miocárdio," explicou o professor Dennys Esper Cintra, do Centro de Estudos de Lipídios em Nutrigenômica, da Unicamp, durante um evento que apresentou um painel das pesquisas mais recentes sobre o assunto.

É o que acontece com pessoas que não estão hipertensas e nem têm níveis alterados de gordura no sangue, assim como não apresentam resistência à insulina.

Assim como o consumo de gordura saturada, há trabalhos recentes e com bastante repercussão, que dizem respeito a outros fatores de risco para as doenças cardiovasculares, como a obesidade, o diabetes ou a hipertensão.

"Obesidade, por definição, faz mal para o coração. Quando discutimos exceções é porque existe um subgrupo de pessoas com obesidade que tem uma distribuição benéfica da gordura e do tecido adiposo funcional sem repercussões negativas para o coração," defendeu o professor Bruno Geloneze. Isto porque a obesidade dispara um processo de inflamação sistêmica que acabará trazendo problemas de saúde.

Magro doente e obeso saudável

Segundo o professor Geloneze, o subgrupo de pessoas aparentemente não afetadas é composto em geral por mulheres jovens, com acúmulo de gordura no quadril e que não têm um antecedente familiar de doença cardiovascular: "São pessoas que vão acumular gordura apenas onde pode e não vão promover inflamação subclínica crônica e nem resistência à insulina. Essa seria a forma benigna da obesidade". Outro subgrupo "protegido" da insuficiência cardíaca seria o de pessoas idosas, que estão perdendo massa muscular e acumulam gordura no corpo em pontos onde ela pode ser benéfica.

No extremo oposto, salientou Geloneze, existe a forma não benigna da magreza: "São as pessoas que têm baixo peso mas, quando ganham peso, acabam acumulando gordura no fígado, em volta do coração, perto dos vasos sanguíneos. A pessoa tem uma tendência a não acumular gordura onde não haveria problemas, como nas coxas e quadris. Em geral são pessoas mais velhas, do sexo masculino e que acumulam gordura no tronco e no abdome. É aquele que diz não ser obeso, e que só tem barriga".

Portanto, existe o magro metabolicamente doente e o obeso metabolicamente saudável. "Isso confunde a população. Não podemos chegar na frente do obeso e verificar só o peso. Devemos entender os antecedentes da pessoa, se há histórico de doença vascular, pressão alta, ou seja, construir sua história clinica," disse Geloneze.

Os especialistas ainda orientam medir a circunferência do pescoço e do abdome e a resistência à insulina. De forma resumida, não é possível simplificar as coisas pela balança. Os riscos dependem sempre de onde a gordura se deposita.

 

Receita de Queijo Vegano rico em Proteína

abril 12, 2018
https://www.youtube.com/watch?v=50N5tqcf9jA
 

Falta de magnésio impede que corpo aproveite vitamina D

abril 12, 2018

Vitamina D e magnésio

Inúmeras pesquisas têm mostrado que a vitamina D é mais importante para a nossa saúde do que se pensava e que níveis adequados de vitamina D são essenciais para um envelhecimento saudável.

Mas há uma ressalva: para elevar seus níveis de vitamina D, preferencialmente tomando Sol moderadamente, não esqueça o magnésio.

Uma revisão publicada pela Associação Osteopática Norte-Americana mostra que a vitamina D não pode ser metabolizada sem níveis suficientes de magnésio, o que significa que a vitamina D permanece armazenada e inativa em até 50% das pessoas.

Riscos dos suplementos de vitamina D

"As pessoas estão tomando suplementos de vitamina D, mas não percebem como ele é metabolizado. Sem magnésio, a vitamina D [na forma de suplementos] não é realmente útil ou segura," explicam os pesquisadores Anne Marie Uwitonze e Mohammed Razzaque em um artigo publicado no The Journal of the American Osteopathic Association.

Razzaque acrescenta que o consumo de suplementos de vitamina D pode aumentar os níveis de cálcio e fosfato de uma pessoa, mesmo que ela permaneça deficiente em vitamina D. O problema é que as pessoas podem sofrer de calcificação vascular se seus níveis de magnésio não forem suficientemente altos para prevenir a complicação.

Magnésio

O magnésio é o quarto mineral mais abundante no corpo humano, depois do cálcio, potássio e sódio.

A média diária recomendada de ingestão de magnésio é de 420 mg para homens e 320 mg para mulheres.

Os alimentos com alto teor de magnésio incluem amêndoas, bananas, feijão, brócolis, arroz integral, castanha de caju, gema de ovo, óleo de peixe, linhaça, vegetais verdes, leite, cogumelos, nozes, aveia, sementes de abóbora, sementes de gergelim, soja, sementes de girassol, milho, tofu e grãos integrais.

O consumo de magnésio de alimentos naturais diminuiu nas últimas décadas, devido à agricultura industrializada e mudanças nos hábitos alimentares. Os níveis de magnésio são baixos em populações que consomem alimentos processados, que se baseiam mais em grãos refinados, gorduras, fosfatos e açúcar.

Falta de magnésio e vitamina D

Pacientes com níveis ótimos de magnésio exigem menos suplementação de vitamina D para atingir níveis suficientes do composto no organismo. O magnésio também reduz a osteoporose, ajudando a mitigar o risco de fraturas ósseas, que podem ser atribuídas a níveis baixos de vitamina D, destacam os pesquisadores.

A deficiência em qualquer um desses nutrientes - magnésio e vitamina D - está associada a vários distúrbios, incluindo deformidades esqueléticas, doenças cardiovasculares e síndrome metabólica.


 

Fica a dica!

janeiro 16, 2017

 

Fica a dica!

janeiro 16, 2017

 

Menos sal......

janeiro 16, 2017
A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a redução do consumo de sal para até 5 g/dia por pessoa. A ingestão excessiva deste tempero pode causar algumas doenças como pressão alta, doença renal, celulite, má circulação..
 

Gengibre

janeiro 16, 2017
Esse é um alimento super versátil! Você pode consumir na forma de chá, com sucos ou como tempero no preparo das refeições!

O gengibre alivia náuseas e enjoos, além de ser anti-inflamatório, podendo ajudar em diversas doenças de caráter inflamatório, como a artrite! Além disso esse alimento é termogênico, ou seja, ele acelera o metabolismo, facilitando a queima de gordura!

Porém, não basta comer o gengibre para emagrecer! É preciso aliar uma boa alimentação com a prática de exercícios.





 

OS CUIDADOS COM OS ÓLEOS EM NOSSA COZINHA

outubro 22, 2016

Há anos a indústria tenta nos passar a ideia de que os óleos vegetais poli-insaturados, como girassol, milho, soja e canola, são mais saudáveis. Puro marketing. Hoje, o consumo destes óleos está ligado ao aumento de alguns tipos de câncer e das doenças cardíacas. Os únicos óleos que você deve usar são os de babaçu ou de coco [inclui-se o palmiste]. A manteiga também é segura para refogados e o azeite de oliva fica melhor se adicionado aos pratos depois de prontos. Já o óleo de linhaça nunca pode ser aquecido.


Também deve evitar as gorduras hidrogenadas. Elas formam depósitos sólidos dentro de seu corpo. A maior parte dos alimentos processados – e dos fast foods – contém gordura hidrogenada ou parcialmente hidrogenada. Gordura hidrogenada não existe na natureza. Ela é uma maneira pela qual a indústria alimentícia encontrou para aumentar a vida útil dos óleos e não deixá-los rançosos (oxidados) rapidamente. É a mesma desculpa para justificar o uso de conservantes. Por isso, fuja das margarinas e outras “manteigas light”. A margarina foi criada para engordar os perus antes do abate. Ela não é um alimento verdadeiramente, mas uma substância análoga ao plástico que tem que ser adicionada de corantes e realçadores de sabor para poder ser “comível”. Se você deixar um pote de margarina ao ar livre, 50 anos depois ela estará da mesma maneira. Como diz um amigo meu: em margarina não pousa nem mosca! 


Entretanto, mesmo que você cuide do tipo de óleo que compra para o uso cotidiano, vários fatores podem afetar sua qualidade. O que queremos preservar são suas características físico-químicas, ou seja, queremos impedir que eles se deteriorem, que fiquem oxidados, que é o nome científico para rançado. Vamos começar pelo mais comum, o azeite de oliva.

E o que pode rançar o azeite de oliva? O primeiro é a exposição excessiva ao ar. A primeira providência é mantê-lo em garrafas bem fechadas, pois desta maneira, evitamos a exposição ao oxigênio ao ar atmosférico.


Além disso, o calor e a luz são fatores que aceleram o processo de oxidação. Escolha azeites que venham em garrafas escuras (geralmente vidro marrom ou verde escuro). Também é importante que a garrafa fique guardada num armário fechado e que não fique exposto à luz.

Quanto à temperatura, mesmo que o azeite seja mais estável e necessite de temperaturas mais elevadas para começar a se deteriorar é prudente não deixá-lo exposto a fontes de calor. Isso significa que não há a necessidade de guardá-lo em geladeira, mas em cima do fogão ou ao lado do forno não são os locais mais adequados.


Hoje ninguém mais duvida que os azeites de oliva são saudáveis. Os classificados como extravirgem possuem um teor mais de clorofila, por isso, quando colocados num recipiente branco percebe-se uma coloração esverdeada. E é por conta desta clorofila que digo que o azeite não é adequado para cozinhar/refogar, uma vez que o calor destrói suas principais propriedades e produz uma quantidade maior de radicais livres.

Se você quer cozinhar em temperaturas mais altas o ideal usar um tipo de gordura que seja saturada. Molécula saturada é aquela molécula cujos locais de ligação com outras moléculas estão ocupados. Por isso, são mais estáveis à decomposição, seja ao calor, ar ou luz. A banha de fonte animal (porco, pato, carneiro etc.) está nesta classificação. As gorduras de palmeiras, coco e babaçu são exemplos de óleos adequados para cozinhar. A manteiga também se enquadra nesta classificação, mas rança com muito mais facilidade (por isso guardamos em geladeira). 


Os óleos comuns são ruins por terem exatamente propriedades contrárias. São insaturados, na verdade, poli-insaturados, o que significa terem vários sítios de ligação com outras moléculas, ou seja, inúmeras possibilidades de produzir compostos inadequados. E o pior, o processo de fabricação desses óleos já os destrói na fábrica. Não salva um: milho, soja, girassol, canola… livre-se deles. 

 

Outro tipo de gordura que procuramos hoje em dia é a que contém grandes fontes de ômega 3, como na semente de linhaça e chia. Este possui um tipo específico, o ácido alfa linolênico (ALA) que não é encontrado com muita facilidade nos alimentos e que o corpo usa na fabricação de coisas tão importantes como as membranas que revestem todas as nossas células. Outras formas de ômega 3 são encontradas, principalmente, nos peixes e nos óleos de peixe, mas este é um tópico que iremos abordar em outro momento.

O que precisamos saber no momento é que o ALA se oxida (rança) com muita facilidade. A forma mais simples de ingeri-lo é pelo óleo de linhaça. E por tudo que apontamos aqui, com ele as recomendações devem ser seguidas à risca: garrafa escura e guardado em geladeira após aberto. Também, é importante não aquecê-lo, portanto, nada de usar para cozinhar em hipótese alguma.


Fonte: DR CARLOS BRAGHINI

 

Alimentos para memória

outubro 2, 2016

Podemos utilizar nutrientes inteligentes, estes nutrientes visam aumentar a capacidade de concentração, melhorar a memorização e tornar as pessoas mais animadas. Para potencializar essa ação, é necessário que os neurônios estejam saudáveis, recebendo 
suprimento adequado de oxigênio, glicose e os nutrientes abaixo:



MELHORES ALIMENTOS PARA O CÉREBRO

 

MAGNÉSIO
o magnésio é um nutriente fundamental para o funcionamento da memória
Fontes: folhas verdes, granola, aveia, farelo de trigo, arroz integral, brócolis, amêndoas, castanhas de caju, banana.

 

COUVE
Um estudo da publicação Neurology mostrou que comer duas ou mais porções de hortaliças — especialmente as de folhas verde-escuras — diminui o declínio cognitivo em 40%.

 

OMEGA 3

Melhora as funções cerebrais e auxiliar no controle do stress. Essa gordura previne doenças degenerativas e regulariza neurotransmissores do bem-estar.

Óleo de Peixe – rico em ácidos graxos poliinsaturados do tipo ômega-3. A carência no organismo dessas substâncias desfavorece a neutralização dos radicais livres provenientes da gordura trans dos alimentos, auxilia a hiperlipidemia e 
a síndrome plurimetabólica. Uma dieta pobre em ômega-3 favorece o desenvolvimento de doenças crônicas cardiovasculares. O ômega 3 auxilia a regularizar a fluidez do sangue e também na proteção contra doenças cardíacas, redução do colesterol, 
triglicérides e hipertensão arterial.

 

FISETINA
Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Salk, na Califórnia (EUA), a fisetina uma substância que se encontra no morango, pêssego, uva, kiwi, tomate, maçã e também na cebola e espinafre vem sendo considerada fundamental para manter a memória 
jovem.
A função da fisetina é estimular a formação de novas conexões entre os neurônios (ramificações) e fortalecê-las. Os alimentos deste grupo contêm substâncias que facilitam a comunicação entre os neurônios, aumentando também a capacidade de pensar, se concentrar, aprender e memorizar.

 

FERRO
Um estudo conduzido pela Universidade da Pensilvânia, nos EUA, verificou que mesmo uma pequena deficiência de ferro talvez prejudique a memória. Mas quando os níveis são restabelecidos o desempenho nos testes melhora. Fontes de ferro: carnes, 
folhas verde escuras, grãos integrais, ervilha torta, lentilha, feijão, etc.

 

ACIDO FÓLICO

A publicação Neuroepidemiology, por sua vez, mostrou uma relação entre baixos índices de ácido fólico e queda no desempenho cognitivo. O ácido fólico reduz o aminoácido homocisteína, que em excesso prejudica a atividade cerebral. Fontes de ácido fólico: vegetais folhosos verde escuros (espinafre, brócolis, couve, rúcula), tomate, cogumelos shimeji e shitake, etc.

 

SALVIA
Previne a quebra da acetilcolina, neurotransmissor envolvido na memória e no aprendizado. Pesquisadores ingleses da Universidade Northumbria mostraram que jovens que ingeriam óleo extraído da sálvia tinham um melhor repertório de palavras.

 

O cérebro

O cérebro é um sistema ultra-organizado e supercomplexo. Existem milhares de interconexões entre as diferentes regiões, a maioria ainda desconhecida pelos cientistas. Este esquema a seguir, ilustra uma versão simplificada dessas conexões:



1- Córtex pré-frontal


Comanda a capacidade da raciocinar, de resolver problemas e determina as respostas do comportamento do indivíduo ao estímulo recebido. Esta área é uma das últimas a amadurecer na adolescência. Talvez seja a razão por que o jovem toma decisões rapidamente, sem pensar nas consequências. É aqui também que os neurônios envolvidos em algumas atividades que exigem concentração, como fazer palavras cruzadas, são estimulados.

2- Lóbulo frontal

Região onde estão armazenadas informações que permitem o discernimento social e a capacidade de prever as consequências de uma atitude. Quando a pessoa toma um drinque, o álcool atinge o lóbulo frontal, levando-a a sentir-se mais alegre e relaxada

 

3- Córtex motor primário

Principal região do cérebro, responsável por movimentos como andar, correr. Os neurônios dessa área estão diretamente conectados com o cerebelo, que auxilia no "ajuste fino" do exercício. Durante qualquer atividade, diversos hormônios e substâncias são produzidos e liberados na corrente sanguínea, atingindo outras regiões do cérebro

 

4- Lóbulo parietal

É a região do cérebro que processa as reações somato-sensoriais. É ativado quando o indivíduo ouve uma música (audição) ou lê um livro (memorização).

 

5- Sistema límbico

Regula a sede, o impulso sexual, a fome. Este sistema emocional é ativado quando, por exemplo, um executivo tem de decidir onde aplicar o dinheiro de sua empresa. É aquilo que se convencionou chamar de "ouvir as emoções". Esta área é acionada
 quando se faz algo que dê prazer - tanto comer como ingerir drogas

 

6- Lóbulo occipital

Onde se processam basicamente os estímulos visuais captados pelos olhos, que interpretam informações por meio de comparações, seleção e integração. Está ligado também à memória visual, quando se lê um livro

 

7- Lóbulo temporal

Agrega principalmente os estímulos auditivos - como quando se ouvem as sonatas de Mozart, por exemplo.

 

8- Amígdala

É a área da expressão das emoções, como a tristeza e o medo. Aciona-se a amígdala quando se treme de medo ao ver um assalto. É como se tivesse sido disparado um alarme dentro do cérebro. Todo o organismo fica em estado de alerta.

 

9- Hipocampo

É a conhecida "região da memória", de curto e médio prazo - torna o indivíduo capaz de se lembrar, por exemplo, do que vestiu ontem. O sono REM, fase em que acontecem os sonhos, estimula o hipocampo. Quando a pessoa dorme, surgem fragmentos dessa memória. A memória de trabalho está ligada a esta região, onde também ocorre o aprendizado de novas informações         

 

10- Cerebelo

É aqui que acontece o aprendizado da música, das operações matemáticas e a coordenação motora fina. O cerebelo comanda o equilíbrio e a musculatura de todo o corpo. Um distúrbio aqui pode gerar paralisia das cordas vocais, de 
braços e pernas. Fazer tricô, por exemplo, envolve o córtex motor, mas é uma tarefa impossível sem o precioso auxílio do cerebelo - de onde saem os "comandos" para digitar ou tocar violão.

 

Deficiência de vitamina B12: Uma epidemia silenciosa, com graves consequências

outubro 2, 2016

O que todas estas doenças têm em comum?

  •  A doença de Alzheimer, demência, declínio cognitivo e perda de memória (coletivamente referidos como “envelhecimento”)
  •  A esclerose múltipla (EM) e outras desordens neurológicas
  •  Doença mental (depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose)
  •  Doença cardiovascular
  • Transtornos do aprendizado ou do desenvolvimento em crianças
  • Desordem do espectro autista
  • Doença auto-imune e desregulação imune
  • Infertilidade masculina e feminina
Resposta: elas podem imitar todos os sinais e sintomas de uma deficiência de vitamina B12.

A deficiência de vitamina B12 não é uma doença estranha, misteriosa. Pode-se ler sobre ela em cada livro de medicina e as suas causas e efeitos são bem estabelecidos na literatura científica.

No entanto, a deficiência de B12 é muito mais comum do que a maioria dos profissionais de saúde e o público em geral percebem. Dados do Tufts University Framingham Offspring Study sugerem que 40 por cento das pessoas com idades entre 26 e 83 anos possuem níveis plasmáticos de vitamina B12 na faixa normal baixa – uma faixa em que muitas pessoas experimentam sintomas neurológicos. Nove por cento tinham uma deficiência clara, e 16 por cento estava “perto da deficiência“.

Dito isto, estimou-se que a deficiência de B12 afete cerca de 40% das pessoas com mais de 60 anos de idade. É inteiramente possível que pelo menos alguns dos sintomas que atribuem ao envelhecimento “normal” – tais como perda de memória, declínio cognitivo, diminuição da mobilidade, etc. – sejam, pelo menos, em parte causados pela deficiência de B12.

Porque a deficiência de vitamina B12 é tão sub-diagnosticada?

A deficiência de vitamina B12 é muitas vezes perdida por duas razões. Em primeiro lugar, não é rotineiramente testada pela maioria dos médicos. Em segundo lugar, a extremidade inferior da faixa de referência de laboratório é demasiadamente baixa. É por isso que a maioria dos estudos subestimam os verdadeiros níveis de deficiência. Muitas pessoas com deficiência de vitamina B12 têm os chamados níveis “normais” de B12.

No entanto, é bem estabelecido na literatura científica que as pessoas com níveis de B12 entre 200 pg/ml e 350 pg/mL – níveis considerados “normais” – têm claros sintomas de deficiência de B12. Alguns especialistas em diagnóstico e tratamento da deficiência de B12, sugerem o tratamento de todos os pacientes que sejam sintomáticos e apresentem níveis de vitamina B12 inferior a 450 pg/mL. Eles também recomendam o tratamento de pacientes com B12 normal, mas com nível elevado de ácido metilmalonico urinário (MMA), homocisteína e / ou holotranscobalamina (outros marcadores de deficiência de B12).

No Japão e na Europa, o limite inferior para B12 é entre 500-550 pg/mL, o nível associado com manifestações psicológicas e comportamentais, tais como declínio cognitivo, demência e perda de memória. Alguns especialistas têm especulado que, no Japão, a aceitação de níveis normais mais elevados e a disposição de tratar os níveis que são considerados “normais” nos EUA, explicam as baixas taxas de doença de Alzheimer e demência naquele país.

O que é a vitamina B12 e por que você precisa dela?

A vitamina B12 trabalha em conjunto com o folato na síntese de DNA e das células vermelhas do sangue. Também está envolvida na produção da bainha de mielina em torno dos nervos, e na condução de impulsos nervosos. Você pode pensar no cérebro e no sistema nervoso como um grande emaranhado de fios. A mielina é o isolamento que protege os fios e os ajuda a conduzir as mensagens.

A deficiência grave de B12 em condições como anemia perniciosa (uma condição auto-imune em que o corpo destrói o fator intrínseco, uma proteína necessária para a absorção de B12) costumava ser fatal até que os cientistas descobriram que a morte poderia ser evitada pela alimentação de pacientes com fígado cru (que contém quantidades elevadas de vitamina B12). Mas anemia é a fase final da deficiência de B12. Muito antes da anemia surgir, a deficiência de vitamina B12 provoca vários outros problemas, incluindo fadiga, letargia, fraqueza, perda de memória e problemas neurológicos e psiquiátricos.

A deficiência de vitamina B12 ocorre em quatro fases, começando com a diminuição dos níveis sanguíneos de vitamina (fase I), progredindo para baixas concentrações celulares da vitamina (fase II), um aumento do nível de homocisteína no sangue e uma diminuição da taxa de síntese de DNA (fase III) e, finalmente, a anemia macrocítica (fase IV).

Porque a deficiência de vitamina B12 é tão comum?

A absorção de vitamina B12 é complexa e envolve várias etapas – cada uma das quais pode dar errado. Causas de má absorção de B12 incluem:

  • disbiose intestinal
  • intestino permeável e / ou inflamação do intestino
  • gastrites atróficas ou hipocloridria (baixa acidez estomacal)
  • anemia perniciosa (condição auto-imune)
  • medicamentos (especialmente IBP [inibidores da bomba de prótons]e outras drogas de supressão de ácido)
  • álcool
  • exposição a óxido nitroso (durante uma cirurgia ou a utilização recreativa)

Isso explica por que a deficiência de B12 pode ocorrer mesmo em pessoas que comem grandes quantidades de B12 contendo produtos de origem animal. Na verdade, muitos dos meus pacientes que são deficientes em vitamina B12 estão seguindo uma dieta low-carb / paleo onde comem carne com frequência.

Em geral, os seguintes grupos estão em maior risco para a deficiência de vitamina B12:

  • vegetarianos e veganos
  • pessoas com 60 anos ou mais
  • pessoas que usam regularmente IBP ou drogas supressoras de ácido
  • pessoas em uso de medicamentos para diabetes, como a metformina
  • pessoas com doença de Crohn, colite ulcerativa, doença celíaca ou SII
  • mulheres com história de infertilidade e aborto 

Nota para os vegetarianos e veganos: a vitamina B12 é encontrada somente em produtos de origem animal.

A vitamina B12 é a única vitamina que contém um elemento-traço, o cobalto, razão pela qual ela é chamada de cobalamina. A cobalamina é produzida no intestino de animais. É a única vitamina que não podemos obter a partir de plantas ou luz solar. As plantas não precisam de B12 e, portanto não possuem estoque dela.

Um mito comum entre os vegetarianos e veganos é que é possível obter vitamina B12 a partir de fontes vegetais, como algas, soja fermentada, spirulina e levedura de cerveja. Mas, na realidade, os alimentos vegetais, que se diz conterem B12, contêm na verdade substâncias análogas à B12, chamados cobamidas, que bloqueiam a ingestão e aumentam a necessidade da verdadeira vitamina B12.

ISTO EXPLICA POR QUE OS ESTUDOS DEMONSTRARAM CONSISTENTEMENTE QUE ATÉ 50% DE VEGETARIANOS DE LONGO PRAZO E 80% DOS VEGANOS SÃO DEFICIENTES EM VITAMINA B12.

Os efeitos da deficiência de B12 em crianças são especialmente alarmantes. Estudos têm demonstrado que as crianças iniciadas em um dieta vegana até os 6 anos de idade ainda são deficientes em vitamina B12 até mesmo anos depois que comecem a comer, pelo menos, alguns produtos de origem animal.

Em um estudo, os pesquisadores descobriram:

  • Uma associação significativa entre o status da cobalamina [b12] e o desempenho em testes que medem a inteligência fluida, habilidade espacial e memória de curto prazo (com as crianças anteriormente veganas marcando mais baixo do que as crianças onívoras em cada caso).

O déficit na inteligência fluida é particularmente preocupante, segundo os pesquisadores, por que:

  • Ele envolve o raciocínio, a capacidade para resolver problemas complexos, capacidade de pensamento abstrato e a capacidade de aprender. Qualquer defeito nesta área pode ter consequências de longo alcance para o funcionamento individual.

É por isso que é absolutamente crucial para aqueles que abstêm-se de produtos de origem animal compreenderem que não existem fontes vegetais de vitamina B12 e que todos os veganos e vegetarianos devem suplementar a vitamina B12. Isto é especialmente importante para as crianças vegetarianas ou veganas ou mulheres grávidas, cuja necessidade de B12 é ainda maior do que os adultos.

O tratamento da deficiência de vitamina B12

Uma das coisas mais tristes sobre a epidemia de deficiência de vitamina B12 é que o diagnóstico e o tratamento são relativamente fáceis e baratos – especialmente quando comparado com o tratamento das doenças que a deficiência de vitamina B12 pode causar. Um teste de B12 pode ser realizado por qualquer laboratório, e deve ser coberto pelo seguro. Mesmo para quem não tenha um plano de assistência, o custo deste exame é muito barato.

Como sempre, o tratamento adequado depende do mecanismo subjacente que está causando o problema. Pessoas com anemia perniciosa ou doença intestinal inflamatória como a doença de Crohn são suscetíveis de terem prejudicado a absorção por suas vidas inteiras, e isso, provavelmente, vai exigir injeções de vitamina B12 por tempo indeterminado. Isso também pode ser verdadeiro para aqueles com deficiência de vitamina B12 grave causando sintomas neurológicos.

Alguns estudos recentes têm sugerido que a dose elevada de administração oral ou nasal pode ser tão eficaz quanto as injeções para as pessoas com problemas de má absorção de vitamina B12. No entanto, a maioria dos especialistas ainda recomenda injeções de vitamina B12 para as pessoas com anemia perniciosa e deficiência de B12 avançada envolvendo os sintomas neurológicos.

A cianocobalamina é uma das formas de suplementação de B12 mais frequentemente utilizadas. Mas, provas recentes sugerem que a hidroxicobalamina (frequentemente utilizada na Europa) é superior à cianocobalamina, metilcobalamina e pode ser superior a ambas – especialmente para a doença neurológica.

Estudos japoneses indicam que a metilcobalamina é ainda mais eficaz no tratamento de sequelas neurológicas a deficiência de vitamina B12, e que pode ser melhor absorvido porque evita problemas potenciais em vários ciclos de absorção da vitamina B12. Em cima disso, a metilcobalamina fornece o corpo com grupos metil que desempenham um papel em vários processos biológicos importantes para a saúde global.

SE SUSPEITAR QUE VOCÊ TEM DEFICIÊNCIA DE B12, O PRIMEIRO PASSO É FAZER O TESTE.

Você precisa de uma linha de base precisa para trabalhar. Se você é deficiente B12, o próximo passo é identificar o mecanismo que causa a deficiência. Isso é algo que você provavelmente vai precisar de ajuda com de um médico. Uma vez que o mecanismo é identificado, a forma adequada (injeção, oral, sublingual ou nasal) de suplementação, a dose e a duração do tratamento poderá ser selecionada.

 

Fonte:http://verdademundial.com.br/2016/01/deficiencia-de-vitamina-b12-uma-epidemia-silenciosa-com-graves-consequencias/

 

Feijão

outubro 2, 2016

Onipresente na mesa dos brasileiros, o feijão é um alimento rico em nutrientes tais como potássio, cálcio, zinco, ferro, magnésio, proteínas, vitaminas do complexo B e fibras.

Isso vocês já devem saber não é mesmo?

A dúvida é qual o melhor feijão para consumir.

Na verdade, existem pouquíssimas diferenças nutricionais entre eles; o que difere é o sabor.

O feijão branco possui melhor qualidade proteica e uma glicoproteína, a faseolamina, que diminui a absorção de carboidratos além disso, possui baixo índice glicêmico e é rico em antioxidantes.

O feijão Azuki, é de grande riqueza nutricional, pois apresenta boas quantidades de fibras, ferro (maior que todos os outros), maior quantidade de zinco além de apresentar boa digestibilidade, pois fermenta menos. 

 

Aliás, falando então em fermentação, prestem atenção na dica:

 

TODOS eles possuem um composto antinutricional chamado ácido fítico que inibe a absorção dos nutrientes como cálcio, ferro, manganês e zinco. Para que essa absorção ocorra em nosso organismo, DEVEMOS SIM, DEIXAR O FEIJÃO DE MOLHO POR NO MÍNIMO 8 HORAS, COM SUCO ESPREMIDO DE 1 LIMÃO. Deixar o feijão de molho não só retira o fator antinutricional como favorece o cozimento. O cozimento, deve ser feito em fogo baixo, lentamente para não perder os nutrientes do feijão. 

 

Interessante? Gostaram? O importante é: COMAM FEIJÃO, todos são super nutritivos, com arroz fica o casamento perfeito.

 By nutricionista Anna Paula Adegas

 

Alimentação emocional, a comida que “preenche o vazio”

setembro 22, 2016

Comer doces depois de um término amoroso, devorar a comida em momentos de estresse e exceder as quantidades do que é suficiente para o nosso corpo são exemplos claros da alimentação emocional.

Acreditamos que “ser uma pessoa normal” é estar sempre alerta a respeito da alimentação, que devemos temer o chocolate, convencidos de que se pudéssemos controlar “essa feroz fome interior”, alcançaríamos a harmonia. Chegamos então à conclusão de que em muitas ocasiões comer se torna uma metáfora sobre a maneira como vivemos e a forma como gerimos as nossas emoções.

Em muitos casos a compulsão alimentar funciona como uma cortina de fumaça que nos impede de ver o verdadeiro problema: a perda do controle emocional pela necessidade de preencher o vazio em outras áreas da nossa vida.

 

A relação entre a carência emocional e a comida

O alimento pode se transformar em um substituto para o equilíbrio emocional. Quando vezes nós suprimos as nossas frustrações com a compulsão alimentar ou tomando um sorvete de chocolate? Essa compulsão na hora de se alimentar é, muitas vezes, um desespero a nível emocional.

As dietas não funcionam porque a comida e o peso são os sintomas, não o problema. Digamos que o fato de se concentrar no peso é uma maneira de não prestar atenção nas razões pelas quais as pessoas comem compulsivamente. Isto, naturalmente, é reforçado pela nossa sociedade, que foca a atenção sobre os quilos extras e as calorias consumidas.

Temos a impressão de que perder peso e ter uma figura esbelta provocará a liberação emocional dos fatos dolorosos que nos atormentam hoje. Geneen Roth, autora especializada, enfatiza que o excesso de peso é um sintoma, e mesmo que consigamos emagrecer, se não abordarmos as razões subjacentes, continuaremos infelizes. Mostraremos aqui um trecho do seu livro que ilustra muito bem essa questão.

Uma pessoa participou certa vez de um dos meus seminários depois de perder trinta e quatro quilos com uma dieta. Ela ficou na frente de cento e cinquenta pessoas e disse com a voz trêmula:

– Eu me sinto como se tivesse sido roubada: levaram o melhor dos meus sonhos. Eu acreditava realmente que quando perdesse peso a minha vida mudaria. Mas o que mudou foi a aparência externa, o interior continua o mesmo. Minha mãe continua morta e meu pai me batia quando eu era pequena. Eu estou com raiva, me sinto sozinha e agora já não tenho mais a ilusão de emagrecer.

 

O círculo vicioso da alimentação emocional

De alguma forma, a preocupação com o nosso corpo esconde preocupações mais profundas. Elas alimentam um círculo vicioso de preocupações que não são resolvidas e impedem a nossa capacidade de crescer e se desenvolver.

Para alguns autores, o verdadeiro problema do excesso de peso e da compulsão alimentar é que a comida se torna um substituto para o amor. Como diz Geneen Roth, “Se deixarmos de alimentar essa criança magoada que existe dentro do adulto solitário, podemos nutrir o amor e dar origem à intimidade.

Dessa forma, liberamos a dor do passado e nos fixamos no presente. Somente se nos concedermos um espaço para a intimidade e o amor aprenderemos a aproveitar comida e deixaremos de usá-la como um substituto”.

Em certos momentos acreditamos que comer nos salvará de nós mesmos, do ódio que sentimos e da angústia de sermos quem somos. Este é um tipo de pensamento mágico que reforça o círculo vicioso que nos assombra.

Quando comemos de forma desequilibrada estamos descuidando de nós mesmos e do nosso presente. Como já dissemos anteriormente, desabafar através da comida e engordar é somente um sintoma. Cada vez que comemos compulsivamente estamos reforçando a crença de que a única forma de ter o que queremos é através da alimentação emocional.

Então, cada vez que comemos excessivamente como resultado de um desequilíbrio emocional reforçamos o nosso problema e provocamos um descontrole ainda maior. A necessidade de comer grita cada vez mais alto, escondendo assim a verdadeira causa.

A alimentação emocional, comer excessivamente ou o desequilíbrio nutricional, na maioria das vezes, serve como um suporte imaginário para manter em pé as quatro paredes da nossa casa emocional.

Ganhar e perder peso o peso ou estar sempre de dieta é como estar em uma montanha-russa emocional de forma constante. Uma pessoa que utiliza a comida para se apoiar se embriaga através do caos, da intensidade emocional e da dramaticidade. Como já dissemos anteriormente, comer compulsivamente reflete o nosso sofrimento emocional.

 
 

Vitamina D: Sintomas e consequências da sua deficiência

setembro 22, 2016

A vitamina D é muito importante para o nosso corpo.

Ela fortalece os dentes e os ossos, pois promove uma maior absorção de cálcio no sangue.

Também reduz o risco de certos tipos de câncer, como o de próstata, de mama e de cólon.

E ajuda a regenerar e a estimular o nosso sistema imunológico.

Devido ao fato de a vitamina D influenciar a produção de hormônios no corpo, também pode melhorar determinadas condições de pele, como psoríase, vitiligo e esclerodermia, além de controlar o humor.

Recentemente, algumas pesquisas estão considerando a vitamina D muito importantante para a prevenção de esclerose múltipla, doenças cardiovasculares, infecções bacterianas e ataques virais.

A principal fonte da vitamina D é o sol.

Por isso, os banhos de sol, sem protetor/bloqueador e sem vidros entre o sol e você, devem fazer parte de uma vida saudável. 

Você produz vitamina D qdo a pele fica quente: pronto! já pode sair do sol; mais do que isso vc queima e ai que vem o perigo da câncer de pele.

Em países que têm condições de luz solar baixa durante alguns meses do ano, o organismo é incapaz de obter a sua quota adequada de vitamina D através da síntese natural.

Nesse período, suplementos de vitamina D3 podem ajudar para evitar a carência desta vitamina.

Como saber se você está com deficiência de vitamina D?

Existem 12 sinais que são fortes indicativos dessa carência.

Na ocorrência de um ou mais deles de forma simultânea, fique atento: seu corpo pode estar carente de vitamina D.

Converse com seu médico e peça-lhe exames que comprovem este deficit.

Estes são os 12 sinais de carência de vitamina D:

1. Fragilidade dos músculos e ossos

Se começar a sentir menos força, fraqueza nos dentes e ossos, você pode estar com deficit de vitamina D.

2. Angústia constante e depressão

Estudos têm mostrado que as mulheres com baixos níveis de vitamina D tendem a ficar deprimidas ou a enfrentar estados de profunda tristeza.

3. Sensibilidade corporal crônica

As pessoas que sofrem de dor crônica sem causa aparente podem estar com carência de vitaminsa D.

4. Queda da saúde bucal

A ocorrência frequente de gengivite, sangramento, acúmulo de placa e enfraquecimentos dos dentes pode indicar níveis baixos de vitamina D.

5. Aumento da pressão arterial

A vitamina ajuda a saúde do coração, estimulando a circulação sanguínea.

Quando há uma deficiência dela, a pressão arterial tende a aumentar.

6. Sonolência

Quando não tem níveis adequados de vitamina D, o corpo pode ter pouca energia, apresentando fadiga e sonolência.

7. Mudança de humor repentina

A vitamina D influencia na produção de serotonina.

A serotonina é um neurotransmissor encarregado de manter equilibrado nosso estado de ânimo.

8. Diminuição da resistência em atletas

Todas as alterações aqui citadas têm um impacto muito forte na vida dos atletas, que sentem uma perda intensa de sua disposição.

Isso ocorre porque a carência de vitamina D não só reduz os níveis de energia, mas também enfraquece os músculos.

9. Obesidade

Se você está com excesso de peso, você precisa de mais vitamina D.

Ocorre que esta vitamina é solúvel em gordura.

Ou seja, as células de gordura armazenam vitamina D.

Logo, quem está com quilos extras precisa de um reforço deste nutriente.

10. Doenças intestinais

Pesquisas mostraram que as pessoas que têm distúrbios intestinais, como doença de Crohn, colite, alergia ao glúten ou intestino irritável, têm níveis mais baixos de vitamina D.

11. Sudorese na cabeça

Um dos sintomas mais comuns de deficiência de vitamina D é a transpiração excessiva na cabeça.

12. Intensificação das alergias

Pessoas alérgicas têm o quadro agravado quando estão carentes de vitamina D.

 

Alimentação alcalinizante para uma vida mais saudável e um peso estável

setembro 18, 2016

A acidez no organismo pode levar a várias condições médicas, tais como úlceras, problemas de pele, artrite, osteoporose e até mesmo fadiga e depressão, de acordo com a Universidade de Indiana. 

O nosso organismo foi projetado para ser alcalino. O pH da maioria das nossas células e fluidos como, por exemplo, o sangue tem um valor ligeiramente alcalino de 7,3. 

Assim como o nosso corpo tem mecanismos para regular a temperatura, de forma que se mantenha num valor determinado, ele faz o mesmo para tentar manter o valor de alcalinidade do sangue em torno do pH 7,3. 

PH é a medida que define se um elemento ou composto é ácido ou básico (alcalino).

A tabela varia de zero a 14, onde:

pH = 0,0 => máximo de acidez;
pH = 7,0 => neutro;
pH = 14,0 => máximo de alcalinidade.

Um dos fatores que determinam o pH do sangue é, o alimento ingerido. Muitos médicos do passado já diziam que a alimentação correta é a maior prevenção contra doenças. O importante disso tudo é ter em mente que o sangue, que leva os nutrientes por todo o organismo, deve ter em média o pH entre 7,36 a 7,42. Ou seja, levemente alcalino. Em algumas situações, como estresse, envelhecimento, poluição e alimentação incorreta, é possível que a produção de ácidos aumente e coloque em risco o equilíbrio do pH sanguíneo. Nesses casos, o organismo ativa alguns mecanismos regulatórios, como por exemplo, o “sequestro” do cálcio dos ossos. Estas reservas de minerais alcalinos são facilmente consumidas devido ao nosso estilo de vida ocidental, ou seja, a maioria de nós ingere alimentos e bebidas que contém ácidos fortíssimos. Estes ácidos manifestam-se na nossa dieta através das colas e das bebidas gaseificadas, pizza, batatas fritas, bolos, biscoitos, refeições feitas no microondas, pão, cafeína, queijo, alimentos com gordura, tabaco, bebidas alcoólicas, lácteas, natas, etc…

Por exemplo, a Coca-Cola tem um pH entre o 2,0 e 3,0. Por isso, os efeitos de uma dieta constituída por carne, produtos lácteos, bebidas gaseificadas, álcool, etc., são os de provocar uma rápida utilização das nossas reservas alcalinas. Se o organismo está constantemente utilizando o cálcio para eliminar os ácidos que consumimos, então futuramente surgirão os sintomas da osteoporose (estudos científicos comprovam e associam o consumo de bebidas gaseificadas à ocorrência da osteoporose).

Estudos recentes reforçam a ideia de que uma dieta com pH equilibrado, otimiza o metabolismo aumentando a capacidade do organismo na eliminação de toxinas, além de diminuir a retenção de líquidos, consequentemente contribuindo com o processo de emagrecimento. É necessário que haja equilíbrio na ingestão de alimentos ácidos e alcalinos, mas também na quantidade de alimento consumido. A dieta alcalina, baseia-se em pesquisas realizadas pelo Dr. Robert Young e que levaram a nutricionista Vicki Edgson e a chef Natasha Corrett a publicar o livro “Honestly Healthy”, que virou mania entre as celebridades internacionais.

A proposta do programa é aumentar o consumo de alimentos ricos em minerais alcalinos (magnésio, potássio, cálcio e sódio) como: óleo de peixe, chá verde, grãos integrais, vegetais e amêndoas, inhame, lentilha, melão, brócolis, repolho, maçã, mamão, frutas cítricas e secas, folhas verdes, legumes, raízes, azeite de oliva, milho verde, abobrinha, quiabo e chuchu cru e de bebidas saudáveis com pouca ou nenhuma sacarose, frutose ou adoçantes como sucralose, sacarina, aspartame ou acessulfame, pouca cafeína ou açúcar, como suco de vegetal fresco, água de limão, chá de ervas, caldo de legumes, entre outros e evitar os alimentos ricos em ácidos como refrigerantes(incluindo água com gás e água tônica), café, chá-preto, açúcar, adoçantes, amendoim, grãos e vegetais ricos em amido (trigo, massas e feijão), farinhas brancas, todos os produtos processados, lácteos e chocolate.

De acordo com uma das autoras do livro, para que o programa seja incorporado em seu estilo de vida, e não somente como uma dieta temporária, você precisa segui-lo à risca apenas 70% do tempo. Nos outros 30%, você pode comer de tudo, incluindo pizza e vinho.

Nesta dieta todos os alimentos são permitidos, porém os alcalinos devem estar presentes numa proporção maior. Esta proporção entre os alimentos pode variar entre as diferentes pessoas, mas geralmente ela deve ter pelo menos 60% alcalinos e 40% ácidos”. É importante ressaltar que a acidez dos alimentos deve ser medida sobre seu efeito no organismo após a digestão e não em seu teor de acidez e alcalinidade intrínseca.

Enfatizo aqui que o ideal para o bom funcionamento orgânico é que o paciente não faça a dieta por um período curto de tempo, mas que seja um estilo de alimentação a ser adotada para a vida. A dieta não tem contraindicações e qualquer pessoa pode aderir. Porém é necessário evitar dietas muito restritivas, para que o organismo não seja prejudicado pela falta de outros nutrientes, além de respeitar a individualidade bioquímica e adequar as necessidades nutricionais de cada um, para evitarmos qualquer deficiência, por isso é fundamental ter um acompanhamento de um nutricionista.

 

Outras forma da alcalinização:

  • Meditação; a respiração lentificada evita a acidose
  • Boa condição cardiovascular: frequência cardíaca baixa em repouso favorece a alcalose
  • Evitar o estresse: a rápida respiração em momentos de nervosismo favorece e acidose
  • Uso de anti oxidantes


Forma de avaliação : pH da urina ou saliva

 

Referências:

The Alkaline Diet: Is There Evidence That an Alkaline pH Diet Benefits Health?
http://www.hindawi.com/journals/jeph/2012/727630/
Examining the relationship between diet-induced acidosis and cancer.
http://www.nutritionandmetabolism.com/content/9/1/72

Diet, evolution and aging—the pathophysiologic effects of the post-agricultural inversion of the potassium-to-sodium and base-to-chloride ratios in the human diet.
http://link.springer.com/article/10.1007/s394-001-8347-4

A Dieta Alcalina.
http://adietaalcalina.blogspot.com/2011/06/o-que-e-dieta-alcalina.html

Influence of diet on acid-base balance.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=T.+Remer%2C+%E2%80%9CInfluence+of+diet+on+acid-base+balance %2C%E2%8 0%9D+Seminars+in+Dialysis%2C+vol.+13%2C+no.+4%2C+pp.+221%E2%80%93226%2C+2000.

Dieta Alcalina.

Human skin condition and its associations with nutrient concentrations in serum and diet.
http://ajcn.nutrition.org/content/77/2/348.long

O que é a Dieta Alcalina ?
http://alimentacaoviva.blogspot.com.br/2011/06/o-que-e-dieta-alcalina.html

A ACIDOSE INDUZIDA PELA DIETA: É UM FENÔMENO REAL E CLINICAMENTE RELEVANTE? British Journal of Nutrition (2010), 103, 1185–1194 Joseph Pizzorno1*, Lynda A. Frassetto2 and Joseph Katzinger3 1PO Box 25801, Bastyr University, Seattle, WA 98165, USA 2Division of Nephrology, 12 Moffitt CTSI Clinical Research Center, University of California, San Francisco

The Effects of Diet and Stool Composition on the Net External Acid Balance of Normal Subjects EDWARD J. LENNON, JACOB LEMANN, JR.,t AND JOHN R. LITZOW :

Diet Acids and Alkalis Influence Calcium Retention in Bone Division of Clinical Pharmacology, University Hospital (CHUV), Lausanne, Switzerland. Osteoporosis International (Impact Factor: 4.17). 02/2001; 12(6):493-9. DOI: 10.1007/s001980170095

Água alcalina: questão fundamental Vanessa De Alcântara www.grupouninter.com.br/web/revistasaude/index.php/saudequantica/article/view/329

Effects of the metabolic alkalosis induced by the diet in the high intensity anaerobic performanceEffects of the metabolic alkalosis induced by the diet in the high intensity anaerobic performance O. Ríos Enríquez1, E. Guerra-Hernández1 y B. Feriche Fernández-Castanys2Departamento de Nutrición y Bromatología; Facultad de Farmacia, Universidad de Granada. Departamento de Educación Física y Deportiva; Facultad de Ciencias de la Actividad Física y el Deporte, Universidad de Granada. España

Clinical Effect and Mechanism of Alkaline Reduced Water ROSA MISTICA C. IGNACIO1 , KYUNG-BOK JOO3 AND KYU-JAE LEE1

Dieta alcalina diminui ácido úrico: Urine alkalization facilitates uric acid excretion Aya Kanbara, Masayuki Hakoda and Issei Seyam

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A Conexão Intestino – Cérebro: A Íntima Relação entre Intestino, Comportamento, Mente e Cérebro

setembro 18, 2016

O intestino determina, em grande parte, nossas emoções, estado mental e até preferências alimentares. Da saúde do intestino depende a saúde do cérebro.

À primeira vista essas afirmações podem parecer irreais – mas não são. Considere os seguintes fatos:

O intestino tem mais neurônios que a medula espinhal – cerca de 100 milhões – perdendo apenas para o cérebro em número de neurônios.

O intestino fabrica muito mais serotonina que o cérebro. Mais exatamente, 95% da serotonina é fabricada e armazenada no intestino. Serotonina é um neurotransmissor – substância química fabricada pelos neurônios e que possui papel vital na transmissão e processamento das informações e estímulos sensoriais através dos neurônios.

O equilíbrio da serotonina determina, em última análise, o “fundo musical” dos nossos pensamentos. Dependendo do fundo musical, uma mesma cena (pensamento) pode ser interpretada como alegre, triste, pavorosa, engraçada, neutra, relaxante ou aterrorizante.

Além da serotonina, o intestino fabrica e utiliza mais de 30 neurotransmissores – substâncias envolvidas na transmissão e processamento das informações pelos neurônios, tanto do intestino quanto do cérebro. Todos esses neurônios e neurotransmissores são necessários para a complexa função que é a passagem dos alimentos pelo intestino – a chamada digestão.

O processo de digestão envolve, entre outras coisas, o monitoramento da pressão exercida pelo alimento na parede do intestino a cada momento; o movimento coordenado desse alimento ao longo do intestino; o progresso do processo digestivo; a concentração de sal, nutrientes, acidez, alcalinidade – tudo isso sem ajuda do cérebro.

Ao mesmo tempo, esses mesmos neurônios e neurotransmissores, em conjunto com os do cérebro, fazem parte da rede neural responsável pela conexão entre o bem-estar emocional e o bem-estar físico.

E também, é claro, o mal-estar.

Neurotransmissores como a serotonina conectam o que acontece no cérebro com o que acontece no intestino e vice-versa.

A quase totalidade de quem sofre de doenças crônicas envolvendo o cérebro, como por exemplo depressão, pânico, ansiedade, enxaqueca, autismo, esquizofrenia etc, sofre também de problemas no sistema digestivo em maior ou menor grau, como constipação intestinal (intestino preso), síndrome do intestino irritável (alternância entre períodos com intestino muito solto e períodos com intestino preso), cinetose (enjôo fácil quando em movimento, por exemplo, numa simples viagem de carro ou ônibus), colite, doença de Crohn (tipo especial e potencialmente grave de inflamação no intestino), e todo tipo de má digestão e intolerâncias alimentares.

Emoções extremamente fortes podem causar desde “frio no estômago” até diarreia e/ou vômitos. Quantos de nós não lembramos de pelo menos um dia muito importante, na infância ou adolescência – pode ter sido uma viagem muito esperada, um prêmio muito antecipado, um final decisivo de torneio ou competição, ou até uma prova escolar – onde, justamente naquele dia, aconteceu uma diarreia e/ou vômito “inexplicável”?

Situações de stress podem também provocar um aumento da permeabilidade do intestino, resultando na absorção de “pedaços” maiores, incompletamente digeridos, de material digestivo, os quais, uma vez na circulação sanguínea, não são reconhecidos pelo organismo como nutrientes a serem aproveitados, mas sim como corpos estranhos a serem atacados pelo sistema imunológico, provocando reação com produção de anticorpos – uma reação inútil que apenas serve para criar todo um estado inflamatório no nosso corpo e cérebro, o que predispõe a uma série de doenças. Isso além de diminuir o “gás” de nosso sistema imunológico para combater os vírus e bactérias causadores de doenças que realmente importam, e predispondo, em consequência, a toda sorte de infecções.

Alimentos ásperos de impossível digestão – inclusive muitas das tão festejadas “fibras” – podem causar irritação e dano às delicadíssimas células epiteliais que recobrem o intestino, resultando em aumento da permeabilidade do intestino com as mesmas consequências do parágrafo anterior.

Você já se perguntou como os “chás emagrecedores” funcionam? Eles agem provocando irritação no intestino, o que resulta em digestão incompleta, absorção incompleta, aumento da velocidade do “trânsito intestinal” e eliminação mais rápida de alimentos que poderiam ter sido muito melhor digeridos – não sem que alguns desses “pedaços” tenham sido indevidamente absorvidos, provocando – mais uma vez – um estado inflamatório em todo nosso organismo.

A essa altura você já deve ter compreendido que o mesmo processo vale para quem faz uso muito frequente de laxantes – naturais ou não.

E inflamação inútil é exatamente o que não precisamos. As mais variadas doenças são causadas e/ou “turbinadas” por processos inflamatórios. Não apenas doenças acompanhadas de dor – como enxaqueca, cólicas menstruais, tendinites, fibromialgia e muitas outras “ias”, “ites” e dores que existem no universo – mas também doenças que não envolvem dor física porém envolvem processos inflamatórios, como esclerose múltipla, esquizofrenia, autismo, entre uma série de problemas de ordem cerebral, mental e comportamental.

Cada vez mais, a ciência vem percebendo que por trás de todas as doenças existe um componente inflamatório.

Tais reações de anticorpos contra “pedaços” mal digeridos de nutrientes pode ter consequências ainda mais desastrosas, na eventualidade de um desses “pedaços” ser confundido, pelo sistema imunológico, como sendo uma parte do corpo. Nesse caso, anticorpos começam a atacar estruturas do próprio corpo (por exemplo da glândula tireoide, cérebro, articulações ou qualquer outro órgão ou tecido), simplesmente por confundirem essas estruturas pertencentes ao nosso organismo com a estrutura química tridimensional de algum desses “pedaços” de material digestivo presentes, indevidamente, na circulação.

Essa confusão e ataque a estruturas do nosso próprio corpo por parte dos anticorpos recebe o nome de autoimunidade.

Doenças autoimunes são aquelas que resultam do ataque a órgãos e tecidos do corpo pelos nossos próprios anticorpos. Alguns exemplos de doenças autoimunes são doença celíaca, diabetes do tipo I, tireoidite de Hashimoto, artrite reumatóide e doenças cerebrais como esclerose múltipla.

Até mesmo doença de Parkinson (Nature Communications 5, artigo número: 3633, publicado em 16 de abril de 2014), autismo (Molecular Psychiatry 18:1171-1177, Nov 2013), e transtorno obsessivo-compulsivo (http://www.health.harvard.edu/blog/can-an-infection-suddenly-cause-ocd-201202274417) passaram a fazer parte da lista de suspeitos de possível fundo autoimune.

Podemos também olhar a conexão intestino-cérebro por outro ângulo: uma criança (ou adolescente, ou adulto) não come bem, vive à base de “produtos alimentícios” industrializados, refinados, desvitalizados, pobres em nutrientes e que até prejudicam, de uma forma ou de outra, a integridade do intestino e absorção de nutrientes necessários para o bom funcionamento do cérebro. Com o tempo, isso causa prejuízo das funções mentais mais sofisticadas, como memória, atenção, concentração e humor. Isso, por sua vez, leva a um aumento do stress, que como vimos acima, resulta num prejuízo ainda maior da função de absorção de nutrientes pelo intestino, criando um ciclo vicioso que inevitavelmente resulta em doenças e piora do estado mental e comportamental.

Qual a doença, ou qual a manifestação indesejável do estado mental e/ou comportamento que uma pessoa poderá ou não apresentar, dependerá das predisposições genéticas que essa pessoa possui.

Esse ciclo vicioso somente pode ser quebrado através do conhecimento que você começa a adquirir ao ler este artigo. Afinal, somente o conhecimento pode levar a mudanças-chave no estilo de vida.

Você ou suas crianças têm “alimentação rica em fibras”? À luz do que foi discutido, isso pode não ser tão bom quanto se imagina. Tudo depende das fibras utilizadas. O termo “fibras” pode incluir elementos que, mesmo moídos, esfarelados, cozidos e mastigados, continuam “duros”, “pontudos”, “cortantes” e agressivos para a delicada camada celular que compõe as vilosidades e criptas microscópicas do nosso intestino, causando má absorção, aumento da permeabilidade, e todas as possíveis consequências.

Você cozinha seus alimentos o quanto mais depressa, na panela de pressão, para economizar tempo e conta de luz/gás? Lembre-se que o cozimento lento (por mais tempo, no fogo baixo) ajuda a pré digerir os alimentos, de modo a tornar o processo digestivo menos agressivo e menos oneroso para nosso intestino, otimizando a absorção de nutrientes e preservando a integridade do tecido epitelial intestinal.

Deixar grãos de molho por 24 horas (feijão, arroz integral, lentilhas, grão-de-bico, etc) antes de cozinhá-los lentamente é uma maneira excelente de aumentar a digestibilidade desses grãos, e minimizar a agressividade deles para com nosso intestino. Nossos antepassados da era pré-alimentos-industrializados sempre faziam isso. Ah, e também deixavam o pão fermentar naturalmente por muitas horas, o que melhora a digestibilidade do trigo.

Hoje vivemos num mundo com cada vez menos tempo para cozinhar, porém cada vez mais doente. Colite, enxaqueca, depressão, pânico, intestino irritável, comportamento agressivo, autismo, distúrbio bipolar e doenças autoimunes estão cada vez mais frequentes, segundo as estatísticas.

Conclusão: para existir saúde plena, o intestino tem que funcionar bem.

Claro que não pude falar tudo, neste único artigo, sobre a conexão entre o intestino e o cérebro. Foi apenas uma pincelada.

E de tudo que ainda não falei (mas que abordo ou abordarei em outros artigos), faltou mencionar as bactérias que povoam nosso intestino. Elas determinam nossa saúde – não apenas a saúde do próprio intestino, a boa absorção de nutrientes e a formação ideal de fezes (portanto não me pergunte, nos comentários, “como eu faço com meu intestino preso se eu não comer fibras”, pois isso dependerá das bactérias sobre as quais ainda não conversamos), mas também a imunidade (a ponto que não conseguiríamos viver sem essas bactérias!) e, mais uma vez, o cérebro, a mente e o comportamento.

 

Receita para desintoxicar fígado e rins

setembro 18, 2016

Esta receita, com apenas dois ingredientes, é maravilhosa para a saúde como um todo.

Mas os seu principais efeitos são o emagrecimento, eliminação do inchaço e a limpeza do fígado e rins em poucos dias.

O excesso de peso pode ser descrito como o armazenamento excessivo de gordura no corpo.

Depósitos de gordura podem ameaçar seriamente a sua saúde, especialmente o coração, fígado e rins.

As articulações, os joelhos e a coluna também sofrem.

Pessoas que sofrem de obesidade geralmente têm maiores riscos de desenvolver diabetes, pressão alta, doenças cardíacas, distúrbios da função biliar, ácido úrico...

Se você tiver problemas com o excesso de peso, pode ter certeza: esta receita vai ajudá-lo(a) e muito!

Por que estamos afirmando isso?

Porque confiamos nos seus ingredientes e porque ela tem sido usada a elogiada por muitas pessoas.

Como dissemos, são dois ingredientes, limão e salsa.

O limão é poderoso, e bote poderoso nisso.

Apesar do sabor ácido, quando entra o organismo, ele alcaliniza o sangue, ou seja, melhora a qualidade do fluido que percorre veias, artérias e vasos capilares.

Essa capacidade de melhorar a qualidade do sangue faz com que o limão seja um dos mais poderosos agentes terapêuticos da natureza, combatendo e prevenindo doenças.

Esta espetacular fruta desintoxica o fígado e elimina toxinas e gorduras das células.

A salsa também é maravilhosa.

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Ela é muito rica em nutrientes, em especial as vitaminas A e C a pele, além dos minerais cálcio, enxofre, ferro, fósforo, magnésio e potássio.  

E é excelente para limpeza dos rins e de todo o aparelho urinário.

Além disso, tem forte ação diurética, combatendo o inchaço em todo o corpo.

É, por isso, ótima para ajudar na redução de peso.

Como é que se faz esta poderosa bebida com limão e salsa?

É muito simples:

INGREDIENTES

1 limão

Algumas folhinhas de salsa (60 gramas é a quantidade precisa)

300 mL de água (na temperatura ambiente)

MODO DE PREPARO

Esprema o suco do limão e pique a salsa em pedaços bem pequenos.

Coloque-os em um copo, despeje a água sobre eles e mexa.

Beba em seguida.

Não é para coar - os pedaços de salsa precisam ser ingeridos.

Tome esta bebida de manhã, em jejum, por 5 dias.

Após o quinto dia, faça uma pausa de 10 dias.

Em seguida, repita o tratamento mais uma vez.

Você vai notar uma redução no peso do seu corpo.

Mas, se você quiser perder ainda mais peso, fique repetindo as etapas descritas até que esteja satisfeito com o seu peso corporal.

O tratamento, além de simples, e não tem contraindicações.

Ou seja, pode ser feito por todos e só faz bem.



Fonte: Cura pela Natureza

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu Nutricionista

 

Como desviciar do açúcar?

agosto 27, 2016

O açúcar refinado é extremamente viciante.

As pessoas ficam viciadas nele e nem percebem.

Só para você entender melhor o que estamos afirmando, o professor Bart Hoebel, da Universidade de Princeton, descobriu que o açúcar age no cérebro de forma semelhante a drogas como heroína ou cocaína.

Em resumo, o consumo de açúcar é um hábito difícil de ser eliminado, pois é uma substância que vicia e causa dependência.

O quadro piora quando nosso corpo está invadido por fungos como a cândida e por parasitas que se alimentam de açúcar, aumentando ainda mais o desejo pelo "veneno branco".

Se você é um dos viciados por açúcar, não pode se acomodar.

É preciso reagir, lutar, como qualquer dependente químico.

E a boa notícia é que existe uma ótima receita para combater a vontade de consumir doces. E não só isso, esta receita também é ótima para eliminar os quilinhos extras.

O que ela tem de tão especial? Dois ingredientes que diminuem o desejo por açúcar e ajudam a acelerar o metabolismo, favorecendo a perda de peso: a canela e a hortelã.

 

A canela é muito especial; além de diminuir a compulsão por doces, ela diminui a absorção de açúcar, baixando as taxas de glicose no sangue.

A canela, portanto, é ótima para diabéticos.

Como a canela atua para reduzir o desejo por doces?

Seu sabor levemente adocicado engana o cérebro, fazendo-o se sentir saciado em relação ao consumo de doces.

A hortelã, o outro ingrediente da receita, também é muito poderosa para nos ajudar a superar a compulsão por açúcar.

O óleo presente nas suas folhas afeta, segundo pesquisas, diretamente a região do cérebro responsável pela sensação de saciedade, reduzindo o desejo por comidas doces.

É por isso que a receita a seguir é muito poderosa para eliminar o desejo por doces.

Mas não só isso: a canela e a hortelã também são ótimos emagrecedores naturais.

E, dessa forma, além de combate a vontade de consumir açúcar, a receita vai ajudar você a ficar de bem com a balança devido às propriedades emagrecedoras dos seus ingredientes.

 

INGREDIENTES

*1 colher (sopa) de canela em pó ou 2 pedaços de canela em pau (mais ou menos do tamanho de um dedo indicador)

*1 litro de água

*8 folhas de hortelã frescas

MODO DE PREPARO

À noite, perto de dormir, coloque os ingredientes em 1 litro de água.

Se usar canela em pó, fique atento, pois algumas marcas são misturadas com açúcar (leia o rótulo para saber se há açúcar ou se é canela pura).

Haverá a necessidade de misturar bem os ingredientes (com o auxílio de uma colher de pau) se você usar canela em pó.

Ponha a água na geladeira e, no outro dia, tome-a ao longo do dia.

Se usou canela em pó, antes de consumir a água, agite sempre a jarra ou a garrafa onde ela está armazenada.

Tome por 30 dias seguidos.

Se quiser tomar por mais tempo, sempre dê uma pausa de 7 dias antes de fazer mais um ciclo de 30.

Renove sempre os ingredientes, ou seja, não reaproveite nada de um dia para outro.

 

Por segurança, se você é hipertenso, evite consumir canela ou converse com seu médico sobre o assunto ou quando você usar monitore sua pressão para ver se ouve alteração.

Fonte: site cura pela natureza

 

25 alimentos alcalinos que regulam o pH sanguíneo e sua saúde

agosto 27, 2016

Quem não sabe que produtos processados, açucarados e com ingredientes químicos são péssimos para a saúde?

Pois é, a maioria está ciente disso, mas os fast-foods, por exemplo, não deixam de estar cheios.

Esse tipo de alimento altera o pH do nosso corpo, causando consequências terríveis.

O correto é que o nosso organismo seja alcalino, mas o ser humano insiste na má alimentação, acidificando o sangue.

Se você não sabe, o pH ácido afeta o sistema imunológico, abrindo espaço para muitas doenças graves.

Por isso, é muito importante que você faça de tudo para que seu corpo atinja o pH ideal.

Para ajudar você a manter sua saúde e bem-estar, nós apresentaremos uma lista de alimentos alcalinos que devem ser consumidos regularmente:

1. Acelga: este é um dos alimentos mais alcalinos. Nos protege contra vírus, bactérias e radicais livres.

2. Melão: esta fruta ajuda a eliminar toxinas e a alcalinizar o pH.
 
Melancia também é muito benéfica.

3. Trigo sarraceno: substitua o trigo tradicional pelo sarraceno: além de não ter glúten e aumentar nossa energia, este trigo, se consumido regularmente, melhora a função cardiovascular.

Onde se compra trigo sarraceno? Em boas lojas de produtos naturais.

Se não o encontrar em sua cidade, certamente poderá comprá-lo pela internet em alguma loja virtual.

4. Semente de linho: Esta semente é altamente alcalina, com fibras e muita vitamina E. O que isso significa? Que ela pode combater inflamações e reduz sintomas da menopausa.

- Abacate: composto por gorduras monoinsaturadas saudáveis que fortalecem o coração.

- Banana: é riquíssima e nutritiva.

- Amora: é rica em antioxidantes.

- Cenoura: contém betacaroteno e é conhecida pela capacidade de melhorar a visão.

- Alho: regula a pressão arterial.

- Brócolis: diminui o colesterol.

- Uvas: contém muitas vitaminas e antioxidantes, além de ser ótimas para hipertensos.

- Abacaxi: proporciona perda de peso saudável.

- Brotos: são de fácil digestão e cheios de enzimas e proporcionam equilíbrio hormonal.

- Limão: fruta alcalina, apesar de ter o sabor ácido; previne resfriados, tosse e gripe.

- Couve-de-bruxelas: ótimo anticancerígeno.

- Couve-flor: rica em antioxidantes.

- Laranja: rica em vitamina C, fortalecendo a imunidade.

- Algas marinhas: abundantes em iodo e ferro e diminuem bastante a acidez do organismo.

- Quinoa: regula o açúcar no sangue.

- Pepino: formado por 90% de água, o que deixa a pele saudável e mais jovem.

- Salsa: desintoxica intestinos.

-Manga: limpa o cólon.

- Mamão-Papaia: é um laxante natural e libera toxinas do cólon.

- Painço: cereal alcalino; bem melhor que o arroz.

- Rúcula: possui uma grande quantidade de cálcio e vitamina A excelentes para o corpo.


Fonte: site Cura pela Natureza

 

Gengibre

agosto 21, 2016

A raiz de gengibre, além de ser deliciosa, é bastante eficaz, composta de propriedades anti-inflamatórias, antiparasitárias, antivirais e antibacterianas.

Ela age de forma intensa no sistema imunológico, digestivo e no cardiovascular.
 
O gengibre contém vitaminas como a C e minerais como magnésio.
 
É muito comum encontrá-lo na culinária, dando um gostinho especial nas comidas e bebidas.
 
Neste texto vou ensinar a fazer a melhor água de gengibre.
 
Por que é a melhor? Porque ela vem reforçada com outros ingredientes anti-inflamatórios e depurativos.
 
Além de desinchar e emagrecer, ela trata gripe e outras viroses.
 
E também proporciona outros benefícios, como:
 
- Melhora a circulação
 
- Alivia as dores no corpo (inclusive enxaquecas e dores de cabeça)
 
- Reduz o risco de pedras nos rins
 
- Oferece nutrientes necessários para manter o funcionamento adequado do fígado
 
- Estimula o metabolismo.

Aprenda como fazer a mais poderosa água de gengibre:

INGREDIENTES
 
1 pedaço de 5cm de gengibre cortado em fatias
 
1 limão cortado em rodelas (não precisa descascar)
 
1 colher (café) de açafrão em pó
 
1 colher (sobremesa) de óleo de coco
 
1 litro de água
 
MODO DE PREPARO
 
Ferva a água com o gengibre.
 
Quando levantar fervura, adicione o limão, o açafrão, mexa, desligue o fogo e tampe a panela.
 
Espere dez minutos e acrescente o óleo de coco.
 
Tome três xícaras por dia.
 
Consuma por no máximo duas semanas.
 
Se quiser continuar tomando, dê uma pausa de uma semana e retome por mais duas.

Se for hipertenso(a), converse antes com seu médico para saber se pode ou não consumir gengibre.

Fonte: site Cura pela Natureza
 

Saiba mais sobre pH sanguíneo e doenças

agosto 21, 2016

Otto Heinrich Warburg foi um dos maiores nomes da medicina no século 20.

Ele ganhou o Prêmio Nobel em 1931, mas teve no total 47 indicações para receber essa premiação ao longo de sua vida.
Com o estudo "A causa principal e a prevenção do câncer", de 1923, o médico alemão prova de forma consistente que a causa do câncer é a deficiência de oxigênio e que as células cancerosas alimentam-se de açúcar.
Ele disse: "Para o câncer, há apenas uma causa nobre. Resumida em poucas palavras, a principal causa do câncer é a substituição da respiração de oxigênio nas células normais do corpo por uma fermentação do açúcar".
A deficiência de oxigênio leva o corpo humano a um estado de acidez.
Dr. Warburg também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e não podem sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio, como é em um estado alcalino.
Segundo o prêmio Nobel de Medicina, "Todas as células normais têm uma exigência absoluta de oxigênio, mas as células cancerosas podem viver sem oxigênio - uma regra sem exceção".
Ele também destacou: "Prive uma célula de 35% do seu oxigênio durante 48 horas e ela pode tornar-se cancerosa".

A nossa dieta desempenha um papel fundamental na manutenção de níveis adequados do pH do corpo.
Um pH equilibrado significa o equilíbrio de ácido e alcalino em todos os fluidos e células do organismo.
Para ser saudável e imune a doenças, nosso corpo deve equilibrar o pH do sangue em um nível ligeiramente alcalino de 7,3.
Infelizmente, a dieta do homem moderno consiste principalmente de alimentos tóxicos e formadores de ácido, como carnes e açúcares processados, grãos refinados e organismos geneticamente modificados.
Isso leva a um pH ácido, ou seja, a um sangue intoxicado.
A acidez do pH pode interromper as funções e atividades celulares.
Se ficar excessivamente ácido, o pH pode levar a queda na imunidade e a muitos problemas graves de saúde, como câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e osteoporose.

Se você mantiver seu corpo em um estado de acidez por um longo período de tempo, ele vai acelerar fortemente o envelhecimento.

Robert O. Young no livro "O pH Miracle" (O Milagre do pH) diz que a maioria dos problemas de saúde surge devido à acidez do sangue.

E parasitas, más bactérias, vírus e fungos como a cândida prosperam em ambientes ácidos.
Por outro lado, um ambiente alcalino neutraliza bactérias e outros agentes patogênicos.
A melhor forma de alcalinizar o corpo é, em resumo, pela alimentação saudável.
As folhas ricas em clorofila, algas, o limão, o pepino, a cebola e o alho (todos crus e orgânicos) são poderosos alcalinizantes.
Se você quiser dar um impulso na alcalinização, aí vão duas ótimas receitas:
 
RECEITA 1
INGREDIENTES
1/3 colher (chá) de bicarbonato de sódio (use o vendido em farmácias)
2 colheres (sopa) de suco de limão espremido na hora
Como preparar: coloque o suco de limão no copo e vá adicionando o bicarbonato de sódio aos poucos.
A combinação de ácido/base começará imediatamente e fará um "fizz", aquela reação típica de efervescentes.
Continue adicionando bicarbonato de sódio até que o fizz pare.
Em seguida, encha o copo com 200 mL de água.
Hipertensos, por causa do bicarbonato, não devem consumir esta bebida alcalina.
Para eles, o melhor é a receita seguinte.
 
RECEITA 2

INGREDIENTES
 2 litros de água
 1 limão
 Como preparar: ponha 2 litros de água numa jarra.
Corte 1 limão em 8 partes, sem espremer e sem tirar a casca.
Deixe descansar durante 8 horas.
Depois, basta consumir a água alcalina ao longo do dia.

 
Fonte: site Cura pela Natureza
Referências:
 Artigo "The Alkaline Diet: Is There Evidence That an Alkaline pH Diet Benefits Health?"
 Livro "The pH Miracle: Balance Your Diet, Reclaim Your Health"
 Palestra "A principal causa e a prevenção do câncer", por dr. Otto Warburg

 

Abacate

julho 11, 2016

O abacate é rico em gordura boa do tipo monoinsaturada como o omega 3. Rico tbm em fibras, antioxidantes, magnésio e ácido fólico.


Por ser rico em fibras, o abacate ajuda a dar a sensação de estômago cheio e diminuir o apetite, controlando a fome e o consumo excessivo de alimentos.


O principal benefício do abacate para o cérebro é melhorar a capacidade de memória, pois o omega 3 melhora o funcionamento do cérebro por estimular a circulação sanguínea e aumentar a capacidade de concentração.


Os benefícios do abacate para a saúde incluem ajudar a hidratar a pele e os cabelos e melhorar a circulação sanguínea por conter o ômega 3, que atua como antioxidante e melhora o controle do colesterol.

Além disso, o abacate também ajuda a melhorar o rendimento do treino por ser rico em energia e a prevenir doenças cardíacas e câncer, por ser rico em vitaminas e antioxidantes que fortalecem o sistema imunológico e previnem a formação de aterosclerose.

De tanto falarem que o nosso querido ‪#‎Abacate‬ era ‪#‎calórico‬ ele ficou complexado....kkk

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Brócolis e seus benefícios para a saúde

abril 10, 2016

Comer brócolis três a cinco vezes por semana pode reduzir o risco de muitos tipos de cânceres.

O efeito anticâncer do brócolis é conhecido há bastante tempo e pode até ser ampliado, por exemplo, com a ingestão de brócolis picante

Neste novo estudo, a equipe mostrou que a inclusão de brócolis na dieta pode proteger contra câncer do fígado, bem como ajudar na luta contra o desenvolvimento da chamada doença hepática gordurosa não-alcoólica (Esteatose) 

Uma dieta com alto teor de gordura, rica em açúcar, além do excesso de gordura corporal, está relacionada com o desenvolvimento da doença hepática gordurosa não-alcoólica, que pode levar a doenças como a cirrose e o câncer do fígado

Saúde do fígado

"A história normal acerca do brócolis e da saúde é que ele pode proteger contra uma variedade de diferentes tipos de câncer. Mas ninguém tinha olhado para o câncer de fígado," justificou a pesquisadora Elizabeth Jeffery, da Universidade de Illinois (EUA).

"Decidimos que o câncer de fígado precisava ser estudado especialmente por causa da epidemia de obesidade. Já está na literatura [médica] que a obesidade aumenta o risco de câncer de fígado e isto é particularmente verdadeiro para os homens. Eles têm um risco quase cinco vezes maior de ter câncer de fígado se forem obesos," completou.

Apesar do foco no impacto do brócolis sobre a formação e progressão de tumores cancerosos no órgão, a equipe também queria observar a saúde do fígado como um todo e como ele estava metabolizando os lípidos em decorrência da dieta rica em gordura.

Vegetais brássicos

Durante a doença hepática gordurosa não-alcoólica, formam-se glóbulos de gordura sobre o fígado.

Os experimentos em animais de laboratório revelaram que, no desenvolvimento da doença, tanto o número de nódulos de câncer quanto o tamanho dos nódulos aumenta no fígado.

Mas quando se adiciona brócolis à dieta o número de nódulos diminui. O tamanho dos nódulos que ainda ocorrem não foi afetado.

Embora os pesquisadores tenham usado apenas brócolis no estudo, Jeffery acrescenta que outros vegetais brássicos, como a couve-flor ou a couve-de-bruxelas, podem ter o mesmo efeito.

 

Os riscos de não tomar sol

abril 10, 2016

Não será fácil reverter a tendência de as pessoas fugirem do Sol depois de décadas de discurso científico amedrontando a população sobre o risco do câncer de pele.

Hoje já se sabe que os benefícios de tomar Sol superam o risco do câncer de pele, além do que os próprios protetores solares podem causar câncer de pele.

Agora, um novo estudo feito na Suécia, onde a população tem pele muito clara, o que torna o risco de câncer de pele mais elevado, mostrou que as pessoas que tomam banho de sol regularmente vivem mais do que aquelas que evitam o Sol.

Paradoxo do Sol

Foram analisadas informações de 29.518 mulheres suecas, que foram acompanhadas por 20 anos.

Os dados mostraram que a expectativa de vida mais longa entre as mulheres com hábitos de exposição ativa ao Sol - tomar banho de Sol intencionalmente - está relacionada a uma diminuição das doenças cardíacas e das mortes por doenças não relacionadas a problemas cardíacos ou a qualquer tipo de câncer.

Assim, quando os cientistas analisam apenas a contribuição do câncer de pele para as mortes, o número desponta, parecendo grande frente às outras causas justamente porque as outras causas diminuíram, dizem os pesquisadores.

Evitar o sol equivale a fumar

Mas o resultado mais impressionante do estudo surgiu quando os pesquisadores compararam o risco de morte pelo câncer de pele entre as pessoas que tomavam banho de Sol, que fugiam do Sol e as fumantes.

"Nós verificamos que os fumantes no grupo de maior exposição solar têm um risco semelhante ao dos não-fumantes que evitam a exposição ao Sol, indicando que evitar a exposição ao Sol pode ser um fator de risco [para o câncer] da mesma magnitude que o tabagismo," disse Pelle Lindqvist, da Universidade de Lund, primeira autora do artigo publicado na revista médica Journal of Internal Medicine.

"Orientações demasiadamente restritivas no que diz respeito à exposição ao Sol podem fazer mais mal do que bem para a saúde," concluiu Lindqvist.

Veja outros estudos que concordam com essa conclusão:

 
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